Dica Cultural: Andrea Bocelli em São Paulo


Nascido em 22 de Setembro de 1958, foi criado em Lajatico, uma comunidade rural bastante unida abrigada entre as vinhas e as oliveiras na província de Pisa. Iniciou os estudos de piano aos seis anos, mais tarde ampliou a devoção musical com flauta e saxofone. Porém foi com sua voz que Bocelli encontrou o instrumento ideal.

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Com mais de 70 milhões de álbuns vendidos pelo mundo, Bocelli é um dos cantores clássicos mais populares da atualidade. Em suas últimas apresentações no Brasil, o tenor levou mais de 300 mil pessoas a seus espetáculos e para o concerto no Jockey Club é esperado um público de 25 mil espectadores.

 

JOCKEY CLUB
Av. Lineu de Paula Machado

Dia 13 de dezembro de 2012 (quinta)

Horário abertura portões: 19h00
Horário do show: 21h00

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 16 anos
Menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.

 

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Pensamento positivo melhora a saúde na terceira idade

Manter-se intelectual e fisicamente ativo são duas peças chave para quem deseja garantir saúde plena com o passar dos anos. Entretanto, um estudo publicado no dia 21 de novembro no Journal of the American Association mostrou que até mesmo o otimismo com o futuro pode ajudar a alcançar esse mesmo objetivo. A pesquisa foi conduzida por especialistas da Yale School of Public Health, nos Estados Unidos.

Foram acompanhadas 598 pessoas com mais de 70 anos por um período de 11 anos. No início do estudo, nenhum dos participantes apresentava qualquer limitação que os impedisse de realizar alguma tarefa do cotidiano. Até o final da análise, entretanto, todos apresentaram alguma dificuldade em relação a tarefas, como tomar banho e se vestir. Juntamente com a degeneração física, os pesquisadores acompanharam a forma como os voluntários encaravam a velhice.

Os resultados mostraram que idosos com pensamentos positivos em relação ao futuro apresentavam uma probabilidade 44% maior de se recuperar completamente de alguma incapacidade do que as demais pessoas. Assim, esses participantes recuperaram algumas habilidades sem qualquer ajuda. Além disso, a gravidade das enfermidades costumava ser menor e o declínio físico mais lento.

A pesquisa mostra que ter uma visão positiva da velhice ajuda idosos a terem uma vida mais independente e saudável, o que, consequentemente, aumenta a longevidade. O próximo passo agora é saber como tornar esse público mais otimista conforme os anos passam.

 Dicas para envelhecer com saúde

 

Ser independente não significa viver isoladamente. Na verdade, o convívio social é essencial para elevar a autoestima e, assim, preservar a saúde, especialmente de idosos. Confira a seguir algumas dicas para quem deseja socializar na terceira idade:

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Bailes
Força, ritmo e agilidade, equilíbrio e flexibilidade fazem da dança uma ótima atividade para quem precisa mexer o corpo. Mas não é só isso. Para dançar bem, é preciso memorizar passos e ter consciência corporal para respeitar o espaço do parceiro.

Música
Nunca é tarde para aprender a tocar algum instrumento. Então, que tal você mesmo tocar aquela música que tanto gosta? Estudar música estimula funções neurológicas relacionadas à coordenação e outras ações.

Viajar
Apesar da bagagem que os anos trouxeram, há muito ainda para se conhecer e uma maneira eficaz e divertida de fazer isso é viajando. Se não for possível conhecer lugares distantes, comece pelas cidades próximas a sua mesmo.

Passear
Peças de teatro, apresentações de dança, shows e cinema são apenas algumas das opções culturais disponíveis. Fuja da rotina e amplie seu repertório cultural.

 

Fonte: UOL

Tony Bennett no Via Funchal dia 01/12

Tony Bennett se apresenta em São Paulo no dia 1º de dezembro.

Tony Bennett é uma lenda viva da música popular americana e do jazz. Desde seu surgimento no cenário musical, no começo dos anos 50, até os dias de hoje, o cantor mantém-se na ativa, consolidando uma carreira que o transformou, aos olhos da crítica, em um dos mais importantes nomes surgidos no cenário musical internacional no século XX.

Bennett ganhou 17 prêmios Grammy, incluindo o prestigiado Grammy Lifetime Achievement Award – o primeiro em 1963, os dois mais recentes em 2012 pelo disco “Duets II”, dois Emmys (o Oscar da TV), tem uma estrela na calçada da Fama, em Hollywood, foi escolhido para integrar o Hall da Fama das Big Bands e do Jazz, recebeu o prêmio “Cidadão do Mundo” das Nações Unidas, entre tantas outras honrarias.

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Tony Bennett integra a seleta lista dos artistas que mais venderam em todo o mundo – foram 50 milhões de cópias só nos Estados Unidos de seus mais de 70 discos. Apesar de seus 85 anos, continua gravando e fazendo turnês por todo o mundo e seus shows são, até hoje, considerados verdadeiros acontecimentos.

 

O público brasileiro terá em dezembro uma nova oportunidade de assistir a este acontecimento.Em São Paulo ele se apresentará na Via Funchal no dia 1 de dezembro.

Fonte: Viafunchal.com.br

Fiquem com o dueto que o cantor fez junto com a excêntrica Lady Gaga, “The lady is a Tramp” em 2011.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ZPAmDULCVrU] 

Oito cuidados que o paciente com diabetes deve ter ao praticar exercícios físicos

Aplicação de insulina, dieta rígida, avaliações constantes da glicemia: conviver com o diabetes não é tarefa das mais fáceis. Mas são justamente esses cuidados que tornam a vida dos 10 milhões de brasileiros que, segundo o Ministério da Saúde, possuem a doença com muito mais qualidade. Com os devidos cuidados, a pessoa com diabetes pode fazer tudo o que uma pessoa saudável é capaz de fazer, inclusive exercícios físicos.

A atividade física faz parte do tratamento não farmacológico, aquele que vai além dos remédios. O exercício auxilia no ajuste do controle glicêmico e reduz a dose necessária de insulina e medicamentos orais, além de diminuir o percentual de gordura e aumentar a massa magra. Aproveite para calçar o tênis e correr para a academia, mas com todos os cuidados necessários. Nós te contamos quais são.

Auxílio profissional

Consultar um médico antes de iniciar uma atividade física é um cuidado obrigatório para qualquer pessoa. Para o paciente de diabetes, vale o mesmo. O aval médico é ainda mais importante para quem tem risco para doença cardiovascular ou mais de 40 anos. A atividade física deve ser preferencialmente supervisionada por educador físico, o profissional apto a definir intensidade, duração e o tipo de exercício físico, tornando-o mais eficiente e seguro. Mas os especialistas recomendam: Nos casos em que não for viável o acompanhamento desse profissional, a atividade física não deve ser evitada, mas realizada de acordo com a recomendação médica.

Tempo e frequência

Nada de passar horas na academia, 60 minutos de exercícios físico diários, com frequência de no mínimo três vezes por semana, são comprovadamente suficientes para melhorar os níveis de glicose no sangue do paciente. Mas se você gosta de malhar, não existem limitações. O portador de diabetes – devidamente controlado – pode praticar exercícios durante o mesmo tempo, frequência e intensidade que qualquer outra pessoa.

Para controlar a glicemia

A redução dos índices de glicemia é um dos efeitos mais significativos da atividade física no diabetes. A glicose é fonte predominante de energia nos 30 primeiros minutos de exercício. Assim, a atividade física tem função parecida com a insulina quanto à utilização de glicose pela célula.

A realização de exercícios físicos estimula a secreção de alguns hormônios, como o cortisol e o GH (hormônio do crescimento). Em consequência, o fígado produz glicose, o que pode aumentar a glicemia. Por outro lado, o exercício aumenta a sensibilidade dos tecidos corporais à insulina ? fazendo com que o corpo metabolize a glicose com mais facilidade. O corpo age como uma balança frente ao exercício: alguns processos físicos aumentam a glicemia, enquanto outros diminuem.

Se antes do exercício a glicemia estiver elevada (maior que 250mg/dl), o exercício está contraindicado, já que pode causar um pico glicêmico. Caso ela esteja inferior a 150mg/dl, a atividade pode ser realizada naturalmente, ajudando até a diminuir esses valores. Caso a glicemia esteja abaixo dos valores considerados normais (de 70 a 140mg/dl, aproximadamente), a atividade pode gerar hipoglicemia e, por isso, deve ser evitada.

Ajuste da insulina

A insulina e as medicações que diminuem a glicemia têm sua ação intensificada pelo aumento do metabolismo que ocorre durante o exercício físico. Por isso, é recomendado que, sob orientação médica, a dose da medicação tomada seja menor no dia da realização da atividade física. Este mecanismo é um dos responsáveis por hipoglicemias induzidas pelo exercício. O paciente deve fazer a monitorização frequente da glicemia até entender como o seu corpo se comporta antes, durante e a após a atividade física, fazendo a suplementação quando necessário.

Alimentação

Uma pequena quantidade de carboidrato – como uma fatia de pão integral ou uma barrinha de cereais – antes da atividade física é recomendado. Esse nutriente é precursor da glicose e é liberado lentamente no organismo, o que evita a queda brusca da glicemia. Após a prática de exercícios, também é importante consumir carboidratos para repor as energias gastas.

Saia da esteira

Exercícios aeróbicos, como a caminhada, são muito importantes para quem tem diabetes, mas estudos recentes mostram que a musculação também pode ser muito vantajosa para quem convive com a doença. Isso porque as contrações musculares repetidas estimulam componentes da membrana celular. Isso faz com que as proteínas celulares carreguem mais facilmente a glicose para dentro da célula. Além de controlar o nível de açúcar no sangue, o exercício pode, a longo prazo, diminuir a dependência da suplementação de insulina

Cuidado com os pés

O paciente de diabetes pode apresentar uma complicação chamada neuropatia, que causa a diminuição da sensibilidade, principalmente em extremidades, como os pés. Essa complicação pode gerar um dos transtornos mais conhecidos do diabetes: o pé diabético. O paciente pode se machucar e não perceber, o que – associado à circulação sanguínea deficitária – pode levar, em casos graves, até à amputação. Mas evitar o problema é simples: use meias e calçados adequados e confortáveis, principalmente durante a atividade física, e olhe bem seus pés diariamente – assim qualquer lesão pode ser identificada e tratada logo no começo.

Diabetes tipo 1

Os cuidados para o portador de diabetes tipo 1 – doença de caráter genético e não adquirido – são os mesmos indicados para quem tem diabetes tipo 2, com uma única diferença: esse indivíduo necessariamente utiliza insulina, o que pode aumentar ainda mais as chances de hipoglicemia. Vale redobrar a atenção nesses casos e fazer as medições antes de qualquer prática.

 

Fonte:UOL

“Curvas da Vida”

Uma ligeira dificuldade para o público brasileiro se ligar de imediato em “Curvas da Vida” é o fato de se tratar de um filme sobre beisebol, esporte com escassa popularidade no país.

A compensação é contar na liderança do elenco com o veterano Clint Eastwood, de 82 anos, voltando a atuar depois de quatro anos –não o fazia desde “Gran Torino” (2008), quando tinha prometido não voltar a aparecer diante da câmera.

A promessa não cumprida do premiado diretor de “Os Imperdoáveis” (1993) e “Menina de Ouro” (2004) –que lhe deram o Oscar de direção– acaba sendo um dos principais trunfos deste primeiro roteiro de Randy Brown e também o filme de estreia de Robert Lorenz, habitual produtor e diretor-assistente de Eastwood, nesta segunda função desde “As Pontes de Madison” (1995). O diretor de fotografia, Tom Stern, também é constante colaborador dos dois.

Portanto, em termos de equipe e tipo de história Eastwood está em casa em “Curvas da Vida” –que pode nem ser seu filme mais brilhante, mas garante uma eficiência dramática e humor mais do que suficientes para torná-lo prazeroso de assistir. Ainda mais contando com Amy Adams dividindo a cena com Eastwood, no papel de sua filha, Mickey.

Há muito tempo o velho caubói Eastwood percebeu a vantagem de ter como adversária no duelo emocional e verbal uma personagem feminina –lembre-se, por exemplo, de Hilary Swank em “Menina de Ouro”. Indicada ao Oscar em “Dúvida” (2008) e em “O Vencedor” (2010), Amy Adams é outra contendora à altura, sem precisar usar os punhos.

Na verdade, é a personagem de Mickey quem mais se transforma ao longo da história, permitindo revelar os muitos recursos desta atriz, inclusive o charme e a beleza.

Vivendo uma advogada bem-sucedida, às vésperas de transformar-se em sócia do escritório onde trabalha, ela se desloca de sua zona de conforto para ir ao encontro do pai, com quem viveu sempre um relacionamento turbulento.

O motivo desta virada é o afeto. Gus (Clint Eastwood), um calejado olheiro de beisebol a serviço do clube Atlanta Braves, está sofrendo de um severo problema de vista, possivelmente passível de operação.

Mas ele nem quer ouvir falar de sair de cena. Prefere encarar mais uma viagem, à Carolina do Norte, dirigindo arriscadamente o próprio carro velho, para avaliar o potencial de um garoto que pode ser a mais nova contratação do clube, Bo Gentry (Joe Massingill).

Avisada por um velho amigo do pai e seu chefe, Pete Klein (John Goodman), de que o próprio emprego dele corre riscos, Mickey hesita antes de partir ao seu encontro para ajudá-lo. O beisebol, aliás, não lhe é nada estranho pois, desde a morte de sua mãe, o pai costumava arrastá-la, ainda criança, pelos bastidores dos jogos.

Encarnando seu melhor mau-humor, Gus recebe mal a tentativa de apoio da filha, tentando dispensá-la. Mas a teimosia é um traço comum entre ambos e ela persiste, ainda que tendo que desdobrar sua atenção para não perder de vista o processo que pode garantir sua promoção em Atlanta.

O melhor do filme se passa nesse conflito pai-filha, que não tem maiores segredos, tal como o resto do filme. Até mesmo o interesse romântico para ela representado pelo ex-jogador Johnny (Justin Timberlake) é pura rotina.

Criando um mundo confortável para o espectador, “Curvas da Vida” não faz segredo de quem são os bons e os maus, nem de que os últimos devem esperar punição. Mesmo assim, semeia pequenas surpresas para sustentar alguma renovação do encanto da fórmula do bom e velho melodrama.

É certo que nenhum brasileiro deve sentir-se motivado a tentar entender mais de beisebol ao final da projeção. E isso não terá a menor importância.

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Fonte:UOL

Alimentação reduz risco de doenças cardíacas em até 80%

Orquestrar as batidas do coração é um desafio para cada indivíduo do planeta. A Organização Mundial da Saúde (OMS) sabe bem disso, porque estima que cerca de 16,6 milhões de pessoas morram, anualmente, de doenças cardiovasculares – grupo que engloba males como infarto e insuficiência cardíaca, além de hipertensão e derrame cerebral. As falhas no músculo respondem por uma em cada três mortes no mundo.

De acordo com relatório da Organização, até 2010, as doenças cardiovasculares serão a principal causa de mortalidade nos países em desenvolvimento.Segundo os especialistas, os maus hábitos alimentares, o sedentarismo e o estresse estão associados ao aumento da incidência de males do peito.

A Associação Americana do Coração recomenda que, a partir dos 20 anos de idade, já se comece a olhar com mais carinho para o músculo e prevenir problemas cardíacos. A ideia é evitar um mal cada vez mais comum: infartos em pessoas com cerca de 40 anos.

Para quem adota hábitos saudáveis, como praticar exercícios, abster-se do cigarro e comer bem, a diminuição do risco de doenças cardíacas cai para um porcentual de 80%.

Colesterol em equilíbrio 

Alimentar-se da forma correta quer dizer reduzir as garfadas em gordura animal e açúcares. Uma em cada cinco pessoas no mundo tem o colesterol alterado. Como os males cardiovasculares estão diretamente relacionados ao colesterol elevado o jeito é abrir bem os olhos para essa gordura. O fígado produz cerca de 70% do colesterol do organismo e cerca de um terço do que circula no sangue vem da dieta.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia está fazendo jogo duro contra o colesterol: recomenda que pacientes de risco devem ter no máximo 100 miligramas de LDL, o mau colesterol, por decilitro de sangue. Já o número desejável de HDL, ou colesterol bom, subiu de 35 para 40. Isso não significa que seu prato ficará pobre de comida, do contrário. Há uma farta lista de alimentos que encorpam o time dos melhores amigos do coração, cheios de nutrientes, capazes de blindar esse músculo vital contra os principais ataques. Em contrapartida, deve-se ficar longe os vilões da história, que sobrecarregam o coração.

Listamos aqui, os amigos e inimigos do seu prato e do seu peito.

Os heróis da resistência

1. Castanhas, nozes, avelãs, amêndoas e pistache
Cientistas da Universidade Park, do Estado do Texas, nos Estados Unidos, concluíram que esses alimentos reduzem o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Isso porque contêm gorduras insaturadas, que aumentam o número de receptores do colesterol ruim (LDL) nas células. Assim o bandido é sequestrado e utilizado pelo corpo de maneira mais eficaz. Ricos em vitamina E, os petiscos agem como antioxidantes, impedindo o depósito de gordura nas artérias (ateromas). Mas quando são industrializados e fritos, eles têm o valor nutricional reduzido e também podem provocar graves alergias alimentares .
2. Chocolate

Em um relatório apresentado na reunião anual da Associação de Cardiologia dos Estados Unidos, em Chicago, os pesquisadores afirmaram que o chocolate preto, em pequenas quantidades, pode reduzir o risco de um ataque cardíaco por diminuir a tendência de coagulação das plaquetas, processo responsável por obstruir os vasos sanguíneos  Os flavonoides presentes no chocolate são capazes de reduzir o colesterol do mal ( LDL) e podem impedir a arteriosclerose, processo degenerativo que provoca a obstrução progressiva das artérias. Outra pesquisa da Universidade da Pensilvânia (EUA) constatou que consumir 38 gramas de cacau em pó ou de chocolate amargo todo os dias o equivalente a cerca de duas trufas pequenas), pode reduzir os níveis de colesterol ruim em 4% e elevar o HDL, o bom colesterol, em outros 4%. Mas, é claro, a guloseima deve ser consumida com moderação. Além do mais, fuja dos produtos que abusam da gordura hidrogenada para substituir o cacau. Confira as proporções no rótulo. 

3. Alho
Seu segredo está nos compostos sulfurados. Esses nutrientes reduzem a pressão arterial e as taxas de LDL, além de prevenir contra tumores. O alimento também impede que o colesterol grude nas paredes das artérias. O ideal é consumir até três dentes crus por dia.

4. Cebola
Assim como o chocolate, a cebola diminui a formação de placas de gordura que causam a obstrução dos vasos sanguíneos  O resultado desse entupimento é a arteriosclerose, processo de endurecimento das artérias, capaz de levar ao infarto. A quantidade recomendada é de meia cebola crua por dia. 

5. Peixes
Cardiologistas do Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana. O ideal é o consumo de peixes grelhados ou assados, de preferência acompanhados de molhos leves, arroz, purês e vegetais. Tudo isso porque a turma dos mares carrega o ômega 3, um tipo de ácido graxo que promove uma faxina geral nas artérias. Esse nutriente é encontrado principalmente nos nadadores das águas frias, como salmão, atum, sardinha, arenque, anchova, tainha, bacalhau e a truta. O ômega 3 atende dois requisitos fundamentais para o coração bater a todo vapor: aumenta o HDL, o colesterol bom, e reduz o ruim, o LDL. 

6. Laranja, morango, kiwi e goiaba
Esse time de frutas possui um ingrediente essencial ao coração: vitamina C, um poderoso antioxidante que também reforça a parede das artérias, por combater a formação das malfadadas placas de gordura. Ao comprovar que esse nutriente atua nos vasos, uma pesquisa da Universidade de Frankfurt, na Alemanha, apontou que a vitamina C é uma ótima pedida para quem sofre de insuficiência cardíaca. O ideal é consumir, no mínimo, duas frutas por dia ricas nesse nutriente. 

7. Azeite de oliva 
Diversos estudos apontam a importância desse óleo extraído do caroço da azeitona no combate às doenças cardíacas. O azeite de oliva possui grande quantidade de ácidos graxos monoinsaturado e antioxidantes, sendo um aliado na diminuição dos níveis de colesterol ruim (LDL). Segundo as pesquisas, indivíduos que consomem mais manteiga e outros óleos correm um risco de vida três vezes maior na comparação com os aficionados do azeite. 

8. Vinho tinto
Está mais do que provado que tomar um cálice da bebida dos deuses no almoço e outro no jantar pode inibir o enferrujamento do LDL, colesterol do mal. Quando está oxidado fica mais fácil para as moléculas do danado se depositarem nas coronárias, entupindo geral. Como o vinho tinto fica mais em contato com a casca da uva, ele traz mais vantagens ao organismo do que o branco. A bebida é um coquetel de flavonóides, antioxidante capaz de diminuir os riscos de doenças cardiovasculares justamente por evitar a formação das placas de gordura.
9. Abacate
Assim como o azeite de oliva, esta fruta é rica em gordura monoinsaturada, que ajuda a aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL, e despachar o colesterol ruim do sangue. Além disso, é rico em triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor que promove sensação de bem-estar. Esse nutriente atua como protagonista na combate a depressão. Mas o que os deprimidos têm a ver com os infartados? Muita coisa. Um levantamento feito pela Federação Mundial de Cardiologia mostrou que 45% das vítimas de infarto também tinham depressão. O estresse e a depressão elevam os níveis hormonais de cortisol e adrenalina no sangue, prejudicando o trabalho cardíaco. Esses hormônios causam espasmos nos vasos e isso faz com que placas de gordura acumuladas ali despenquem para o sangue, formando os indesejados coágulos que correm para bloquear o caminho do sangue nas artérias. 

10. Fibras 
Presentes na aveia, feijão, cereais, maçã, goiaba e cenoura, as fibras solúveis facilitam a remoção do colesterol ruim (LDL) do corpo. 

11. Tomate
Ele está cheio de licopeno. Sabe-se que esse pigmento vermelho, também presente na goiaba e na melancia, tem propriedades antioxidantes capazes de livrar as artérias do colesterol inimigo (LDL). Cientistas da Universidade Harvard (EUA) analisaram mil mulheres por dez anos para concluir que aquelas com os maiores níveis do pigmento no plasma sanguíneo tinham o coração protegido. 

12. Feijão,banana e couve
O segredo desses alimentos está em serem boas fontes de vitaminas do complexo B. Elas dão uma mãozinha no controle das taxas de homocisteína no sangue, um aminoácido tão relacionado aos problemas cardíacos que pode indicar tendências ao infarto. Sua presença em excesso no sangue é um baita sinal vermelho denunciando que o peito vai mal. Estudos sugerem que a homocisteína altere o tecido das artérias coronárias, facilitando, assim, a deposição de gorduras nas paredes dos vasos sanguíneos.

Os vilões do ataque ao músculo


1. Gorduras 
Gorduras saturadas facilitam o aumento dos níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue. Elas estão presentes na manteiga, no óleo de coco e na banha. Já os ácidos graxos trans, também relacionados a doenças cardiovasculares, aparecem em alimentos de origem vegetal, como as margarinas. Reduza o consumo de carnes vermelhas, ricas nesse tipo de gorduras. Procure substitui-las por frango ou peixe . Também prefira as margarinas com fitosterol, um esteroide que impede a absorção de colesterol pelo intestino. O colesterol está presente apenas em comidas de origem animal, como gema do ovo, fígado, vitela, frios e embutidos. É encontrado, em menor quantidade, na gordura da carne, no  leite integral na manteiga e nos queijos amarelos.

2. Açúcares
O excesso de açúcar na circulação ameaça o equilíbrio dos componentes sanguíneos  além de ferir a camada interna dos vasos, elevando o perigo de depósitos de gorduras nos canais de circulação. Estima-se que doenças coronarianas podem aparecer até dez anos antes nos diabéticos, grupo que sofre com o descontrole dos níveis de glicose no sangue.


3. Sal

Seis gramas é a dose máxima recomendada de consumo diário de sal. Acima disso há riscos para o coração, sobretudo de hipertensão arterial. Nos hipertensos, a pressão alta causa lesões nas paredes dos vasos. Quando isso acontece, o corpo envia um exército de plaquetas com a missão de regenerar o local atingido. Com grande poder de coagulação, as plaquetas captam o excesso de colesterol e triglicérides (gorduras que vagam pelo sangue até serem transformadas em energia pelas células) que aparecem pelo caminho. O resultado é transformação do conjunto de múltiplas plaquetas em coágulos, as placas que entopem os vasos, causando o infarto.

4. Álcool
O consumo do álcool em excesso também pode obstruir nossas artérias. A bebida aumenta os níveis de triglicérides no sangue e, assim, cresce o perigo de essa gordura entupir os vasos sanguíneos, junto a moléculas de colesterol, e provocar um ataque cardíaco.

Não bastasse, o álcool pode ser ainda mais danoso ao miocárdio. Doses excessivas, sobretudo de destilados, enfraquecem o músculo e podem, em última instância, fazê-lo parar de bater.

 Fonte: minhavida.com.br

Região entre os dentes necessita de escova especial

As cáries e as doenças gengivais atingem mais de 88% da população mundial, ou seja, mais de cinco bilhões de pessoas sofrem com estas doenças. Mas, com os avanços tecnológicos das últimas décadas e o aparecimento de novos exames para diagnóstico, tornou-se mais fácil comprovar que a grande maioria das pessoas possui uma superfície côncava na região localizada entre os dentes, o que requer uma higienização mais específica, com um produto adequado.

 Quando a região entre os dentes é côncava, a cavidade bucal fica mais vulnerável, o que explica o motivo pelo qual, em pleno século XXI, apesar de todos os esforços realizados para a prevenção, estas doenças continuam incidindo em praticamente todos os indivíduos. Na realidade, creio que a atual odontologia utiliza instrumentos inadequados para combater o inimigo, quer dizer, para a correta higienização da região entre os dentes, é necessária a utilização de uma escova especial chamada interdental com cerdas longas e ultramacias que são efetivas e atuam sem machucar as gengivas.

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O fio ou fita dental, muito utilizados nessa tarefa, não conseguem atingir e limpar estas regiões proximais, pois apoiam nas extremidades dos dentes (vestibular e lingual) e não alcançam a área central côncava. O acúmulo da chamada placa bacteriana, placa dental ou biofilme oral provocam a cárie e as doenças gengivais. O mais grave é que estas doenças orais podem precipitar ou agravar uma série de doenças sistêmicas como, por exemplo, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral, problemas respiratórios, diabetes, problemas gastrointestinais e até mesmo provocar parto prematuro.

Assim, é fundamental a prevenção destas doenças orais para a manutenção de uma vida saudável e livre de doenças mais graves.

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As escovas interdentais não machucam, pois são feitas com filamentos ultramacios, flexíveis e com extremidades arredondadas que respeitam a papila gengival e alcançam todos os nichos de retenção do biofilme oral. As escovas interdentais são apropriadas tanto para pessoas jovens como idosas, e podem ser utilizadas em todas as especialidades da odontologia. Porém é importante ressaltar que todos os cuidados devem ser indicados por um dentista, que é o especialista no assunto e pode indicar o tratamento correto para cada caso.

Fonte: Abril.com

“O Palhaço” e outros sucessos nacionais ganham exibição no Parque do Ibirapuera

Programação do “Cine Tela Brasil” ocorre nos dias 23, 24 e 25 de novembro

“O Palhaço”, protagonizado e dirigido por Selton Mello é um dos destaques da programação

Filmes nacionais de destaque em sessões gratuitas fora das salas de cinema. Com essa proposta, o Cine Tela Brasil chega ao Parque do Ibirapuera. Nos dias 23, 24 e 25 de novembro, a sala de cinema itinerante do projeto exibe cinco longas nacionais, tanto para adultos quanto crianças.

Serão seis sessões diárias, com entrada Catraca Livre. A sala será montada ao ar livre, próxima aos portões 2, 3 e 10.

Entre os destaques da programação está “O Palhaço”, filme dirigido e protagonizado por Selton Mello, candidato do Brasil à vaga no Oscar 2013 de melhor filme estrangeiro.

Ainda dá tempo de conferir:

Dia 24/11 – Sábado
10h30 – Eu e Meu Guarda-Chuva
13h30 – Rio
15h30 – As Melhores Coisas do Mundo***
18h – O Palhaço*
20h – Bicho de Sete Cabeças***

Dia 25/11 – Domingo
10h30 – Rio
13h30 – Eu e Meu Guarda-Chuva
15h30 – Rio
18h – O Palhaço*
20h – Chega de Saudade**

*Classificação indicativa: 10 anos
**Classificação indicativa: 12 anos
***Classificação indicativa: 14 anos

 

Fonte: UOL

Você sabe dos perigos do câncer bucal?

Fumo e bebida alcoólica são os principais fatores de risco da doença


O que é câncer na boca?

É um tipo de câncer que geralmente ocorre nos lábios (mais freqüentemente no lábio inferior), dentro da boca, na parte posterior da garganta, nas amígdalas ou nas glândulas salivares. É mais freqüente em homens do que em mulheres e atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos de idade. O fumo, combinado com o excesso de bebida alcoólica  é um dos principais fatores de risco. Se não for detectado de maneira precoce, o câncer bucal pode exigir tratamentos que vão da cirurgia (para a sua remoção) à radioterapia ou quimioterapia. Este câncer pode ser fatal, com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de 50%. Uma das razões pelas quais este prognóstico é tão negativo é o fato de que os primeiros sintomas não serem reconhecidos logo. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.

Câncer de boca

Quais os sintomas deste tipo de câncer?

Nem sempre é possível visualizar os primeiros sinais que indicam a existência do câncer bucal, o que aumenta a importância das consultas regulares com o dentista ou o médico. Seu dentista foi preparado para detectar os primeiros sinais do câncer bucal. Contudo, além das consultas regulares, é preciso que você fale com seu dentista se perceber qualquer dos sinais abaixo:

– Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangra facilmente e não parece melhorar;

-Um caroço ou inchaço na bochecha que você sente ao passar a língua;

-Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;

-Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca;

– Dificuldade para mastigar ou para engolir;

-Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta;

– Inchaço que impede a adaptação correta da dentadura.

– Mudança na voz.

Como evitar o câncer bucal?

O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.

Fumo: a ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida. O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes. Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Como muitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado.

Mascar tabaco: o hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal. O melhor a se fazer é não fumar nem usar quaisquer outros produtos derivados do tabaco. Quando uma pessoa pára de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.

Como se trata o câncer bucal?

Depois do diagnóstico, uma equipe de especialistas (que inclui um cirurgião dentista) desenvolve um plano de tratamento especial para cada paciente. Quase sempre a cirurgia é indispensável, seguida de um tratamento de radio ou quimioterapia. É essencial entrar em contato com um profissional que esteja familiarizado com as mudanças produzidas na boca por essas terapias.

Que efeitos colaterais a radioterapia produz na boca?
Quando a radioterapia é usada na área de cabeça e pescoço, muitas pessoas experimentam irritação ou ressecamento da boca , dificuldade de deglutir e perda do paladar. A radiação também aumenta o risco de cáries e, por isso, é muito mais importante cuidar bem da boca e da garganta neste período. Converse com seu dentista e seu médico oncologista sobre os problemas bucais que você possa ter durante ou depois do tratamento. Antes de começar a radioterapia, não se esqueça de discutir com seu dentista os possíveis efeitos colaterais e a forma de evitá-los.

Como manter a saúde bucal durante a terapia?

Use uma escova macia depois das refeições e fio dental diariamente. Evite condimentos e alimentos ásperos como vegetais crus, nozes e biscoitos secos. Evite o fumo e o álcool. Para não ficar com a boca seca os doces e chicletes não devem conter açúcar. Antes de começar a radioterapia, consulte seu dentista e faça uma revisão completa dos seus dentes e peça ao dentista para conversar com seu oncologista.

Fonte: minhavida.com.br

Controlar o colesterol sem remédios

Apesar de ser visto como inimigo da saúde, o colesterol é uma das gorduras essenciais para o organismo, necessário para a produção de novas células, vitamina D e de hormônios esteróides – como testosterona e progesterona. O problema é que, em excesso, traz prejuízos à saúde. E graves.

A primeira medida para controlar a evolução do colesterol é alterar a dieta e os hábitos de vida. Esta é a forma preferencial de tratamento. Controlar a dieta, fazer exercício, desde uma simples caminhada ou, por exemplo, Pilates, tem benefícios rápidos e eficazes.

Colesterol
Enquanto uma parte desta gordura é produzida pelo fígado, a outra chega por via da alimentação. No sangue, a gordura circula ligada a proteínas, formando partículas – as que mais se evidenciam são a LDL e HDL. A principal diferença entre estas é que a gordura LDL carrega o colesterol para os tecidos do organismo, enquanto a HDL transporta a gordura para o fígado, onde se dá sua eliminação sobre a forma de sais biliares.

Esta é a razão para que o colesterol LDL seja nocivo: quando aparece em grandes quantidades, contribui para a formação de placas de gordura no sangue. Essas, por sua vez, podem obstruir a circulação do coração, provocando doenças como o enfarte. Embora a genética das pessoas possa influenciar os níveis de colesterol, a alimentação costuma ser a grande causa do problema.

Por isso, o melhor é começar por ter cuidado com o que come. Alimentos de origem animal, por exemplo, são reis em colesterol. Por outro lado, há aqueles que são verdadeiros aliados, pois ajudam a reduzir as taxas dessa substância no sangue.

Não exagere:
– Carne, especialmente as gordurosas, vísceras (fígado e miolo), embutidos, peles de aves e asa de frango
– Laticínios (leite integral, queijos amarelos, molhos gordurosos)
– Frutos do mar (camarão, lula, etc.)
– Manteiga (bolos prontos, tortas, massa folheada, biscoitos amanteigados)
– Banha de porco
– Sorvetes, biscoitos recheados, leite condensado, chocolate (o branco é o pior) fast food e salgados (principalmente os folheados)

O que deve incluir na dieta:
– Aveia: contém uma fibra que auxilia na redução do colesterol LDL. Duas colheres de sopa de farelo de aveia é o ideal. É no farelo que encontramos a maior concentração desta fibra.
– Soja: 25 gramas de proteína de soja por dia é suficiente para evitar o aparecimento de doenças do coração, pois ajuda a reduzir os níveis de LDL e de colesterol total.
– Fitoesteróis: estas substâncias são encontradas nos vegetais (como sementes de girassol) e também impedem a absorção de gordura na dieta, o que favorece a redução do colesterol. Podem ser encontrados em produtos como margarinas e iogurtes.
– Antioxidantes: estes podem inibir a oxidação das partículas LDL, diminuindo seu poder de obstrução de vasos sanguíneos. Os flavonóides são encontrados principalmente em vegetais verde-escuros, frutas (como cereja, amora, uva, morango e maçã), grãos (soja, etc), sementes, castanhas, condimentos e ervas (cravo e alecrim) e também nas bebidas, como o vinho, sumo de uva e chás.

Fonte: Terra