Que tal oferecer jantar com o Polvo à Lagareiro aos amigos

Vai receber os amigos e quer preparar um jantar especial? Que tal uma pratada de polvo à lagareiro? O nome desta receita típica portuguesa vem da figura do lagareiro (o trabalhador do lagar, onde é feita a produção de azeite) e a grande quantidade de azeite quente utilizada para regar o polvo é um dos segredos do preparo.

Polvo à lagareiro

Rendimento: 4 porções
Tempo de preparo: 1 hora
Dificuldade: fácil
Ingredientes Polvo

• 1 kg de polvo
• 4 dentes de alho esmagados
• 4 folhas de louro
• ¾ de xícara (chá) de azeite  de oliva (150 ml)
• Sal e molho de pimenta a gosto

Batatas

• 6 batatas médias
• 3/4 de xícara (chá) de azeite
• 4 dentes de alho picados
• 2 colheres (sopa) de manteiga
• Salsa a gosto
• Sal e pimenta a gosto

Preparo do polvo

1. Em uma panela de pressão, coloque o louro, o alho e o azeite.
2. Deixe dourar levemente e acrescente o polvo. Tempere a gosto e tampe.
3. Cozinhe na pressão por 15 minutos.
4. Desligue o fogo, deixe a panela esfriar para poder abri-la e, depois, volte ao fogo para reduzir o caldo do cozimento.
5. Reserve para saltear com as batatas.

Batatas

1. Unte as batatas com a manteiga e salgue com duas colheres (chá) de sal grosso. Leve ao forno por 45 minutos.
2. Quando as batatas estiverem assadas, esmague com um murro cada uma delas.
3. Em uma frigideira grande, aqueça o azeite e adicione o alho, o polvo, já cozido, e as batatas. 4. Deixe dourar levemente, retire do fogo e tempere com sal, pimenta e a salsa rasgada.  Sirva em seguida.

Por que fazer um check-up odontológico preventivo antes de viajar?

“Prevenir é melhor do que remediar”. Esse é um ditado antigo, mas bastante válido, principalmente em relação aos cuidados com nossa saúde bucal. Um simples check up odontológico antes de viajar nas férias pode diagnosticar doenças bucais logo no início, evitando problemas maiores e mais gastos com tratamento, além de prevenir outros problemas orais.

Durante o check up odontológico, o dentista avalia bochechas, língua, garganta, gengivas e ainda verifica se o paciente tem cáries, imperfeições nas restaurações antigas, tártaro e ainda faz uma avaliação da mordida, tudo isso em uma única sessão, que dura menos de uma hora.

Vantagens de se fazer um check-up odontológico preventivo

Vantagens de se fazer um check-up odontológico preventivo antes de viajar

Você terá sempre um sorriso bonito

Além de uma boa higiene bucal diária, as visitas periódicas ao dentista são fortes aliadas na manutenção do sorriso bonito. E se você gosta de sorrir, precisa estar sempre com os dentes impecáveis.

Ao fazer o chek up bucal regularmente, o dentista vai indicar os tratamentos essenciais para você manter seus dentes, como: clareamento dentário, por exemplo, além de orientar a cuidar melhor de sua higiene bucal.

O check up odontológico previne e trata problemas de saúde bucal de forma precoce

O check up odontológico previne e trata problemas de saúde bucal de forma precoce

Problemas de saúde bucal como gengivite (infecção nas gengivas) e doenças periodontais, se tratados logo no início, causam menos transtornos para o paciente, pois, o diagnóstico precoce desses males evita que eles se agravem, afetando a saúde geral de nosso corpo.

Afinal, todos sabemos que uma saúde bucal precária pode ocasionar doenças cardíacas. Isso porque a gengivite e problemas periodontais em estágio avançado disseminam bactérias, que podem cair na corrente sanguínea e chegar ao coração, afetando seu bom funcionamento.

Além do tratamento precoce, o check up odontológico também previne doenças na gengiva, pois, mesmo que o paciente não tenha nenhum problema, o dentista fará uma limpeza dentária, chamada de profilaxia. Nesse procedimento, o profissional retira todo acúmulo de placa bacteriana e tártaro dos dentes, evitando outras patologias.

 

O check up bucal faz bem para a saúde de seu bolso também

O check up odontológico faz bem para a saúde de seu bolso também

O que fica mais barato para você: fazer um check up odontológico geral de sua boca ou fazer um implante dentário? Os problemas citados acima, se não tratados a tempo, podem ocasionar outros tratamentos como canal ou em último caso, a perda dentária. E, quando você perde um dente você tem duas alternativas: colocar dentadura ou fazer implante.

E, independente do procedimento a ser escolhido, a prevenção sempre será a melhor escolha, tanto para a saúde de seu bolso quanto para sua boca. Prevenir custa menos e ainda garante que você mantenha seus dentes por muito mais tempo.

Quantas vezes por ano fazer o check up dentário?

O ideal é fazer o check up odontológico a cada 6 meses, mas essa frequência somente o dentista poderá te dizer, pois isso vai depender dos seus cuidados diários e da saúde de sua boca, dentes e gengivas.

Há pessoas que cuidam melhor de sua higiene bucal, já outras nem tanto e ainda, há aquelas que sofrem de problemas crônicos que afetam a saúde da boca. Portanto, você deve seguir as orientações de seu dentista e comparecer para fazer o check up com a periodicidade que ele te indicar.

Por que a prevenção é importante?

Escovar os dentes, passar o fio dental e usar um enxaguante bucal são procedimentos muito importantes. Entretanto, eles não descartam a necessidade de fazer visitas regulares ao dentista. Pois só o profissional especializado sabe identificar as reais necessidades bucais do paciente e evitar grandes complicações.

É essa cultura de prevenção e diagnóstico que a odontologia moderna está tentando, aos poucos, estabelecer. Realizar intervenções no início do problema, evitando dores futuras ou tratamentos invasivos, como o canal ou até mesmo a extração.

Mas por que a prevenção é o melhor tratamento? Existem três fatores básicos que facilitam esse entendimento:

  • É mais barato
  • O tratamento é bem menor
  • Causa menos desconforto

Quando o paciente realiza consultas periódicas de manutenção ou revisão o dentista consegue detectar possíveis problemas bucais logo no início. Ou seja, ao invés de pegar o paciente já com uma cárie grande, necessitando fazer um tratamento de canal, o profissional vai cuidar daquela cárie pequena ou até insipiente. Evitando complicações mais sérias.

 

 

 

 

Como fazer e manter seu levain – e depois transformá-lo em pão

Você pode não saber, mas em todo dia 16 de outubro se comemora o Dia do Pão. E se por aqui ja falamos sobre como fazer algumas versões dele, como esse pão com queijo ou esse pão rústico de batata doce, desta vez pensamos em ir além. Voltar ao que é preciso para começar a fazer seu pão: o levain.

A o fermento natural que vira pão requer cuidados e, para isso pedimos umas dicas à expert Helena Mil-Homens, da padaria artesanal St. Chico.

Veja a seguir uma o passo-a-passo para fazer e manter o levain vivo – além de uma receita de pão feito em casa.

Levain sem erros

O pão de fermentação natural (feito a partir do levain) leva pelo menos 5 dias para ficar pronto. “É o tempo ideal para uma boa seleção das bactérias não nocivas e fortes o bastante para resultar em um pão de qualidade”, explica Helena.

Mas ele requer cuidados. Quando maduro, é preciso alimentá-lo numa proporção de 2 partes de levain para uma de farinha e mais uma de água. E tudo bem pesado, grama a grama. “Pode-se manter em geladeira, desde que bem fechado, sem alimentar por três dias”, diz a especialista.

Outra dica é nunca alimentar o fermento e usá-lo em seguida, mas sim deixá-lo fermentando por três horas e, só então, adicioná-lo na receita.

Início de tudo: o levain chefe

– 500 g de farinha de centeio
– 650 g de água a 30°C
– 20 g de mel

Misture todos os ingredientes e deixe fermentar de 24 a 48 horas, a 30ºC.

Primeira alimentação

– 1,1 kg de levain chefe
– 1,1 kg de farinha comum
– 1 kg de água a 30ºC

Misture todos os ingredientes e deixe fermentar por 24 horas, a 30ºC.

Segunda alimentação

– 1 kg de levain
– 1 kg de farinha comum
– 1 kg água a 30ºC

Misture todos os ingredientes e deixe fermentar por 12 horas, a 25ºC.

Terceira alimentação

– 1 kg de levain
– 500 g de farinha comum
– 500 g de água a 30ºC

Misture todos os ingredientes e deixe fermentar por 12 horas, a 10ºC.

Para continuar alimentando seu levain, use sempre a última receita (1kg de levain, 500g de água e 500g de farinha).

PÃO DE LEVAIN

Ingredientes

– 700 g de farinha de trigo
– 300 g de farinha de trigo integral
– 690 g de água
– 400 g de levain
– 18 g de sal

Modo de preparo

Misture a farinha de trigo, a integral e a água e deixe repousar, coberto, por 30 minutos. Após isso, acrescente o levain e o sal.
Bata na masseira ou com o gancho na batedeira por 8 minutos. Deixe a massa descansar por 1 hora, em temperatura ambiente, para ativar a fermentação.
Depois, deixe a massa na geladeira por 30-48 horas.
Modele na forma que preferir e asse até ficar dourado.

Dica: em dias muito frios, pode-se acrescentar 2 g de fermento. Em dias de temperaturas amenas, não é necessário.

AMANTES DE VINHOS: CIDADES DO HEMISFÉRIO NORTE PARA CONHECER E DEGUSTAR

 

Existem vários destinos maravilhosos acima da linha do Equador que contam com belas vinícolas e passeios deliciosos para apreciar os vinhos locais.

Pensando nessa deliciosa época do ano, separei alguns destinos especialmente para quem ama essa bebida maravilhosa que é o vinho.

Paris, França

 

Paris. Terra de muitos encantos, da bagette, dos pratos mundialmente conhecidos, dos queijos e, claro, dos vinhos! Há quem nem saiba que na Cidade Luz tenha espaço para uma vinícola, mas pasmem, não só tem como fica no coração de um dos bairros mais charmosos e tradicionais de Paris, no 18º arrondisement: Montmartre.

 

É lá que fica a vinícola Clos Montmartre, bem ao lado do bar Lapin Argile, e que todo comecinho de outubro celebra a colheita das uvas Gamay e Pinot Noir, que serão usadas para a produção de vinhos deliciosos e de sabor marcante.

Toscana, Itália

 

No outono acontece nas grandes vinhas da Toscana muitas festividades para celebrar a estação tão frutífera para a produção de vinhos e castanhas. E por lá acontecem muitos festivais gastronômicos, repletos de atrações para deixar qualquer um com água na boca e só pensar em viver de petiscos e vinhos!

 

O melhor dessa visita é que você esticar um pouquinho a viagem e ir até o famoso mercado de trufas de Alba, que ainda reserva uma atração à parte: a temporada de caça às trufas no Piemonte que é, sem dúvidas, uma experiência única.

Alsácia, França

 

Mais uma opção em terras francesas que promete envolver você na degustação de vinhos totalmente especiais. O mais bacana aqui é que durante os festivais de vinhos acontecem distribuições gratuitas da bebida pela cidade, para que todos possam aproveitar a abundância da temporada. Atenção especial para locais como Guémar, perto de Colmar e Mittelbergheim, próxima de Estrasburgo, que recebem festivais deliciosos durante a temporada.

 

Agora se você quiser conferir de perto a extração das uvas e a produção dos vinhos, conheça a rota de vinhos que passa por cinco regiões entre Marlenheim e Than: Hugel na vila medieval de Riquewihr, e o Domaine Weinbach, em Kayserberg.

Tokaj, Hungria

 

Este lugar é incrivelmente lindo. A cidade de Tokaj, na Hungria, também tem o seu festival da colheita e a região a ser explorada é a Tokaj-Hegyalia, situada no nordeste do país. O local é ainda eleito como Patrimônio Mundial da UNESCO, e você estará em meio a inúmeras possibilidades de provas os mais deliciosos vinhos brancos, famosos da região.

 

Marque na sua agenda: o festival ocorre sempre no comecinho do mês de outubro, geralmente já no primeiro final de semana. As atividades são comandadas pelo mercado de produtores de vinhos ao longo da principal rua da cidade, tendo ainda música ambiente toda especial na praça principal. E isso vem acontecendo desde 1932, incrível, né?

Região de Champagne, França

 

E olha a França aqui de novo! Aliás, antes de falar um pouquinho dessa opção, vale dizer que você pode fazer uma viagem com destino principal para lá e ir com calma por todas as outras rotas. O que acha? Além disso, como são muitas as regiões francesas que comemoram as colheitas de uva, você pode ter uma verdadeira experiência durante outubro e novembro.

Agora falando sobre Champagne, o local fica no nordeste da França e tem como principais centros Troyes, Reims e Epernay, que permeiam o mais importante produtor de vinho da região, o Grand Champagne, em que ficam situados ainda diversos outros produtores independentes da bebida.

 

Se você for conhecer esse polo tradicional para os vinhos franceses, dê atenção especial para o Dia Nacional do Champagne, todo dia 20 de outubro, e que movimenta bastante a cidade. São muitas celebrações, que são extremamente animadas e são só um motivo a mais para você bebericar um pouquinho dos melhores champagnes e vinhos do país.

Napa, Califórnia, USA

 

E quem disse que nos Estados Unidos não existe produção de vinhos deliciosos? Pois é, em Napa, que fica ao norte da Califórnia, encontram-se mais de 400 vinícolas com os mais variados tipos de uva, como Merlot, Zinfandel, Cabernet Sauvignon e Chardonnay.

 

No alto das colheitas, e você consegue sentir toda a animação da região, que fica lotada de pessoas até o final da estação, que são atraídas para a coleta das uvas maduras e estão bastante felizes com a temporada. Não à-toa, começam as festas, banhadas a muito vinho, petiscos e degustações gratuitas! Imperdível.

Arraial Gastronômico Beneficente em Boiçucanga reúne chefs em prol do Projeto Buscapé

Projeto Buscapé arma VI edição do Arraial Gastronômico em Boiçucanga

Boiçucanga, no litoral de São Paulo, vai ficar mais agitada nos dias 21, 22 e 23 deste mês. O motivo? O Projeto Buscapé, que existe desde 2006 e oferece aulas de culinária, além de atividades culturais e esportivas para crianças e jovens de baixa renda da região, organiza nessas datas a VI edição do Arraial Gastronômico, que tem como principal objetivo arrecadar dinheiro para o projeto criado pelo chef Eudes Assis.

Canjica com farofa de paçoca salgada do Chef Patisserie Igor Arantes.

Neste ano, vários chefs já confirmaram presença, entre eles Lucas Corazza, Marcelo Corrêa Bastos, do Jiquitaia, Igor Arantes do SoulDoce, Ivan Ralston, do Tuju, Juliano Valese, do Torero Valese, Norberto, do Frangó, Checho Gonzales, da Comedoria Gonzales – é a oportunidade de provar iguarias locais receitas premiadas  e saborosas como a Canjica com farofa de paçoca salgada(foto) do Chef Patisserie Igor Arantes. Tudo em clima de lá em casa, com música boa e animação nas alturas. Todos os pratos custarão entre R$5 e R$15 e a arrecadação será revertida em prol da instituição. Agende-se!

Arraial Gastronômico do Projeto Buscapé
Entre os dias 21 e 23 de julho – 19h às 0h
Praça do Por do Sol – Praia de Boiçucanga – São Sebastião – SP
Entrada Grátis

Fonte: http://glamurama.uol.com.br

Opções de lugares para você ter experiências de piqueniques muito luxuosos

No entanto, apesar da simplicidade, é possível transformar a experiência em algo muito luxuoso. Alguns hotéis, assim como restaurantes, elevaram os piqueniques a outro patamar.

Farol Hotel, Cascais (Portugal)

Imagine aproveitar um piquenique nas falésias de Cascais, com vista deslumbrante do oceano. É isso que o Farol Hotel propõe com sua experiência de piquenique luxuoso. Os hóspedes chegam ao local em uma limousine e são abastecidos com um cesto de iguarias para duas pessoas que inclui champanhe e comidas típicas da culinária portuguesa. No Brasil, o hotel pode ser reservado pela Interpoint Viagens & Turismo.

Restaurante Novikov, Londres (Inglaterra)

O restauranter Arkady Novikov, proprietário do restaurante Novikov, em Londres, lançou uma proposta de piquenique bem extravagante. O menu inclui pratos da culinária asiática e italiana, como tacos de Wagyu (raça “premium” de boi japonesa), salada de lagosta e gunkan de ovos de codorna (tipo de sushi). Os clientes precisam encomendar a cesta, que sai por £ 300 e inclui champanhe.

A VO Experience é uma novidade da Clínica Vasconcelos. Nesta modalidade você terá uma experiência em odontologia intensiva, podendo realizar o seu tratamento no menor tempo possível, a partir de um plano de tratamento otimizado e com uma equipe de profissionais trabalhando conjuntamente no seu caso de forma totalmente personalizada. É uma modalidade ideal para aqueles que fazem viagens constantes, são de outras cidades, Estados ou países – o que também é conhecido como turismo odontológico – ou, ainda, para aqueles pacientes que possuem quadros de grave ansiedade em relação aos tratamentos odontológicos. AGENDE SUA CONSULTA AQUI

 

Hotel Castello Del Nero, Toscana (Itália)

A região de Chianti é conhecida por suas vinícolas. No hotel, o chef Giovani Luca di Pierro – responsável pelo restaurante La Torre (1 estrela Michelin) – prepara uma cesta com produtos típicos toscanos: pães, queijos, embutidos, azeitonas, tortas, compotas e, é claro, vinhos e espumantes. Os hóspedes podem usar o jardim para conduzir a experiência. A Interpoint Viagens & Turismo oferece o hotel em seu portfólio.

Hotel Claridge’s, Londres (Inglaterra)

O piquenique do hotel é mais do que completo: além da seleção de pratos tradicionais ingleses – como sanduíches de pepino e ovos de codorna -, o kit inclui mantas da marca Burberry e uma câmera da marca Leica. Para ocasiões especiais, é possível ainda contratar o serviço de mordomo, que pode servir champanhe, caviar, blinis (mini panquecas de origem russa) e até sorvete.

Conheça alguns restaurantes sofisticados com menus vegetarianos e veganos

Foi-se o tempo em que seguir dietas vegetarianas (sem consumo de proteína animal) e vegana (que exclui, ainda, outros itens de origem animal, como leite e ovo) era um empecilho na hora de sair para uma refeição fora de casa.

 

Atualmente, muitos estabelecimentos sofisticados investem em menus específicos para atender este público, que aumentou muito nos últimos anos. Só o site Mapa Veg, onde os vegetarianos e veganos se cadastram para registrar “sua aderência à dieta”, já contabiliza 23.200 adeptos, mas é bem provável que este número seja bem maior.

1. Kajitsu, Nova York

O restaurante, localizado na bairro de Murray Hill, em Midtown Manhattan, serve pratos vegetarianos baseados na cozinha Shojin (originária do budismo). Cada ingrediente é preparado de forma a ressaltar o seu sabor. Os clientes podem escolher entre dois estilos de menu degustação: quatro ou oito tempos. Um dos principais pratos é o “fu”, uma espécie de pão japonês feito de glúten e farinha de arroz.

2. Nix, Nova York

O chef John Fraser, o mesmo do restaurante Narcissa (no hotel The Standard) e do premiado Dovetail, abriu as portas do seu estabelecimento vegetariano em 2016. Por lá são oferecidos pratos como o shitake cacio e pepe (ao molho típico italiano de queijo e pimenta), servido com favas verdes e polenta cremosa.

LEIA TAMBÉM  Burrata: o queijo que veio da neve

 

3. Pollen Street Social, Londres
O restaurante não é vegetariano, mas disponibiliza menus à la carte e degustação atraentes. A opção de oito tempos, quando servida com vinho, sai por 182 libras. Entre os pratos estão combinações inusitadas, como a que mistura brócolis grelhado com purê de limão, amêndoas tostadas e algas.

Dicas de como fazer horta em apartamento

como preparar uma mini horta em casa em São Paulo

Trazer mais verde para dentro de casa nos dá vida, frescor e alegria, já que a cor quebra o peso de tons mais escuros. Uma planta pode ficar no chão, no balcão da cozinha ou até na mesa do centro da sala.

Mas e quando falamos em mini hortas urbanas? Elas são uma ótima forma de melhorar também os seus hábitos alimentares, já que temperos e ervas fresquinhos bem ao alcance das nossas mãos fazem um bem danado.

E nada de achar que isso é impossível porque você mora numa casa sem jardim ou quintal, ou ainda, num apartamento pequeno. É possível cultivá-la mesmo em espaços reduzidos, como áreas de serviço, varandas, jardineiras, ou até naquele cantinho da cozinha.

Hoje então, trazemos 5 ideias para te inspirar. Vale usar a criatividade com os materiais e ter diversos tipos de hortaliças como manjericão, cebolinha, salsinha, hortelã, erva-doce, alecrim. Além de fazer muito bem o contato com a terra, é uma delícia poder usar os alimentos plantados para dar um temperinho nos nossos pratos. As plantinhas também dão um outro efeito na decoração. Dá só uma:

como preparar uma mini horta em casa 2017

1) LATAS

O que fazer com as latas que não utilizamos mais? Muita coisa. Solte a criatividade e use diversas para acomodar os temperos ou ainda guardar utensílios de cozinha como colheres e mexedores. Vale encapá-las com tecido, contact, papel colorido ou até usar decotape. Com a ajuda de um martelo e de um prego faça um furo no fundo para que a água escoe.

como preparar uma mini horta em casa

2) CANECAS ou XÍCARAS

As canecas e xícaras também se transformam em ótimos pequenos vasos e dão charme para o balcão da cozinha, por exemplo. Elas podem ser penduradas, decorar uma mesa ou estante na sala de jantar.

 

3)VASOS

Além do uso comum, os vasos são apropriados para quem pensa em criar uma horta vertical. Eles podem ser colocados na parede (olha que legal que ficam todos coloridos!) ou ainda fazer parte de estantes e escadas bacanas colocadas na varanda.

Uma ideia super criativa é pintar vasinhos simples com tinta lousa. Com o giz, escreva o nome de cada erva correspondente. Original, não?!

como preparar uma mini horta em casa em São Paulo 2017

4) CAIXAS

Caixas de vinhos descartadas ou os famosos pallets dão um suporte legal para mini canteiros. Eles podem ser colocados tanto na horizontal quanto no vertical, e por serem maiores, nos permitem plantar verduras e legumes como alface, rúcula, etc.

Conheça o incrível polo gastronômico francês de Périgueux

Périgueux-frança-rep-forbes

Entre as dezenas de regiões administrativas da França continental, a região sudoeste de Nova Aquitânia é a maior delas: é lá que vivem quase seis milhões de pessoas, em uma área maior do que toda a Áustria. Há mil anos, a Aquitânia, cujas fronteiras mudaram ao longo do tempo, foi reconhecida como uma das regiões mais ricas desta parte da Europa do ponto de vista agrícola. Hoje, ela é subdividida em sete departamentos, sendo o mais oriental deles um ponto gastronômico conhecido como Dordonha, também chamado de Périgord, cuja capital é Périgueux.

Onde fica Périgueux

Périgueux está localizada nos bancos do rio Isle. A cidade é da época em que os integrantes da tribo Petrocori se juntaram aos romanos para criar Vesunna. A região ao redor da cidade é conhecida como a Périgord Blanc, em função da abundância de afloramentos calcários locais.

Os festivais de verão celebram pratos à base de lagosta, aves, carnes e vinho, enquanto no outono e no inverno os cogumelos porcini, as trufas e as castanhas ganham espaço

Um dos locais que devem fazer parte do city tour é o escritório de turismo na Place Francheville (o horário de expediente pode não ser muito regular, por isso verifique com antecedência na internet). Lá é possível adquirir gratuitamente mapas da cidade e da região. Mesmo quem já tem algum conhecimento sobre o turismo local adquirido em publicações especializadas, pode aprender muito sobre os festivais regionais.

perigueuxImagem/Google Maps

Apesar de não ser tão charmosa quanto a cidade de Bordeaux, há ótimas atrações na cidade que fazem a viagem valer a pena. Entre elas estão o museu militar, o Vesunna Gallo Roman Museum e o Museu de Arte e Arqueologia – o quarto mais importante do país graças às descobertas arqueológicas que dão fama à Dordonha. O festival anual de Saint-Georges, realizado no início de maio, é um dos mais antigos da Aquitânia e reúne 25.000 visitantes para corridas de bicicletas, competições de pesca, barracas de comida e fogos de artifício.

Dordonha-Périgord é conhecida pela sua comida. Os festivais de verão celebram pratos à base de lagosta, aves, carnes e vinho, enquanto no outono e no inverno os cogumelos porcini, as trufas e as castanhas ganham espaço. Este foco em alimentos ricos é motivo suficiente para visitar os mercados ao ar livre realizados todas às quartas-feiras e sábados em Périgueux. Três mercados são mantidos em três praças na região da Basílica-Catedral Saint-Front de Périgueux.

perigueux

Gastronômia em Perigueux: Atrações para encher os olhos e os sentidos

Além disso, se essa catedral lembra a basílica de Sacré-Coeur, em Paris, há um motivo: a reconstrução do século 19 foi conduzida pelo mesmo arquiteto, Paul Abadie. Atualmente, a obra é tombada pela UNESCO como patrimônio mundial.

O evento principal ocorre na quadra de Place de la Clautre – que já serviu de espaço para execuções públicas e, agora, dá lugar a vários estabelecimentos para tomar café. Considere andar ao redor dos três lados periféricos do mercado antes de explorar o interior.

No local há pães assados de diferentes tamanhos e com diferentes nomes preparados na hora: batard, tourte, couronne e ficelle. Frutos do mar incluem linguado de Royan, caranguejos vivos, filés de peixe dourado e vieiras. Grandes barracas de legumes vendem cebolas vermelhas e aspargos brancos. Também é possível comprar abóbora Butternut e cogumelos chanterelle ou, dependendo da estação, cogumelos porcini. Outras combinações coloridas incluem sal de trufa, óleo de morango, mel de castanha, mostarda de nozes, iogurte de leite de cabra de sabores variados, chocolate coberto por cranberry e chá de hortelã-pimenta. Para completar, é possível encontrar, ainda, figo, mirtilos, geléias de marmelo e ameixa seca, salsichas aromatizadas com especiarias bascas, avelãs e carne de veado. Este é também um centro de foie gras, cuja elaboração tem sido transmitida de uma geração a outra.

Explorar é viver

Com apenas dois minutos de caminhada é possível chegar a um pequeno mercado localizado dentro do Place de la Coderc. Lá estão à venda peito de pato (magret de canard), coelhos frescos, pimenta vermelha ou de Sichuan e geléia de tomate verde.

Se você visitar a região em um dia em que os mercados não estejam funcionando, aproveite as lojas locais. Para lembrancinhas, vá ao outlet Rue Limogeanne, que vende facas Couteau de Nontron. Com seus punhos com gravuras, elas são produzidas em Dordonha há seis séculos.

Quando o sino da basílica toca, ao meio dia, os vendedores batem palmas como um sinal de que é hora de arrumar a casa. Eles então começam a colocar os aspargos em caixas, os repolhos em sacos e as frutas nas cestas, preparando-se para ir embora.

Para almoçar na cidade, uma sugestão é experimentar o cassoulet de Périgord, um prato de sopa com feijões brancos, legumes, presunto local e uma perna de ave. Além disso, tome cuidado com a bebida: este prato vai dominar qualquer vinho, exceto um tinto encorpado. Considere uma garrafa de Cahors ou Bergerac.

Depois de explorar Périgueux, você pode dirigir e conhecer mais de Dordonha-Périgord. Viaje para o sul, para o vale Dordogne River, para visitar as cavernas e museus com achados pré-históricos, ou para o oeste, para provar os vinhos de Bergerac. Se o GPS o conduzir para fora de uma estrada principal, por ruas estreitas cercadas por campos, considere isto um presente. Relaxe e aproveite esta aventura incrível fora da rota tradicional.

Fonte: Forbes

Burrata: o queijo que veio da neve

burrata-cheese

Uma forte nevasca abateu-se sobre a região de Puglia, na Itália, em 1956. As ruas das cidades ficaram cobertas por uma camada espessa de quase dois metros de neve, em temperatura inferior a 10 graus negativos, e uma violenta onda de frio que durou duas semanas. A origem era uma forte corrente de ar que vinha das regiões mais gélidas do continente europeu, principalmente do norte da então União Soviética, hoje parte do território da Rússia, entre as camadas mais próximas do Polo Norte concentradas na Sibéria.

Em consequência disso, o transporte em todas as regiões do país da bota tornou-se caótico, e a cidade de Andria, situada na faixa centro-sul do território italiano, ficou isolada. Com a crise de abastecimento e a falta de alimentos, coube a um cidadão, Lorenzo Bianchino, a invenção de algo que ajudaria a amenizar os efeitos da nevasca para, em seguida, tornar-se uma iguaria tipicamente italiana e admirada em todo o mundo.

072913-260768-cook-the-book-burrata-with-heirloom-tomatoes-thumb-625xauto-342144

Bianchino criou um frasco de queijo recheado de manteiga e stracciatella, um queijo filamentado com creme de leite ou de manteiga. Era uma intenção era reaproveitar resíduos de pasta cortada (sfilacci), que sobravam da fabricação de mozzarella. As trouxinhas formadas eram mais fáceis de carregar naquele inverno rigoroso. A consistência cremosa daquele queijo deu origem à manteiga especial daquele inverno — ou a burrata di Andria, como ficou conhecida.

A burrata consiste basicamente de uma mozzarella recheada com massa fresca e creme de leite, o que faz dela um derivado nobre entre os queijos de massa filada. A forma como é moldada lembra o tradicional queijo cacciocavallo, também de origem italiana, feito inicialmente com leite de jumenta e um dos principais alimentos do povo nômade.

O diferencial deste tipo de queijo é moldar a massa acidificada em água quente. Antes de fechá-las, o recheio de creme de leite fermentado é misturado com um pouco da massa fresca da mozzarella. Seu sabor é suave, extremamente fresco, acidulado e quando aquecida a massa derrete e forma fios.

As trouxinhas, 60 anos depois, permanecem como a forma mais tradicional e caseira de burrata. A exibida em formato de bolas geralmente é de origem industrial. É possível fazer, artesanalmente, 200 unidades em oito horas de trabalho de uma única pessoa. Depois de pronta, as trouxinhas são colocadas em tanques de água gelada para serem mais tarde embaladas em pequenos sacos plásticos.

crostini-alla-burrata-2

Os caseifici, como os italianos nomeiam suas queijarias, são dominados hoje na região da Puglia pela produção deste queijo típico, que espera pelo selo de proteção europeu que reconheceria apenas esta região italiana como a produtora da verdadeira burrata di Andria — a exemplo do que acontece com os espumantes produzidos na região de Champagne, no nordeste da França, e que são os únicos autorizados a utilizar esse nome. Corato e Martina Franca são outros locais na região da Puglia que produzem a burrata original.

Uma tarefa impossível é visitar essa região italiana e não degustar a iguaria, acompanhada de presunto cru, tomates frescos e o friselle, uma espécie de torrada que é considerada o pão típico da região. Para beber, um espumante é mais indicado, ainda que um bom vinho tinto leve também seja uma boa ideia.