Bebidas para se refrescar no verão e ainda manter a saúde

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O verão chegou e, com ele, a necessidade de se hidratar mais. E é bom caprichar mesmo porque a temperatura promete subir muito em janeiro e fevereiro.

Uma pesquisa realizada pela agência meteorológica do Reino Unido mostra que 2017 será um dos anos mais quentes de que se tem notícia. A razão para isso é a combinação entre os efeitos do El Niño — fenômeno atmosférico que aquece águas dos oceanos e altera o clima global — e os gases do efeito estufa.

Para ajudá-lo a encarar o sol e a praia que estão a caminho, selecionamos uma lista de bebidas e alimentos que hidratam, refrescam e espantam o calor. Você vai conhecer prós e contras de cada para fazer as suas escolhas.

1. Águas aromatizadas ou saborizadas

Elas chegaram com tudo. Estão na moda e marcam presença em restaurantes e bares, sendo apreciadas principalmente por quem acha a água sem graça. Mas são saudáveis? As versões naturais, que você prepara em casa, sim. Uma excelente opção é adicionar galhos de hortelã limpos e frescos e um pedaço pequeno de gengibre à bebida. A hortelã favorece a digestão e o gengibre contém o ativo gingerol, um antisséptico e anti-inflamatório natural.

2. Chá gelado

Não dá para negar que um chá geladinho ajuda a driblar a sede. Mas, diante da variedade de produtos disponíveis, qual escolher? A melhor opção será sempre a natural, sem açúcar e à base de ervas, flores e especiarias, como erva-mate, hibisco, camomila e gengibre. Preparado com água e um ingrediente principal, esse tipo de bebida preserva antioxidantes e substâncias anti-inflamatórias. Cuidado apenas com a procedência da erva e com a quantidade de chá ingerida. Compre esses produtos em estabelecimentos de confiança, verifique se não estão mofados e se não apresentam sujidade.

3. Água de coco

Uma das deliciosas vantagens do verão é aproveitar praias, parques e praças — e se lambuzar com uma refrescante água de coco. O líquido é naturalmente rico em água e minerais que auxiliam na hidratação. Além da água da fruta, podemos consumir a carne do coco. Ela é gostosa e carrega fibras e gorduras que garantem a saciedade por mais tempo. Em um copo de 200 mililitros dessa bebida há 93% de água. O restante é composto por açúcar, proteínas, sais minerais e fibras. O consumo do líquido in natura é o mais indicado.

4. Sucos naturais

Os especialistas preferem os sucos naturais. Por serem feitos com ingredientes frescos, eles mantêm os nutrientes. O suco integral não carrega conservantes nem é adoçado artificialmente. No entanto, se no momento de escolha você só tiver o néctar, não precisa se martirizar. Ao optar pelo néctar, escolha aqueles que seriam iguais ao que você prepara em casa. Por exemplo: dificilmente você fará um suco puro de maracujá ou de limão. Então, não tenha medo se, às vezes, recorrer a esses produtos. Mas analise para ver se vale a pena.

5. Picolé e sorvete de massa

Por mais tentadores que sejam, cabe lembrar que os sorvetes de massa possuem um monte de açúcar e, em boa parte dos potes, a famigerada gordura trans, criada pela indústria para melhorar o sabor e a durabilidade dos alimentos na gôndola. Acontece que estudos científicos comprovaram que essa molécula é muito prejudicial à saúde. Por isso, a opção das nutricionistas é o picolé — em geral, preparado com suco da fruta e açúcar. Se tiver que escolher, opte por um de frutas, mas não pense nele como lanche. Nas refeições intermediárias, coma o vegetal in natura mesmo para matar a fome.

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6. Açaí na tigela

Não abre mão dessa delícia originária da Amazônia e está no grupo dos que precisam controlar a ingestão de açúcares? Então fique de olhos abertos: a maioria das versões vendidas nas ruas têm adição de xarope de milho. É importante checar o rótulo para adquirir os que contenham a polpa de açaí. Mas a fruta não deve sair do cardápio. Ela é rica em antioxidantes e proporciona saciedade. Mas a polpa congelada, na maioria das vezes, é adoçada. Assim, é melhor escolher acompanhamentos como frutas, coco ralado e opções sem açúcar. Garantimos: não é necessário adicionar xaropes como o de guaraná na tigela. As frutas e os cereais já dão um gosto especial. Mas se está sentindo falta de um docinho, considere o açúcar mascavo ou mesmo o de coco.

7. Raspadinha

A procedência da água usada para fazer essa guloseima praiana é comumente negligenciada. Mas é aí que mora o perigo. Se não for potável, ela pode ser veículo de transmissão de várias doenças, ocasionando de diarreia à hepatite A. Também é importante saber que tipo de suco foi usado para prepará-la e se foi adicionado algum xarope. Um suco natural é o ingrediente perfeito para uma raspadinha deliciosa. Bata água de coco com suco de uva no liquidificador. Ponha em um saco e leve ao freezer até endurecer. Se preferir, use suco de maçã concentrado.

8. Água mineral

A água deve ser ingerida pura e estar sempre disponível. Ela é a nossa principal fonte de hidratação. Uma dica para saber se você está bebendo a quantidade ideal é observar a cor da urina, que deve ser clara. Nas ruas, o principal cuidado é comprar uma água mineral de fonte ou empresa reconhecida. Sempre a adquira em um comércio formal, que forneça nota fiscal. Nesses locais, o risco de levar um produto adulterado é menor. Como as águas são extraídas de fontes naturais, pegue as que você já está acostumado — mais por uma questão de sabor do que por qualquer outro detalhe. O sódio encontrado nas versões minerais é natural das fontes das quais ela são extraídas. Sua quantidade é muito pequena frente às recomendações diárias (um copo de água há 0,15% da indicação de consumo). Assim ela não vai prejudicar o funcionamento do corpo. Evite apenas ingeri-la durante as refeições. Vale lembrar que nosso corpo precisa de aproximadamente 2 litros de água por dia para regular a temperatura, transportar minerais e vitaminas e por aí vai. E uma ótima notícia: o consumo adequado ajuda até a acabar com aquela falsa sensação de fome. Portanto, hidrate-se.

Como o cigarro estraga sua aparência

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Linhas de expressão em volta da boca, dentes escurecidos, ponta dos dedos amareladas e olheiras profundas. Muitas vezes nem é preciso ver alguém com um cigarro na mão para deduzir que ela é adepta do tabagismo. O vício é denunciado pela aparência de quem fuma – e não é para menos. Cada tragada leva mais de 4.700 substâncias tóxicas para dentro do organismo. Veja como esse hábito prejudica sua aparência.

Rugas

Ao lado exposição excessiva e descuidada ao sol, o tabagismo aparece como um dos principais causadores das rugas. A própria contração muscular feita no ato de tragar cria linhas de expressão. Além disso, as substâncias presentes no cigarro promovem a liberação de radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular. Para amenizar os prejuízos, a especialista recomenda tratamentos com colágeno e ácido hialurônico, mas somente abandonar o cigarro faz com que os efeitos negativos sejam neutralizados.

Elasticidade da pele

De acordo com o presidente da comissão de tabagismo da SBPT, por razões ainda não totalmente esclarecidas, a nicotina causa contração dos vasos, diminuindo o fluxo sanguíneo. Isso significa que os tecidos receberão menos oxigênio, o que pode lesionar as fibras elásticas da pele, prejudicando a síntese de colágeno. Como o colágeno é um dos principais responsáveis pela elasticidade da pele, adeptos do tabagismo geralmente têm uma pele enrijecida e mais seca. Além disso, as substâncias presentes no cigarro também atrapalham a produção de elastina, proteína que dá sustentação à pele. Isso contribui ainda mais com a aparência espessa da pele.

Dentes

dentesUma característica bastante marcante, especialmente de quem fuma há muito tempo, são os dentes amarelados ou escuros. A nicotina e o alcatrão, entre outras substâncias presentes no fumo, aderem aos dentes de forma cumulativa. A cada tragada, o fumante deposita pigmentos que alteram a coloração normal dos dentes, o que também varia de acordo com sua higiene bucal e a concentração das substâncias presentes no cigarro.

Os prejuízos estéticos podem ser revertidos com limpezas, trocas de restaurações e outros tratamentos. Entretanto, o profissional aponta que apesar de visível e indesejado, esse é o menor dos problemas bucais de quem fuma. Fumantes sofrem muito mais de doenças nas gengivas, surtos de secura na boca e mau hálito.

Mãos

A impregnação da nicotina e alcatrão, duas substâncias presentes no cigarro, se dá até mesmo nas unhas e nas pontas dos dedos. Embora a aparência envelhecida saia com o tempo, o processo pode ser acelerado com tratamentos à base de ácido retinoico. Naturalmente, a mudança acontecerá dependendo do tempo e do número de cigarros que você fumou.

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Cabelos

O cigarro prejudica o fluxo sanguíneo como um todo, o que afeta até mesmo os cabelos. Por mais que o fumante cuide dos fios, eles nunca terão ao mesmo brilho e a mesma força de um cabelo bem cuidado de uma não fumante. Isso porque o menor aporte sanguíneo atrapalha a chegada de nutrientes no bulbo, de onde saem os fios de cabelo. Parar de fumar e manter uma dieta balanceada dão conta de resolver o problema, já que o crescimento do cabelo acontece de forma bastante rápida (cerca de um centímetro por mês).

Olheiras

olheirasCom a circulação sanguínea prejudicada, pessoas com predisposição genética a olheiras percebem piora do problema após se tornarem tabagistas. Com a contração dos vasos, decorrente das substâncias presentes no cigarro, todo o fluxo de sangue fica prejudicado. Além disso, como o cigarro favorece o aparecimento de rugas, que se tornam ainda mais evidentes em regiões do rosto em que a pele é mais fina, as olheiras ganham destaque ainda maior. Para suavizar as olheiras, vale fazer massagens locais, para resultados imediatos, ou investir em tratamentos como o peeling.

Celulite

Assim como as olheiras, a celulite também piora quando associada às substâncias presentes no cigarro. Isso acontece porque há prejuízo da circulação sanguínea. O menor aporte de sangue favorece não só o acúmulo de líquidos como também de toxinas pelo corpo, inclusive nas regiões afetadas pela celulite. A dermatologista lembra ainda que o quadro pode piorar ainda mais conforme outros agravantes forem se somando. Assim, uma mulher que faz uso de anticoncepcionais hormonais e que fuma ficará com o problema ainda mais evidente.

Fonte: Minha Vida

O que causa a sua dor de dente?

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O que você faz quando tem uma dor de dente? A maioria das pessoas tendem a buscar formas de aliviá-la, o que realmente é útil enquanto você espera marcar a consulta com um odontologista. No entanto, se a dor passa, a maioria simplesmente esquece o problema e deixa a consulta para lá. Mas aí está o perigo: muitas vezes o paciente nem sabe ao certo qual a causa da dor, já que ela pode se irradiar e parecer estar ocorrendo em outros dentes. Portanto, o problema pode ser até mais grave do que você imagina.

A dor de dente é um sintoma de vários problemas dentais diferentes. As causas podem estar relacionadas a diversas partes da boca, incluindo cáries, problemas periodontais (na gengiva), problemas endodônticos (no canal), traumas, problemas de oclusão. Veja a seguir algumas das principais causas da dor de dente e a importância de buscar tratamento.

Cáries

Não é à toa que a maioria das pessoas associa dores de dente a cáries: ela sem dúvidas é a culpada pela maior parte dessas queixas nas cadeiras dos dentistas. Normalmente as dores começam quando as lesões causadas pelas bactérias atingem camadas mais profundas dos dentes: pode começar a doer quando as cáries chegam à dentina, a camada logo abaixo do esmalte. Porém, isto varia muito de pessoa para pessoa: existem casos em que o paciente apenas começa a sentir dor quando já atingiu a polpa, e tem que tratar canal.

Nessas fases, apenas o tratamento com o dentista pode impedir o progresso da cárie, realizando alguma obturação ou mesmo tratando canal. Mesmo quando a bactéria ainda está só no esmalte do dente, o ideal é que um dentista acompanhe, oriente e aplique flúor gel ou verniz fluoretado para acelerar o processo.

Dente do siso

O dente do siso pode causar dores em diversos estágios de seu nascimento: desde sua erupção até a falta de espaço na gengiva, que o leva a pressionar os dentes vizinhos, trazendo um deslocamento dolorido. Entretanto, a principal causa da dor é a inflamação da gengiva que o dente não-erupcionado pode causar, já que a região não costuma ser acessada na hora da higienização, podendo infeccionar.

É muito comum que a dor ligada ao siso passe, mas isso não significa que o problema está solucionado. A inflamação pode passar, mas ela pode voltar a qualquer instante, até porque o siso que não nasceu não consegue ser higienizado, ficando muito mais exposto à cáries e outros problemas. O tecido da gengiva não adere ao esmalte do dente, apenas à raiz. Portanto, se ele não consegue subir, o organismo forma uma bolsa entre o esmalte e gengiva, um espaço propício à entrada de alimentos e formação de infecções.

Por isso, na maioria das vezes o siso dolorido precisa ser extraído, justamente para evitar esse tipo de complicação e a intervenção do dentista é fundamental nesses momentos.

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Abscesso dentário

O abscesso dentário nada mais é do que uma infecção próxima à raiz do dente, gengiva ou ossos, que forma uma bolsa de pus na região. Mesmo com origens diferentes, de canal ou gengiva, eles costumam ocasionar dores de dente por serem infecções com formação de pus e inflamação aguda.

Muitas vezes o abscesso pode estourar, o que trará um gosto amargo à boca, além de alívio da dor. Mas com ou sem o seu rompimento, é preciso buscar um dentista para o tratamento, para que a infecção não se torne crônica. Além do dano local, as bactérias existentes nesta lesão podem ser levadas pela corrente sanguínea e causar infecção de outros órgãos.

Sensibilidade da raiz dos dentes

Dentes sensíveis também podem trazer dor, mesmo havendo vários tipos: a sensibilidade pode ocorrer devido à retração da gengiva, que expõe a raiz ou algum problema de oclusão, decorrente da má posição dos dentes, bruxismo e parafunção. Nesses casos, a dor pode ser desencadeada por diversos fatores, como alimentos frios ou quentes, doces ou mesmo o toque no dente.

De qualquer modo, a busca por um tratamento nesses casos é importante para a qualidade de vida do paciente. Sensibilidade dentinária, ou seja, a não tolerância à temperatura dos alimentos, pode ser tratada com recobrimento de resina, enquanto sensibilidade devido a retração gengival podem até requerer uma cirurgia.

Bruxismo

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O bruxismo é uma doença em que a pessoa costuma ranger ou apertar os dentes, normalmente durante o sono, mas pode acontecer também durante a vigília. Dependendo da forma como isso ocorre, ele pode causar dores de dente. Dependendo da força exercida no movimento, pode causar dor em dentes por trauma, mas é comum causar desgaste nos dentes sem nenhuma dor.

Nesses casos, a dor pode vir da articulação temporomandibular (ATM), que acaba se estressando com o movimento. É comum que a dor se reflita para os dentes, entre outros pontos comuns da cabeça, como as têmporas, fronte e ouvido. De qualquer modo, quando a dor aparece, indica que o problema está em estágio avançado, quando já está comprometendo a musculatura e ATM.

Nesses casos é preciso procurar um odontologista ou cirurgião bucomaxilo, que poderão indicar os tratamentos mais adequados. O ATM não tratado só piora, causando mais dores e desconfortos.

Sinusite ou dor de ouvido

A dor de dente irradiada não ocorre apenas em disfunções da ATM. Dores em estruturas próximas, como no ouvido, podem se refletir na região. Além disso, a sinusite pode se causar dor nos dentes superiores. A sinusite é a infecção da mucosa que reveste o sinus, cavidade que se localiza acima dos pré-molares e molares superiores, em relação íntima com suas raízes.

Por isso, os odontologistas devem estar preparados para perceber esses casos e encaminhar o paciente para o otorrinolaringologista. Normalmente o paciente busca o dentista por dor de dente, não encontra nada e aí a sinusite e a dor de ouvido são opções que tem de ser descartadas por um médico.

Fonte: Terra

Entenda a diferença entre alguns tratamentos dentários

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Antes de fazer qualquer implante ou outro procedimento odontológico é preciso procurar um especialista, mas entender de antemão alguns detalhes do tratamento pode ajudar até na hora de tirar algumas dúvidas com o dentista.

Implante

· O que faz pelo sorriso
Substitui o dente que foi perdido. Onde havia um vão, ganha-se um dente idêntico a um natural.

· Procedimento
É possível fazer vários implantes. Para quem usa prótese total (dentadura), aconselha-se a colocação de quatro implantes em que se prende uma nova prótese.

· Tempo de tratamento
Varia. Alguns implantes são imediatos, outros podem demorar até seis meses. Depende da condição do osso que irá se integrar ao novo dente.

· Quem não deve fazer
Pacientes com problemas de saúde como glicemia descompensada e doenças cardíacas precisam, antes, se tratar dessas complicações. Fumantes têm risco 35% maior de rejeição.

Faceta

· O que faz pelo sorriso  
Branqueia, corrige a arcada desalinhada, aumenta os dentes desgastados e também reduz grandes espaçamentos entre os dentes.

· Procedimento
As facetas são películas finas coladas na frente dos dentes. São como “máscaras” que imitam um dente perfeito. A colocação de quatro ou seis facetas nos dentes da frente da arcada superior já é suficiente para mudar completamente o sorriso. Hoje em dia, a porcelana é o material preferido dos profissionais por sua qualidade, mas há também facetas de resina, mais baratas, porém menos resistentes.

· Tempo de tratamento
Cerca de duas semanas. Mas, normalmente, é preciso fazer um clareamento dental antes.

· Quem não deve fazer
Pessoas com grande sensibilidade nos dentes, pois é necessário desgastar o esmalte antes da aplicação da faceta. Alguns dentistas não aconselham, também, para quem sofre de bruxismo (ranger de dentes).

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Clareamento dental

· O que faz pelo sorriso  
Reduz o aspecto amarelado dos dentes, deixando-os num tom mais próximo ao branco.

· Procedimento
O clareamento pode ser realizado em casa ou no consultório, ou combinando os dois métodos. O procedimento caseiro é feito com moldeiras onde se coloca o clareador. Elas devem ser usadas por algumas horas todos os dias. No consultório, o dentista utiliza um produto ativado por um feixe de luz.

· Tempo de tratamento
Em média, três semanas.

· Quem não deve fazer
É desaconselhável para fumantes e quem toma muito café, pois tanto a nicotina quanto a bebida mancham os dentes. Após o clareamento, esses corantes aderem mais facilmente.

Aparelho ortodôntico

· O que faz pelo sorriso
Movimenta os dentes, deixando-os alinhados. É indicado para quem tem dentes bonitos e preservados.

· Procedimento
Hoje também realizada em pessoas adultas, a correção ortodôntica da arcada exige uma visita mensal ao consultório depois da colocação do aparelho. A boa notícia é que, nos adultos, por não estarem em fase de crescimento, o processo todo é mais simples e menos dolorido.

· Tempo de tratamento
Em adultos, no máximo dois anos.

· Quem não deve fazer
Pessoas que não escovam os dentes com capricho ou que tenham infecções bucais, gengivas inflamadas ou cáries. Após a correção desses problemas, pode ser colocado o aparelho.

Fonte: M de Mulher

Escovar os dentes errado pode causar sensibilidade

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Escovar os dentes errado pode causar alguns problemas bucais sérios como a sensibilidade, por exemplo.

A sensibilidade dental aparece quando há um desgaste da superfície do dente (esmalte), deixando a dentina, parte mais interna que recobre os nervos, exposta. Mais comum do que você pensa, esse problema atinge em média uma em cada quatro pessoas.

Muitas coisas podem causar sensibilidade dental como alimentos gasosos ou ácidos (refrigerantes), bruxismo (ato de ranger ou apertar os dentes), gengivite não tratada, dente lascado ou quebrado e, claro, o excesso de força durante a escovação. Na verdade, até escovar os dentes demais pode causar esse problema.

Escovar errado
Muitas pessoas acham que escovar bem os dentes é escovar muito e com força. Errado! Quanto mais pressão a pessoa colocar na escovação, maiores são as chances de desgastar o esmalte. Com o esmalte desgastado, maiores são as chances de ter uma sensibilidade nos dentes. Colocar força e pressão na escovação não é nem de longe sinônimo de uma escovação bem feita.

Além disso, usar força demais não limpa os dentes direito. Quando usamos força demais acabamos não limpando entre os espaços.

Escovar certo
Para começar, segundo Alexandre, é recomendado escovar os dentes de quatro a cinco vezes ao dia para remover a placa bacteriana que se forma neles. “De preferência após as refeições e sempre utilizando o fio dental. Uma boa higiene bucal também conta com uma higienização da língua e dos tecidos bucais, prática que muitos não fazem”, diz o especialista.

Ele ainda recomenda usar movimentos circulares curtos de cima pra baixo na arcada superior com inclinação da cabeça da escova de 45° e movimentos de vai e vem nas regiões oclusas. “O ato deve durar no mínimo dois minutos, sendo que a escovação antes de dormir é a mais importante”, diz Alexandre.

O certo é que a escovação alcance todos os dentes e não machuque os tecidos moles como a gengiva. “As escovas com cerdas macias são as mais indicadas, pois são flexíveis e conseguem alcançar os lugares mais difíceis e apertados. Se a pessoa tiver os dentes bastante espaçados as de cerdas mais duras podem ser mais eficientes. Cabo anatômico e cantos arredondados também são preferíveis”, diz o especialista.

Consulte mais o seu dentista
A importância do dentista nesses casos está desde a orientação de como escovar os dentes corretamente até na identificação e tratamento do problema. Mas como muitos fogem das consultas odontológicas deixando a saúde oral em segundo plano, os problemas não pensam duas vezes antes de aparecer. “Como em toda área da saúde, o nosso primeiro papel deveria ser o da prevenção”, diz Alexandre.

Por isso, assim que você sentir algum sintoma de sensibilidade, que muitas vezes vem como um choque rápido na região afetada, procure seu dentista.

“Ele vai poder orientar o paciente quanto a escovação, tipos de cremes dentais para usar e quais são os melhores tratamentos corretivos. Enxaguante bucal com flúor também pode auxiliar. Há medidas na alimentação que também auxiliam a amenizar o problema como evitar bebidas muito ácidas e mascar chicletes sem açúcar que por conta da produção salivar melhoram o ph bucal”, diz o especialista.

Perda do paladar pode indicar outros problemas bucais

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É comum notar que quando um problema aparece, outros tantos vêm junto com ele? Com a saúde bucal também funciona mais ou menos assim. Uma “simples” perda do paladar pode estar associada á cárie a e boca seca, sintomas que você pode nem ter percebido ou não ter dado a importância que devia.

Por isso, quando o gosto dos alimentos começar a te parecer estranho ou sem sabor, procure um dentista, pois é bem provável que você esteja com outros problemas bucais além dele, como baixo fluxo salivar, por exemplo.

A falta de saliva realmente é motivo de alerta, pois causa diversos problemas, dentre eles alteração no paladar e mastigação mais complicada, principalmente em casos de alimentos fibrosos e secos.

Nesses casos, qualquer negligência quanto a higienização bucal, pode piorar ainda mais o quadro. A perda da habilidade para saborear alguns alimentos também pode estar associada à má saúde oral, pois algumas bactérias produzem toxina e estes metabólicos alteram o sabor.

Mas como é possível saber que estamos com problemas na saliva antes de chegar ao ponto de perder o paladar? Os primeiros sinais da falta de salivação é a sensação de gosto amargo na boca e também uma impressão de que os dentes não foram escovados.

Bola de neve
É aí uma coisa começa a puxar a outra. Quando as pessoas sentem menos o sabor dos alimentes, elas tendem usar mais sal e açúcar no preparo dos refeições e todo mundo sabe que o alto consumo desses itens, principalmente do segundo, está diretamente ligado à cárie.

Além de roubar o paladar e o sabor dos alimentos, a diminuição do fluxo salivar compromete toda a saúde oral causando cáries e problemas periodontais (gengiva). Somado a isso, a hipossalivação ainda pode predispor infecções orais como a candidíase.

Problemas e os sabores
E o mais curioso disso tudo é que certos problemas bucais afetam certos sabores específicos. Por exemplo, pessoas com problemas de boca seca sentem menos o doce, já inflamações e cáries em excesso afetam mais a percepção do amargo.

O gosto amargo foi particularmente prejudicado em pacientes com um crescimento elevado de uma bactéria lactobacilos. Elas aumentam em ambiente ácido e também produzem ácidos que podem causar uma diminuição do sabor azedo e assim diminuir a sensação de alimentos ácidos.

Higiene bucal e os sabores
Muitos estudos também já provaram que má higiene oral está associada à redução do sabor total dos alimentos e ao gosto do salgado, em específico.

E a falta de saliva também contribui muito com a diminuição da percepção dos sabores dos alimentos, pois sem ela não conseguimos dissolver os alimentos e as papilas gustativas não conseguem realizar seu trabalho que é definir o sabor.

Por isso, é fundamental fazer consultas ao dentista periodicamente, pois somente o dentista é capaz de diagnosticar cáries, problemas na gengiva, má higiene, e mau hálito. Manter uma boa saúde bucal está diretamente ligada ao prazer de sentir os sabores dos alimentos e a qualidade de vida das pessoas.

Fonte: Terra

Obesidade pode trazer efeitos negativos para a saúde do cérebro

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Lucy Cheke e seus colegas na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, recentemente convidaram um grupo de voluntários para fazer uma espécie de “caça ao tesouro” em seu laboratório.

Os participantes navegavam em um ambiente virtual a partir de uma tela de computador, escondendo vários objetos pelo caminho. Em seguida, tinham de responder a uma série de perguntas para testar o quanto se lembravam do que tinham acabado de fazer.

Ao analisar o que pode ter influenciado o desempenho de cada um, seria mais lógico imaginar que Cheke estaria mais concentrada no QI do participante do que no tamanho de sua barriga.

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Ciência já estabeleceu ligação entre obesidade e perda de volume cerebral

Foto: Getty Images

Mas ela encontrou uma ligação evidente entre o Índice de Massa Corpórea (IMC), usado para indicar o nível de obesidade, e um aparente deficit de memória: quanto mais alto o IMC do voluntário, pior ele se saía na tarefa.

O experimento de Cheke contribuiu para um corpo cada vez maior de evidências de que a obesidade está ligada ao “encolhimento” do cérebro e ao deficit de memória.

A pesquisa sugere que o excesso de peso pode contribuir para o desenvolvimento de distúrbios neurodegenerativos, como o mal de Alzheimer.

Surpreendentemente, o estudo também mostra que a relação entre a obesidade e a memória é uma via de mão dupla: estar acima do peso não só tem um impacto sobre o que somos capazes de recordar como também pode influenciar o comportamento alimentar no futuro, ao alterar nossas lembranças de experiências passadas envolvendo comida.

Obesidade e ‘idade mental’

Cheke partiu da hipótese de que a obesidade poderia afetar a capacidade de imaginação, pois outros estudos já comprovaram existir uma relação entre a memória e a imaginação – nosso cérebro tende a unir fragmentos de lembranças para prever como serão eventos no futuro.

Em 2010, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos EUA, relataram que adultos de meia-idade saudáveis, mas com mais gordura abdominal, tendem a ter um cérebro menos volumoso.

O problema é mais evidente no hipocampo, uma estrutura cerebral profunda que tem a função de aprender e guardar memórias – muito menor em obesos do que em pessoas mais magras.

Um estudo mais recente que realizou tomografias cerebrais de mais de 500 voluntários confirmou que há uma ligação entre estar acima do peso ou obeso e apresentar um grau mais avançado de degeneração cerebral por causa da idade.

Esses efeitos eram mais acentuados em pessoas na meia-idade, nas quais as mudanças relacionadas à obesidade correspondem a um aumento de cerca de dez anos na “idade mental”.

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Menos memória, mais quilos

Mas a obesidade é um distúrbio complexo, causado por muitos fatores. Por isso, ainda não se sabe exatamente como ela afeta a estrutura cerebral e sua função.

“A gordura corporal é o principal indício de obesidade, mas há outros problemas, como a resistência à insulina e a hipertensão”, explica Cheke.

“Essas coisas andam de mãos dadas com fatores comportamentais, como comer demais ou se exercitar de menos. Tudo isso pode provocar alterações no cérebro.”

Uma inflamação no cérebro também pode ser um dos fatores. Psicólogos da Universidade do Arizona descobriram que o IMC alto está associado ao declínio da memória e a altos níveis de uma proteína que indica inflamação.

Isso é algo preocupante, ainda mais com as recentes evidências de que a atenção e a memória controlam o apetite e o comportamento alimentar. O que significa que um deficit de memória poderia provocar um ganho de peso.

As primeiras provas disso surgiram em um estudo de 1998, feito pela Universidade da Pensilvânia, nos EUA, que mostrou que pacientes com amnésia grave estavam sempre dispostos a comer logo após uma refeição, simplesmente porque não se lembravam que já tinham se alimentado momentos antes.

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“Isso indica que quando decidimos o quanto ingerimos, não nos baseamos apenas nos sinais fisiológicos sobre a quantidade de comida no estômago, mas também em processos cognitivos, como a memória”, explica o psicólogo e pesquisador Eric Robinson, da Universidade de Liverpool, no Reino Unido.

A atenção e a memória são elementos independentes entre si, mas ligados estreitamente. Não podemos nos lembrar de algo ao qual não prestamos atenção, assim como também nossa lembrança de algo tende a ser mais vívida quanto mais pensamos nela.

Por isso, é possível que uma memória vívida de um almoço pode reativar o estado psicológico do organismo, o que reduz a fome e, consequentemente, o tamanho da próxima refeição.

Por outro lado, alguém que está distraído durante o almoço pode sentir uma ausência de lembranças e, ao pensar no jantar, pode ter mais fome.

Esse ponto é particularmente interessante, principalmente porque há indícios de que comer demais é algo que pode prejudicar a memória. Ou seja, o excesso de comida e os problemas de memória se reforçam mutuamente, colocando o indivíduo em um ciclo perigoso.

Nova abordagem para a perda de peso

Essas descobertas podem trazer ideias para uma nova abordagem para ajudar as pessoas a perder peso e a manter um IMC saudável.

Robinson e seus colegas, por exemplo, desenvolveram um aplicativo de celular que estimula o usuário a comer com mais atenção.

“O programa encoraja a pessoa a tirar fotos de seus pratos e a responder perguntas sobre suas refeições”, explica o psicólogo. “A ideia é criar lembranças vívidas que deixem o usuário menos propenso a comer em excesso durante o resto do dia.”

A equipe de Cheke também está usando um aplicativo para coletar informações sobre o estilo de vida e o comportamento alimentar de voluntários.

O objetivo é tentar isolar os vários fatores que podem contribuir com a obesidade – principalmente os que estão relacionados à estrutura e à função cerebrais.

Fonte: Terra

O que é a sensibilidade dentária e a dentina exposta?

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A sensibilidade dentária causa dor e incômodos consideráveis. Muitas pessoas que sofrem de sensibilidade evitam realizar ações básicas devido à dor intensa.

O que é a sensibilidade dentária?

As pessoas que sofrem de sensibilidade dentária evitam realizar atividades diárias como ingerir alimentos ou bebidas quentes ou frias, bem como escovar seus dentes. Estas simples atividades fazem com que as pessoas que sofrem de sensibilidade vivam em constante temor à dor crónica. A sensibilidade acontece quando a dentina, um tecido poroso do dente, fica exposta. A dentina tem canais microscópicos, chamados de túbulos, que conduzem ao nervo. Quando os túbulos da dentina ficam expostos, devido a recessão do tecido gengival ou a perda do esmalte, os nervos irritam-se com maior facilidade por determinados estímulos que produzem sensibilidade dentária.

Quais são as causas da sensibilidade dentária?

Entre alguns dos fatores que podem contribuir a sensibilidade dentárias estão:

  • Escovação muito forte ou uso de uma escova de dentes com cerdas duras.
  • Bruxismo.
  • Tratamentos ou limpezas dentais.
  • Sensibilidade dentária temporária, que pode ocorrer depois de um tratamento de clareamento dental profissional, porém comumente desaparece pouco tempo depois de completar o procedimento.

Se apresentar qualquer indicio ou sintoma de sensibilidade dentária, visite a seu dentista imediatamente para uma avaliação adequada.

 

Fonte: OralB

Doença celíaca: quando ela se manifesta pela boca

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A doença celíaca é uma doença autoimune que afeta cerca de 1 em cada 100 pessoas em todo o mundo. Pessoas que possuem a doença são incapazes de digerir o glúten, uma proteína presente em grãos como o trigo e a doença danifica seus intestinos delgados de tal forma que dificulta a absorção de nutrientes vitais pelo organismo.

Embora seus efeitos sobre o sistema digestivo sejam bastante conhecidos, você pode se surpreender ao saber que a doença celíaca possui várias manifestações orais: defeitos nos dentes, ressecamento da boca e aftas estão entre as mais comuns.

DEFEITOS NO ESMALTE DENTAL

A qualidade do esmalte pode se tornar um problema para quem sofre da doença celíaca, segundo a Celiac Disease Awareness Campaign, o que pode estar relacionado à descoloração ou ao desenvolvimento precário. Dentes com esmalte descolorido normalmente possuem pontos amarronzados, amarelados ou mesmo esbranquiçados. O esmalte mal formado, por sua vez, é encaroçado ou listrado, e os dentes podem ser mais translúcidos do que opacos.

Infelizmente, defeitos no esmalte causados pela doença celíaca são permanentes. Portanto, eles não desaparecerão se você iniciar uma dieta livre de glúten. Seu dentista poderá, assim, ser capaz de lidar com essa situação por meio de folheados ou adesivos dentais.

SÍNDROME DA BOCA SECA

A síndrome da boca seca é exatamente o que seu nome diz – a freqüente sensação de que sua boca está muito seca. Essa situação pode ser causada pela síndrome de Sjogren, uma doença autoimune que ataca suas glândulas salivares e que pode ocorrer ao mesmo tempo que a doença celíaca. De acordo com a National Foundation for Celiac Awareness, entre 4,5 e 15% das pessoas com doença celíaca também possuem a síndrome de Sjogren.

Quando seu corpo não produz saliva o suficiente, você normalmente tem dificuldades para mastigar e engolir alimentos. Também pode dificultar a dicção. A síndrome não é apenas incômoda; é uma preocupação médica. Uma vez que a saliva auxilia a manter os dentes limpos, sua insuficiência pode contribuir para o surgimento de cárie.

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AFTAS

As aftas, também conhecidas como estomatites aftosas, são lesões orais incômodas que se desenvolvem em tecidos moles – interior de suas bochechas ou palato, por exemplo. Assim como o ressecamento da boca, essas lesões podem dificultar a alimentação ou a fala. De acordo com os National Institutes of Health (NIH) (Instituto Nacional de Saúde) estudos ,elas afetam de 3 a 61% das pessoas com doença celíaca.

Aftas desaparecem sozinhas, mas podem retornar mais tarde. Se suas aftas estão atrapalhando sua vida, seu dentista poderá amenizar seus sintomas com a prescrição de enxaguantes bucais ou anestésicos tópicos.

Para pessoas com doença celíaca, problemas que afetam o esmalte, a saliva ou os tecidos orais são uma causa de preocupações. Se você possui uma arcada de dentes celíacos, não ignore sua situação. O desenvolvimento de qualquer um desses sintomas orais é o motivo perfeito para consultar seu dentista para o diagnóstico e o tratamento.

Fonte: Colgate

Bons motivos para passar férias em Lisboa

Lisboa

A diversidade das regiões de Lisboa: Sintra, Cascais, Oeiras, Ericeira, Mafra e Arrábida. A poucos quilômetros de Lisboa é possível visitar algumas regiões muito convidativas, onde se misturam história, romantismo, natureza e mar. Sintra, é reconhecida como a região mais romântica de Lisboa. Cascais, traduz da melhor forma a apresentação da região de Lisboa ao mar. Oeiras oferece cultura e locais aprazíveis, para esportes e lazer. Ericeira, é considerada reserva mundial de surf e ideal para férias na praia. Em Mafra encontra-se o Palácio Nacional de Mafra, o mais importante fruto do barroco português, sendo que celebra esse ano o seu 3º centenário. Arrábida alia o azul do mar ao verde da serra e é um dos locais mais belos de Portugal.

A vida noturna na capital é conhecida como uma das mais longas e vibrantes da Europa. Locais badalados como o Bairro Alto, Bica, Príncipe Real, Cais do Sodré, e a Avenida 24 de Julho garantem boa diversão e excelente gastronomia, sem hora para terminar. A Rua nova do Carvalho ou Rua Cor de Rosa, oferecem muitos bares e casas noturnas. Além dos inúmeros terraços, tais como o Rooftop Bar, o Sky Bar – espaço lounge que fica no alto do Hotel Tivoli e o ‘O Terrace’, no Bairro Alto Hotel, famoso por sua bela vista.

Lisboa oferece uma diversidade grande para as compras, possui extenso comércio de rua, vários shoppings centers e os maiores outlets da Europa. Saindo do circuito: Liberdade/Chiado/Amoreiras, o que há de mais novo é o Príncipe Real, com galerias multimarcas e um dos locais mais atraentes, é o Bairro in de Lisboa com os seus antiquários e lojas de designers da moda portuguesa. Há ainda o passeio a pé pela Avenida da Liberdade – a 10.ª mais luxuosa do mundo com marcas internacionais como Prada, Louis Vuitton, Miu Miu, Loewe; Gucci, Armani e Burberry, entre outras.

A Gastronomia Lisboeta oferece o que há de melhor. Lisboa tem o melhor peixe do mundo, que pode ser desfrutado em suculentas caldeiradas, sopas de peixe ou simples grelhados. Entre a doceria, há muito o que experimentar: os famosos pastéis de Belém, as queijadas e travesseiros de Sintra.

Diversidade de programas culturais, além das recentes inaugurações de Museus, tais como o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, que é a nova proposta cultural para a cidade de Lisboa e o News Museum, projeto interativo, que conta a história da mídia e caminha lado a lado com a tecnologia de ponta, são imperdíveis.

Para quem viaja em família, o Parque das Nações é um dos mais procurados espaços para atrações e passatempos, além da vista abrangente do parque e do rio Tejo abordo do Teleférico, há o Oceanário, um espaço que abriga um dos maiores aquários do mundo, com 5 mil m³ e sete metros de profundidade. Outra atração é o Pavilhão do Conhecimento, um museu interativo de ciência e tecnologia que estimula a exploração do mundo físico e a experimentação.

Mas isso não é tudo, a cada passo os visitantes descobrem novos pontos de interesse em Lisboa, que fazem com que tenham vontade de voltar, sempre.

Fonte: MSN