O Australopithecus que preferia comer casca de árvore

Escultura feita a partir do esqueleto de um Autralopithecus afarensis e exposta no Museu de Ciências Naturais de Houston

Um pequeno Australopithecus sul-africano, parente distante do Homem, tinha uma dieta à base de madeira e casca de árvores, enquanto a maioria dos outros hominídeos preferiam folhas e plantas mais tenras.

Estes hábitos alimentares do Australopithecus sediba – dois desta espécime foram descobertos em 2008 em uma caverna perto de Joanesburgo – foram revelados pelos dentes do primata, sujeitos a extensos testes por uma equipe internacional de pesquisadores, que ficaram surpresos com o resultado.

“O Au. sediba tinha uma dieta muito diferente da de outros hominídeos que foram estudados até agora. Devido a sua morfologia muito semelhante, esperávamos que fosse mais ou menos parecido com outras espécies de Australopithecus, ou mesmo com os primeiros homens. Na verdade, ele consumia muito mais comida de habitat arborizado e fechado, incluindo alimentos duros”, explicou à AFP Amanda Henry, do Instituto Max Planck de antropologia.

Para alcançar esta descoberta, os pesquisadores começaram pelo bombardeamento dos dentes com um laser para extrair carbono acumulado no esmalte.

Diferente dos dentes de 81 outros hominídeos testados até hoje, que continham uma forma de carbono característica de folhas e plantas, os do Australopithecus sebida continham carbono das árvores e arbustos.

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Remoção de tártaro nos dentes

A descoberta sugere que este primata comia, pelo menos durante parte do ano, casca e outros tecidos lenhosos.

“A casca, especialmente a casca do interior das árvores, pode ser bastante nutritiva. Todos os nutrientes de uma árvore passam por sua casca interna. Por exemplo, o xarope interno do bordo não é senão uma versão concentrada da resina que flui no interior da casca do bordo”, afirma Amanda Henry.

 Para verificar este resultado inesperado, os cientistas recorreram a uma nova técnica: recolher dos dentes um pouco de tártaro, a placa mineralizada dentária familiar para os dentistas modernos, e analisar os minúsculos fragmentos vegetais fossilizados que permaneceram presos por dois milhões ano.Foram encontradas casca e madeira.

Tal dieta nunca foi atribuída à hominídeos africanos até este momento. Para Paul Sandberg, da University of Colorado Boulder (Estados Unidos) que participou do estudo publicado nesta quarta-feira pela revista Nature, o Australopithecus sediba se alimentava de uma forma bastante semelhante aos chimpanzés da savana africana de hoje.

Segundo Sandberg, “é uma descoberta importante porque a dieta alimentar é um dos aspectos fundamenais do animal, é o que dita seu comportamento e seu nicho ecológico”.

“Parece que há cerca de dois milhões de anos, havia várias espécies de hominídeos que utilizaram diferentes ambientes de diferentes maneiras, cada espécie estava bastante focada em seu ambiente específico com um determinado comportamento”, acredita o pesquisador.

“Não muito tempo depois, vimos a chegada do Homo erectus, uma espécie que era capaz de se mover e se virar em todos esses ambientes diferentes, o que foi uma grande mudança”, conclui.

Fonte: Exame.com

Mudança na escovação é mais eficaz na remoção de placa

Escova de dentes com a pasta

 A técnica de escovação anteroposterior com escova de cerdas multiníveis é mais eficiente no combate à placa e ao biofilme (placa bacteriana) nos primeiros molares das crianças, quando comparada à técnica tradicionalmente indicada pelos dentistas, chamada transversal. Esse resultado foi obtido em estudo da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, realizado pela dentista Alessandra Reyes. Ela analisou os primeiros molares em erupção — os que ainda estão nascendo, em linguagem popular — de 33 crianças entre 5 e 7 anos.

A técnica anteroposterior tem de ser aplicada com uma escova com cerdas de diferentes níveis, que conseguem chegar ao dente que ainda está crescendo e, portanto, está em um nível mais baixo em relação aos demais. “A escovação anteroposterior pede movimentos mais instintivos. Já a técnica transversal exige que a escova fique inclinada para o dente que está nascendo. Como esse não é um movimento natural, as crianças podem esquecer de aplicá-lo”, diz Alessandra.

A placa bacteriana é um termo popular para o biofilme, que é um tipo de película que se forma no dente, pelo acúmulo de resíduos de alimentos e bactérias da boca. Segundo a dentista, após 15 dias da orientação, as crianças removeram placa, tanto com uma quanto com outra técnica, mas após 3 meses, elas podem ter esquecido a técnica transversal e foi ai que a escova de cerdas multinível acabou sendo útil.

Em médio prazo, a técnica anteroposterior se mostrou mais efetiva na redução da placa e do biofilme. ¨A escova com cerdas multinível é mais cara, mas sua indicação não vale a pena só pela remoção de placa, mas pelo fato de ela poder levar a menor progressão das lesões de cárie, que é o que vamos tentar comprovar com a continuação do estudo”, aponta. A continuação da pesquisa pretende avaliar a efetividade destas técnicas tendo como desfecho as lesões de cárie e não mais apenas a placa. “Se ela se mostrar realmente mais eficiente, temos de levar isso para a rede pública de saúde.”

Segundo a pesquisadora, isso mostra que esse processo pode ser realizado em qualquer lugar, já que tem um baixíssimo custo. Não é preciso grandes investimentos para priorizar a saúde bucal das crianças.

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Foram utilizados exames para identificar presença ou ausência de placa, tempo de formação da placa (recente ou madura), quantidade de placa que cobria o dente; além da utilização de um método objetivo (QLF), que é um aparelho que captura a fluorescência da placa e analisa as imagens por intermédio de um software. O equipamento de origem holandesa foi adquirido pelo professor Fausto M. Mendes do Departamento de Odontopediatria, com o auxílio do projeto Jovem Pesquisador, do CNPq, que colaborou com recursos financeiros.

A probabilidade de cárie no primeiro molar é muito maior do que nos outros dentes, porque ele pode demorar cerca de 15 meses para nascer. Durante todo esse tempo, ele fica exposto a esse risco. Por isso a escolha desse dente para desenvolver o estudo. O trabalho é inédito nesse sentido, já que a escova multinível nunca foi estudada nesse dente.

Apresentação para as crianças

Crianças e pais foram apresentados ao trabalho por meio de uma palestra ministrada por Alessandra. Foram abordadas as técnicas que seriam utilizadas, bem como a importância de se preocupar com a saúde bucal.

Depois disso, as crianças foram divididas em dois grupos: as que utilizariam a técnica mais comum — a transversal — e a técnica anteroposterior com a escova com cerdas multiníveis. Elas aprenderam como escovar os dentes seguindo de acordo com a técnica do seu grupo e receberam uma escova correspondente ao tipo de técnica: plana para a escovação transversal (tradicional) e com cerdas multiníveis para a escovação anteroposterior.

“Em cada visita elas tinham que nos mostrar como escovavam os dentes, para sabermos se elas de fato tinham aprendido a escovação da maneira correta. Ficou claro que aprenderam”, diz. Mas, Alessandra alerta para o fato de que não há como saber se elas realizavam todos os procedimentos necessários em todas as escovações. “Vendo os resultados a longo prazo, alguns pontos com placa que ficavam em áreas que elas não conseguiam ver no espelho enquanto escovavam nos fizeram pensar que elas podem se esquecer de escovar algumas áreas no dia a dia. As regiões visíveis ficam muito mais limpas, porque as vendo no espelho elas conseguem se lembrar de que tem que escovar aquela parte do dente.”

As crianças foram selecionadas na triagem do Departamento de Ortodontia e Odontopediatria — Disciplina de Odontopediatria após assinatura do termo de consentimento pelos responsáveis. Os atendimentos ocorreram nas dependências da Clinica do Lelo, sobre supervisão da professora Patrícia Freitas. As alunas de pós-graduação Tatiane F. Novaes, Thaís Gimenez e Ronilza Matos, participaram da realização dos exames.

Fonte: Exame.com

 

Sete alimentos típicos de inverno que são saudáveis

Quando chega o inverno, logo vem à cabeça pratos gordurosos, como fondue, queijos amarelos e chocolate quente com marshmallows. No entanto, a estação mais fria do ano pode – e deve – ser relacionada a alimentos saudáveis e com baixa caloria, que podem muito bem fazer parte dadieta. Confira a lista de delícias que podem ser consumidas e anote as dicas de nutricionistas para acertar na quantidade e no modo de preparo:

Sopas

sopa de tomate - Foto: Getty Images

Prato típico do inverno, a sopa caseira pode ser muito nutritiva se for preparada com os devidos cuidados. “Evite temperos prontos, que têm uma grande quantidade de sódio e gordura, componentes que aceleram o aumento de peso e podem até agravar doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista Simone Abreu, da Clínica BeSlim, de São Paulo. “Deve-se ter cuidado também com a ingestão de sopas à base de creme de leite, pois estas costumam ser mais calóricas.”

As sopas mais magras são de legumes e verduras, principalmente as de folhas como repolho, espinafre e agrião. Para sabores diferentes, experimente uma de alho poró ou de creme de moranga. Segundo a especialista, uma sopa de creme de legumes tem em média 84 kcal em 250 ml – uma explosão de nutrientes com baixíssima caloria.

Chás

chá - Foto: Getty Images

Beber chá traz vários benefícios à saúde, como proteção das artérias e auxílio na digestão, além do poder anti-inflamatório e antioxidante. Segundo a nutricionista Myrla Merlo, da clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte, tantos os chás de saquinho quanto os naturais podem ser consumidos sem prejuízos à dieta. Eles possuem baixíssimo valor calórico: uma xícara tem aproximadamente 2 kcal – se você acrescentar uma colher de chá de açúcar, passará a ter 22kcal.
“No entanto, os chás industrializados trazem várias partes da planta, como folhas e talos, diminuindo a concentração dos princípios ativos da erva e os seus efeitos”, diz a nutricionista. Além disso, os chás industrializados devem ser comprados somente se tiverem rotulagem adequada às normas da ANVISA, garantindo que a extração e a concentração da erva seja feita corretamente. Já nos chás naturais, é preciso observar as condições de higiene da planta, comprar somente de fornecedores conhecidos, observar o estado de conservação da erva e certificar-se de que aquela planta é mesmo a que você procura.

Vinho

taça de vinho tinto- Foto: Getty Images

Estudos comprovam que a ingestão moderada de vinho tinto reduz o risco de doenças cardiovasculares, doenças respiratórias e demências, ajuda na digestão e até fortalece os ossos. “Todos esses benefícios estão relacionados aos potentes antioxidantes presentes na casca e nas sementes da uva”, explica a nutricionista Myrla. Uma taça de 120 ml de vinho tinto tem aproximadamente 86,50kcal. A quantidade recomendada é de uma taça de vinho para mulheres e até duas para homens por dia. “Essas quantidades, porém, pressupõem que a pessoa mantenha outros hábitos saudáveis, como uma dieta adequada e a prática de exercícios físicos”, lembra a profissional.

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Frutas da estação

morangos e abacaxis - Foto: Getty Images

As frutas típicas do inverno são: abacaxi pérola, melão, morango e caju. “Todas elas são ricas em vitamina C, nutriente muito importante para o sistema imunológico, principalmente no inverno”, explica Simone Abreu. De acordo com a nutricionista, esse grupo de frutas é rico em fibras que ajudam a controlar o colesterol e manter o intestino trabalhando direito, além de possuírem antioxidantes, substâncias que ajudam a prevenir câncer. Uma fatia média de melão contém 19 calorias, nove unidades de morango têm 43 calorias, uma unidade de caju possui 37 calorias e cem gramas de abacaxi pérola contêm apenas 48 calorias.

Canela

canela - Foto: Getty Images

“A canela tem ação estimulante, termogênica e antidiarreica – facilita a digestão, diminui o colesterol LDL, controla a glicose e diminui a compulsão por carboidratos e doces”, afirma Myrla Merlo. Além disso, ela protege o corpo de doenças respiratórias por conter propriedades antibacterianas, expectorantes e anti-inflamatórias. É indicada para quem tem bronquite, resfriados, tosse ou infecções como faringite e laringites. A nutricionista, no entanto, explica que a canela não pode ser misturada a bebidas muito quentes, pois as suas propriedades serão perdidas. “O ideal é polvilhar a canela por cima da bebida quando ela já estiver mais morna”, aconselha.

Gengibre

pote de gengibre ralado junto de uma raíz inteira - Foto: Getty Images

Essa raiz é rica em vitamina C, capaz de imunizar o organismo contra gripes e constipações, reduzir o colesterol, cicatrizar as feridas, proteger as gengivas e defender o organismo dos radicais livres. “Além disso, o gengibre contém vitaminas B3 e B6, que ajudam a aliviar os sintomas da TPM, e antioxidantes como magnésio, selênio e zinco”, diz a nutricionista Myrla. Uma colherzinha de café com aproximadamente seis gramas de gengibre em pó tem três calorias. Ele também pode ser consumido cru, refogado, em forma de chá, utilizado como tempero e até adicionado em sucos. “A recomendação é de um pedaço de 2 cm, três vezes ao dia, ou então fazer um chá com um pedaço de 6 cm e tomá-lo três vezes ao dia”, aconselha Simone Abreu.

Pinhão

pinhão - Foto: Getty Images

O pinhão é rico em gorduras insaturadas, benéficas principalmente para a saúde do nosso coração. Seus principais nutrientes são manganês, zinco, vitamina E e vitamina C, antioxidantes que fortalecem nosso sistema imunológico, prevenindo contra doenças e infecções. “Ele também tem propriedades energéticas, agindo no combate à fadiga”, explica a nutricionista Myrla. No entanto, ela alerta que o pinhão possui um valor calórico alto: 30 calorias por unidade. “O ideal é consumir apenas 100 gramas, duas ou três vezes por semana”, diz.

9 ingredientes para adicionar a sua refeição

Blueberry

Mirtilos são ricos em vitamina C, nutriente necessário para a produção de carnitina, um composto que ajuda o organismo a transformar gordura em energia

São Paulo – Como bom corredor, você deve ficar com um olho no relógio e outro no cardápio. Salada, iogurte, cereais e produtos integrais provavelmente são seus velhos amigos. Todas escolhas inteligentes — mas é possível transformar esses parceiros leais em alimentos ainda mais saudáveis.

“Com alguns acréscimos simples a lanches e refeições que já fazemos todos os dias, podemos fornecer uma variedade maior de nutrientes ao organismo”, diz a nutricionista esportiva americana Molly Kimball. Veja a seguir como adicionar mais saúde e sabor a sua dieta.

Na Aveia

Adicione blueberry (mirtilo)

Quando pesquisadores da Cornell University (EUA) testaram 25 variedades de fruta, descobriram que as blueberries continham o maior número de antioxidantes. Elas são ricas em vitamina C, nutriente necessário para a produção de carnitina, um composto que ajuda o organismo a transformar gordura em energia.

DICA – Compre blueberries congeladas — elas contêm mais vitamina C que as frescas, segundo Susan Kleiner, autora do livro Power Eating (emtradução livre, “Dieta poderosa”).

No Iogurte

Adicione sementes de chia

Comparadas às sementes de linhaça (uma fonte rica de ômegas 3), as sementes de chia fornecem mais ácido graxo alfalinolênico (ou ALA), um tipo de ômega 3 que combate inflamações. Elas também são ricas em cálcio e cada 50 gramas têm em torno de 20 gramas de fibras.

Depois de ingeridas, as sementes de chia incham, formando uma espécie de gel no estômago: a digestão fica mais lenta e você, satisfeito por mais tempo. As sementes de chia podem ser encontradas em lojas de produtos naturais.

DICA – Ao contrário das sementes de linhaça, as de chia não precisam ser moídas para que o ômega 3 seja absorvido pelo organismo.

Nas Vitaminas

Adicione cacau em pó

O cacau em pó é rico em flavonoides — antioxidantes que reduzem a pressão sanguínea e o colesterol. Eles também protegem a pele contra os danos solares e reduzem no sangue os níveis de proteína C-reativa, um agente inflamatório. “Ao contrário do achocolatado, o cacau em pó não contém açúcar e tem menos gordura saturada”, diz Susan.

DICA – O cacau em pó é uma ótima pedida para a vitamina de banana, fonte de potássio.

No Arroz

Adicione açafrão-da-terra

Esse tempero obtém sua tonalidade amarela da curcumina, uma potente substância anti-inflamatória. Estudos mostram que ela pode reduzir o risco de câncer e diabetes e ajudar a manter a saúde mental. Além disso, pesquisadores do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos descobriram que a curcumina interrompe a expansão das células de gordura, o que pode ajudar a combater o ganho de peso.

DICA – Ao cozinhar arroz, adicione algumas pitadas de cúrcuma à água. Salpique o tempero em sopas e também no feijão.

Na Salada

Adicione edamame

Meia xícara dessas sementes de soja verde fornece 9 gramas de proteína, 4 de fibra e grande quantidade de folato, vitamina K e magnésio, que exerce papel crucial na contração muscular. Isoflavonas, antioxidantes presentes nos grãos de soja, reduzem os danos celulares durante exercícios intensos.

DICA – Compre edamame congelado Já em grão ou ainda na vagem. Para cozinhar, ferva os grãos em água com sal por alguns minutos.

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No Molho de Macarrão

Adicione peito de peru moído

Comparado à carne bovina, cada 50 gramas de peito de peru moído têm quase 2 gramas a mais de proteínas que formam os músculos — e menos gordura saturada, que é prejudicial à saúde. O peru também fornece ferro de alta absorção, necessário para a resistência dos corredores. “Se seus níveis de ferro estiverem baixos”, diz Susan Kleiner, “seus músculos não conseguirão oxigênio suficiente, o que deixará você com pouca energia.”

DICA – Quando pedir ao açougueiro para moer a carne, certifique-se de que ele moerá apenas o peito do peru, sem a pele. Com a pele, a carne pode ter o mesmo teor de gordura de cortes mais gordos de carne vermelha.

No Molho de Salada

Adicione óleo de castanha-do-pará

Rico em ômega 6 e ômega 9, traz benefícios ao sistema cardiovascular. Possui boa quantidade de selênio, um mineral que contribui para a redução de radicais livres, diminuindo a oxidação das células. Segundo pesquisas, sua deficiência pode aumentar o risco de desenvolvimento de tumores.

Outro mineral importante presente nesse óleo é o zinco, envolvido na proteção celular e integridade do sistema imunológico, reduzindo o risco de desenvolvimento de infecções oportunistas. A castanha ainda possui vitamina E, que também possui poder antioxidante.

DICA – Para que ele dure mais, armazene esse azeite com sabor amendoado na geladeira.

Nos Sanduíches

Adicione brotos de alfafa

Esse alimento de fácil digestão possui elevado teor de proteína e também boa dose de vitamina C, betacaroteno e vitamina E, favorecendo o sistema imunológico.

“Além disso, por apresentar bastante clorofila, os brotos de alfafa estimulam o melhor funcionamento do intestino e pulmão, desintoxicam o organismo e otimizam o processo de renovação celular e tecidual, muito importante para os corredores”, afirma Suzana Bonumá, nutricionista da Food Coach, de São Paulo.

DICA – Você encontra facilmente brotos de alfafa nos supermercados. Ficam ótimos em sanduíches de salmão com cottage (veja receita em “Sanduíche de corredor”, ao lado).

No Salmão

Adicione orégano

O orégano adiciona sabor ao salmão grelhado e saúde a sua rotina. Pesquisadores do Ministério da Agricultura dos EUA descobriram que ele tem 20 vezes mais antioxidantes que as demais ervas. “Essas substâncias ajudam a minimizar as dores e a melhorar a recuperação muscular”, diz Molly Kimball. “E, usando ervas para realçar o sabor, você consegue cortar o sal e a gordura.”

DICA – Compre orégano fresco, que apresenta níveis mais altos de antioxidantes que o seco.

Fonte: Exame.com

Uma melhor higiene bucal poderia reduzir o risco de pneumonia

Pode existir uma outra maneira de evitar a pneumonia nesta época do ano: escovar os dentes.

Novas pesquisas da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale descobriram alterações nas bactérias bucais precedendo o desenvolvimento de pneumonia nos pacientes hospitalizados. Após estudar 37 participantes no período de um mês, Samit Joshi, M.D., chefe do estudo, concluiu que alterações nas bactérias bucais podem influenciar o risco que uma pessoa tem de desenvolver pneumonia.

A equipe de pesquisa descobriu que pacientes em ventilação forçada, que contraíram pneumonia, experimentaram uma alteração significativa nas bactérias bucais antes de ficarem doentes. Embora sejam necessárias pesquisas adicionais para ligar de maneira definitiva as bactérias bucais com a pneumonia, outros estudos associaram a saúde bucal com doenças respiratórias.

“Nossos achados poderão melhorar a maneira de prevenirmos a pneumonia no futuro por meio da manutenção das bactérias que vivem dentro de nossa boca”, diz Dr. Joshi.

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As doenças respiratórias e a saúde bucal têm sido associadas há anos. Acredita-se que infecções bacterianas no tórax sejam causadas pela passagem de gotículas da boca e garganta para os pulmões. Estudos mostram uma taxa mais alta de mortalidade por pneumonia em pessoas que experimentaram uma quantidade de problemas bucais acima da média.

“A simples escovação dos dentes por dois minutos, duas vezes ao dia, usando creme dental fluoretado, a limpeza entre os dentes diariamente com escovas interdentais ou fio dental, a redução da frequência com que você ingere bebidas e alimentos açucarados e a visita regular ao dentista, na frequência recomendada, serão um bom ponto de partida”, diz Dr. Joshi.

Dr. Joshi apresentou a pesquisa no encontro anual da Sociedade de Doenças Infecciosas da América em outubro de 2011.

Fonte: IG

Antissépticos com Flúor Evitam a Cárie

São várias as categorias dos antissépticos bucais, mas os que têm flúor combatem a cárie protegendo os dentes das bactérias que a causam. O flúor melhora os resultados da rotina de limpeza da boca, mas é importante lembrar que oantisséptico com flúor não substitui as duas escovações diárias e o uso diário do fio dental quando o objetivo é a saúde bucal completa.

Para conseguir a eficácia máxima do antisséptico com flúor siga os seguintes passos:

  •  Primeiro, escove e passe fio dental. Os dentes devem estar bem limpos para que a ação do antisséptico seja a melhor possível.
  •  Use a quantidade certa. Use a quantidade do produto indicada no rótulo ou recomendada pelo dentista.
  •  Bocheche bem. Bocheche vigorosamente com a boca fechada durante pelo menos 30 segundos.
  •  Cuspa. Não engula o líquido. A maioria dos produtos contém fluoreto de sódio, que é tóxico quando ingerido em grande quantidade. Se seu filho usar antisséptico bucal, fique de olho e não o deixe engolir o produto.

Para que o antisséptico seja o mais eficaz possível, evite comer, beber ou fumar pelo menos 30 minutos depois de usá-lo, para não diluir o flúor.

VEJA MAIS:
A importância do uso do enxaguante bucal
O que é uma boa higiene bucal?
Gengivite – Um perigo real

Fonte: Oral B

Hoje é o Dia Mundial do Doador de Sangue

Um levantamento do Banco de Sangue do Hospital A.C.Camargo, em São Paulo, aponta que somente 2 a cada 10 doadores de sangue compatíveis procuram pelo serviço sem ter histórico pessoal com pacientes que necessitam de doação. A preocupação com o baixo estoque de sangue aumenta com a chegada das férias de julho e do inverno, quando o número de voluntários costuma ser ainda menor.

 No Brasil, a realidade não é diferente. De acordo com a Fundação Pró-Sangue, a cada dois minutos, um paciente necessita de transfusão sanguínea no Brasil. Apesar disso, o número de doadores no país não atinge 2% da população. Nesta sexta-feira, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue.

Para doar, o candidato tem que ter entre 16 e 68 anos – menores de 18 precisam de autorização dos pais ou responsáveis; estar em boas condições de saúde, pesar 50 kg ou mais. Antes da doação, é feita uma triagem clínica, com entrevistas e teste de anemia, medição de peso e identificação. Além disso, o voluntário não pode estar em jejum, mas deve consumir uma refeição leve. Dormir pelo menos seis horas na noite anterior e não ingerir bebida alcóolica nas 12 horas antes.

Doador voluntário

O Banco do Hospital A.C.Camargo opera atualmente com apenas dois terços de sua capacidade total de armazenamento e há falta mais acentuada de alguns tipos sanguíneos, principalmente os de fator Rh negativo. Um levantamento feito pela instituição identificou que o principal fator para o baixo volume de doação está na pequena procura pelos chamados voluntários, pessoas que se candidatam à doação sem ter qualquer vínculo afetivo com algum paciente. “Recebemos uma média de 60 a 70 doadores por dia e, infelizmente, apenas 20% deles são voluntários. Os outros 80% são fruto de ação interna que fazemos junto aos familiares e amigos com a proposta de sensibilizá-los”, destaca a hematologista Rivânia Almeida de Andrade.

Ainda segundo Rivânia, é válido ressaltar que a busca espontânea pelo Banco de Sangue torna-se ainda mais primordial nesta época do ano, pois a sazonalidade é, historicamente, um fator que limita o interesse por fazer a doação. “Não podemos repetir o fato de haver queda do número de doadores durante as férias escolares de julho e chegada do inverno. A solidariedade precisa aquecer a boa vontade de todos”, destaca.

Diagnóstico de doenças

Ao ter o sangue coletado, o voluntário tem seu sangue criteriosamente avaliado por uma equipe especializada. Em até 30 dias, recebe em seu domicílio informações relevantes como a tipagem sanguínea e resultados dos testes de Hepatites B e C, HIV, HTLVI/II, doença de chagas, sífilis, dentre outras. Caso apresente algum resultado positivo, ele pode iniciar imediatamente o tratamento contra a doença em questão. Hepatites B e C, por exemplo, quando não tratadas podem levar a severos quadros de cirrose ou ao câncer de fígado. Para o HIV (vírus da AIDS) há tratamentos que oferecem grande controle da doença e aumentam a expectativa e qualidade de vida do paciente. Os vírus HTLVI/II oferecerem um risco aumento de desenvolvimento de uma doença chamada leucemia-linfoma de células T ou para uma doença neurológica conhecida como paraplegia espástica tropical.

Fonte: Band.com

5 lugares imperdíveis para curtir o frio nas férias de julho

No dia 21 de junho, tem início o inverno no hemisfério sul e, daqui a pouco, as férias do meio do ano também batem à porta. Enquanto o frio não chega de vez, ainda dá tempo de organizar uma viagem para os dias de folga.

Para quem gosta das baixas temperaturas – e tudo que vem com elas, como neve e vento gelado, a jornalista de turismo e blogueira do ViajeAqui Adriana Setti indicou cinco opções de destinos imperdíveis, no Brasil e lá fora. Clique nas fotos para conferir cada um deles.

La Parva, no Chile

A 2.750 metros acima do nível do mar, a estação de esqui La Parva, no Chile, é um dos destinos indicados pela jornalista. O lugar fica na Cordilheira dos Andes e é uma boa oportunidade para quem quer ver (e sentir) neve.  A estação fica a cerca de 60 quilômetros de Santiago e faz parte do complexo “Tres Valles”, que inclui também “El Colorado” e “Valle Nevado” (região mais frequentada pelos brasileiros que vão esquiar no país). “La Parva é a estação de esqui mais chique do Chile é pouco conhecida pelos brasileiros. É uma chance de fazer um programa mais chileno”, afirma Adriana.

A 2.750 metros acima do nível do mar, a estação de esqui La Parva, no Chile, é um dos destinos indicados pela jornalista. O lugar fica na Cordilheira dos Andes e é uma boa oportunidade para quem quer ver (e sentir) neve.

A estação fica a cerca de 60 quilômetros de Santiago e faz parte do complexo “Tres Valles”, que inclui também “El Colorado” e “Valle Nevado” (região mais frequentada pelos brasileiros que vão esquiar no país). “La Parva é a estação de esqui mais chique do Chile é pouco conhecida pelos brasileiros. É uma chance de fazer um programa mais chileno”, afirma Adriana.

Serra Gaúcha

A região serrana do Rio Grande do Sul, representada pelas cidades de Gramado, Canela e Bento Gonçalves, é outra opção para quem gosta de curtir o frio. “Tem ótimos hotéis, pousadas de charme, restaurantes sofisticados e um calendário atribulado de eventos”, afirma Adriana.  Lá, o turista pode provar bons vinhos produzidos na região, degustar massas, galetos e fondues, enquanto se aquece nas lareiras dos hotéis e outros estabelecimentos. A arquitetura bávara dá um ar europeu ao lugar que fica a cerca de 120 quilômetros de Porto Alegre.

A região serrana do Rio Grande do Sul, representada pelas cidades de Gramado, Canela e Bento Gonçalves, é outra opção para quem gosta de curtir o frio. “Tem ótimos hotéis, pousadas de charme, restaurantes sofisticados e um calendário atribulado de eventos”, afirma Adriana.

Lá, o turista pode provar bons vinhos produzidos na região, degustar massas, galetos e fondues, enquanto se aquece nas lareiras dos hotéis e outros estabelecimentos. A arquitetura bávara dá um ar europeu ao lugar que fica a cerca de 120 quilômetros de Porto Alegre.

Campos do Jordão

A 1.628 metros de altitude e 173 quilômetros de São Paulo, a cidade de Campos do Jordão é outro pedacinho da Europa em terras brasileiras. “É bem óbvio, mas é sempre bom pra quem quer badalar no frio”, afirma a jornalista.  A obviedade do destino fica por conta de seu apelido, de “Suíça Brasileira”, dada a arquitetura típica do “Velho Mundo”, e por ser reconhecida como estância climática – já que a cidade oferece boa estrutura de hospedagem, passeios e estabelecimentos para atender a grande demanda de turistas.

A 1.628 metros de altitude e 173 quilômetros de São Paulo, a cidade de Campos do Jordão é outro pedacinho da Europa em terras brasileiras. “É bem óbvio, mas é sempre bom pra quem quer badalar no frio”, afirma a jornalista.

A obviedade do destino fica por conta de seu apelido, de “Suíça Brasileira”, dada a arquitetura típica do “Velho Mundo”, e por ser reconhecida como estância climática – já que a cidade oferece boa estrutura de hospedagem, passeios e estabelecimentos para atender a grande demanda de turistas.

Monte Verde e Gonçalves

 Esses dois destinos do sul de Minas Gerais são uma alternativa para quem quer curtir o frio longe do agito noturno – mais presente em Campos do Jordão – e bem próximo da natureza. Monte Verde é um distrito de Camanducaia e fica a 170 quilômetros de São Paulo. Gonçalves, pertencente à microrregião de Pouso Alegre, está a 190 quilômetros.  As duas localidades são cercadas por montanhas com diversas cachoeiras e trilhas para caminhadas, passeios de bicicleta e a cavalo, além de esportes radicais como montanhismo e rapel. A gastronomia também é um ponto forte desses lugares.

Esses dois destinos do sul de Minas Gerais são uma alternativa para quem quer curtir o frio longe do agito noturno – mais presente em Campos do Jordão – e bem próximo da natureza. Monte Verde é um distrito de Camanducaia e fica a 170 quilômetros de São Paulo. Gonçalves, pertencente à microrregião de Pouso Alegre, está a 190 quilômetros.

As duas localidades são cercadas por montanhas com diversas cachoeiras e trilhas para caminhadas, passeios de bicicleta e a cavalo, além de esportes radicais como montanhismo e rapel. A gastronomia também é um ponto forte desses lugares.

Bom Jardim da Serra

Essa pequena cidade de Santa Catarina fica a 1.245 de altitude e tem entre suas principais atrações cachoeiras e cânions no entorno, além de bons hotéis e restaurantes, segundo Adriana Setti. “Na Serra Catarinense, São Joaquim é o destino mais batido, mas Bom Jardim é uma alternativa para quem quer uma coisa mais tranquila e fora do eixo turístico”, afirma.  Outro ponto que chama a atenção nesse município de cerca de quatro mil habitantes é que seu ar é considerado um dos melhores do país, por não haver poluição no local. Além disso, durante o inverno, há chances de os visitantes verem neve, devido às baixas temperaturas.  O próprio caminho até a cidade é também uma atração. A Estrada da Serra do Rio do Rastro (rodovia SC-438) passa pela serra e contorna montes e um cânion de 1.450 metros de profundidade, proporcionando uma bela vista do lugar.

Essa pequena cidade de Santa Catarina fica a 1.245 de altitude e tem entre suas principais atrações cachoeiras e cânions no entorno, além de bons hotéis e restaurantes, segundo Adriana Setti. “Na Serra Catarinense, São Joaquim é o destino mais batido, mas Bom Jardim é uma alternativa para quem quer uma coisa mais tranquila e fora do eixo turístico”, afirma.

Outro ponto que chama a atenção nesse município de cerca de quatro mil habitantes é que seu ar é considerado um dos melhores do país, por não haver poluição no local. Além disso, durante o inverno, há chances de os visitantes verem neve, devido às baixas temperaturas.

O próprio caminho até a cidade é também uma atração. A Estrada da Serra do Rio do Rastro (rodovia SC-438) passa pela serra e contorna montes e um cânion de 1.450 metros de profundidade, proporcionando uma bela vista do lugar.

Fonte: Exame.com

Frutas ricas em fibras e gengivas saudáveis

Bananas, maçãs, laranjas e blueberries são um lanche saboroso, e comê-los pode também levar a gengivas mais saudáveis, especificamente para homens brancos acima dos 65 anos.

Pesquisadores que estudaram idosos saudáveis por até 24 anos descobriram que os mais idosos que ingeriam mais frutas ricas em fibras exibiam menor risco de perda do osso alveolar, menor probabilidade de perda dental e menor risco de recessão gengival.

O Departamento de Assuntos de Idosos dos Estados Unidos conduziu um estudo odontológico de longa duração, liderado pela Dra. Elizabeth Krall Kaye na Faculdade de Odontologia da Universidade de Boston, que acompanhou 625 homens da área de Boston por um tempo médio de 15 anos. Os resultados foram publicados online no mês de fevereiro no Journal of the American Geriatrics Society.

Dr. Kaye e sua equipe avaliaram primeiramente a saúde dental dos participantes em 1984 e a cada três a cinco anos depois disso. Descobriram que a ingestão de vegetais, legumes e grãos ricos em fibras não reduzia significativamente o risco de doença gengival e que os benefícios de comer frutas ricas em fibras não foram observados nos homens com menos de 65 anos de idade.

Antes de cada exame, os homens preencheram um questionário sobre os alimentos ricos em fibras que ingeriam diariamente contendo mais de 2,5 g de fibra por porção, incluindo bananas, maçãs, laranjas, blueberries, brócolis, couve-de-bruxelas, batatas doces, espinafre, amendoins, aveia e outros grãos.

O estudo não comprova que frutas ricas em fibras reduziram o risco dos homens de doença gengival, mas ele poderia ligar a outros fatores que contribuem com uma saúde bucal melhor. A ingestão de frutas ricas em fibras também poderia significar que uma pessoa tem uma ingestão mais alta de vitaminas, um estilo de vida mais saudável, usa o fio dental com mais frequência ou fuma menos, fatores esses que podem ser a razão para gengivas mais saudáveis.

A Dra. Kaye e sua equipe também teorizam que, uma vez que alimentos com mais fibras requerem mais mastigação, eles aumentam a produção de saliva que, por sua vez, remove bactérias nocivas da boca. Especulam também que as fibras da dieta poderiam ajudar a reduzir a doença gengival por ajudar a reduzir a hiperglicemia e a hipertensão, ambas fatores de risco para doença gengival.

A Associação Dental Americana recomenda check-ups e exames periodontais regulares. Os fatores de risco incluem fumar ou mascar tabaco; doenças sistêmicas como diabetes; várias medicações como esteróides, drogas para tratamento do câncer e contraceptivos orais; próteses mal adaptadas; dentes apinhados; restaurações defeituosas e gravidez, de acordo com a ADA.

Diz a ADA que os sinais de alerta incluem gengivas que sangram facilmente, gengivas vermelhas, inchadas ou sensíveis; gengivas que se afastaram dos dentes; mau hálito persistente ou gosto ruim na boca; dentes permanentes que estão frouxos ou se separando; alterações na maneira como os dentes se encaixam ao mastigar; ou qualquer alteração no encaixe de próteses parciais.

Fonte: IG

5 vinhos para acompanhar o Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados pede um jantar mais sossegado para apreciar uma boa comida e, principalmente, uma ótima companhia. Nestas condições, nada melhor do que colocar um bom vinho à mesa.

A sommelière Alexandra Corvo, da escola Ciclo das Vinhas, e Gustavo Andrade de Paulo, da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo, listam os melhores rótulos para a ocasião. Clique nas imagens e confira:

 

Fonte: Exame.com