Como vivem os moradores dos lugares com o maior número de centenários

Enquanto a ciência e a tecnologia quebram a cabeça na incessante luta para controlar o tempo e retardar o inevitável, cinco pequenas aldeias, sem sinal de wi-fi e longe de estarem em seus últimos dias, provam que velhos e bons costumes ainda são o melhor remédio para uma vida senão mais feliz, muito mais duradoura. Batizadas “blue zones” pelo astrofísico belga Michel Poulain e pelo médico italiano Gianni Pes, elas não são exatamente um “achado”, mas a redescoberta de hábitos que perdemos no meio do caminho entre a universidade e o sonho de conquistar o mundo. Não tem mistério, nem segredo, difícil mesmo é levar, na prática, a mesma vida dos vovôs e vovós azuis.

Durante 10 anos, em parceria com o jornalista americano Dan Buettner, a dupla de estudiosos acompanhou o dia a dia de moradores da província de Nuoro, na Sardenha; das ilhas de Icária, na Grécia, e Okinawa, no Japão; da península de Nicoya, na Costa Rica; e da vila de Lomo Linda, no sul da Califórnia. Em comum, elas apresentam uma taxa altíssima de centenários – 45% superior à média das nações mais longevas do mundo. E não é que eles vivem apenas mais, vivem muito melhor. A descoberta é a de que sua rotina é mais ou menos a que os nossos antepassados – quase os recolectores retratados no best-seller Sapiens: uma breve história da humanidade, de Yuval Noah Harari – tinham, e seguiam, sistematicamente.

Eles caminham, aram a terra e cuidam dos jardins, arrumam a casa, enfim, executam atividades que exigem um mínimo de movimento lento e constante. E todas as manhãs têm um ‘projeto’, como uma lista de afazeres. O que os okinawanos chamam de ‘ikigai’ e os nicoyanos de ‘plan de vida’.

Apenas por terem um motivo para acordar de manhã, já se tornam mais saudáveis, felizes e, de acordo com Gianni, especializado em geriatria, com sete anos de expectativa de vida extra. Outra: todos possuem ‘rituais’ antiestresse: na Sardenha, o happy hour é sagrado; a turma de Okinawa tira cochilos ao longo do dia e os adventistas de Loma Linda rezam – mais pelos outros do que por eles, sem distinção de cor, credo, raça ou religião. Claro que a alimentação é essencial para a saúde, mas não existe dieta calculada, restrição ou super food da moda: eles apenas comem pouco à noite e o suficiente durante o dia para se sentirem leves – já ouviram falar da regra 80? Parar de comer quando o estômago está a 80% de sua capacidade? É por aí… E no prato, muitos grãos e quase nada de carne – seja vermelha ou branca. E bebem vinho, lógico (mas nunca a sós).

Aliás, amizades são outro fator-chave para a longevidade deles, que mantém laços estreitos com vizinhos e familiares, levando a sério o senso de comunidade. E mais: não levam desaforo para casa, resolvem tudo no mesmo dia. Há até encontros para ‘brigas’ – em Okinawa, os mesmos velhinhos discutem a mesma questão há 40 anos e nunca chegam a um denominador comum. O Brasil tem potencial enorme para entrar no círculo de felicidade das blue zones, há cidades para isso e, mais ainda, há gente para isso – pessoas positivas e otimistas. Imaginem só se Alto Paraíso ou a região da Bocaina, até mesmo o Rio de Janeiro e aquelas estâncias hidrominerais em Minas Gerais não têm tudo para entrar na seleta lista?

Buettner tem exportado o estilo de vida para outras comunidades no mundo com o objetivo de criar novos cinturões azuis. O primeiro foi em Albert Lea, no Minnesota, e os resultados foram encorajadores. Desde 2009, a expectativa de vida na pequena cidade aumentou em três anos. A teoria é a mais simples possível e muito mais eficaz do que qualquer curso de mindfulness ou retiro de yoga já praticado na Terra, a questão é muito mais se queremos, de fato, abrir mão de antigos vícios de comportamento que nos dão bem-estar imediato e a ilusão de que estamos no caminho certo por apenas seguir os mesmos rastros de nossos amigos bem-sucedidos. A contar pela originalidade, simplicidade e falta absoluta de ambição capital dos moradores azuis, acredita-se que a fonte da juventude ainda seja a troca, a divisão, a soma e o diálogo. É desta água que sempre beberemos.

Paraíso na Riviera Turca, Kaplankaya é onde o empresário Burak Öymen e a mulher, a ex-modelo tcheca Tereza Maxová, recebem amigos e hóspedes da geração “JOMO” (Joy Of Missing Out) a cada verão. Além de ser uma super eco-villa e hotel, desde o ano passado o lugar é palco do ‘Harvest’, primeira conferência sobre bem-estar no Oriente Médio. Na primeira edição, em outubro passado, gurus e nomes-chave do wellness deram alguns caminhos para a nova era: técnicas de respiração, conversas sobre ancestralidade, meditações para a vida prática, alimentação – temas mais do que nunca necessários na pauta mundial. Em maio acontece a segunda edição do evento, mais uma rodada com três dias de imersão profunda no coração do Egeu turco. A propósito, o lugar é forte concorrente ao selo azul. Seus habitantes em suas rotinas anacrônicas fazem visitantes pensarem que todos ali nasceram há dez mil anos atrás. Nada mais sensível e apropriado que voltar à cena onde antigas civilizações sabiam que beleza e paz de espírito valem mais que os bitcoins somados pelo seu amigo londrino.

Quais são os piores inimigos do dente ?

Manter os dentes saudáveis não é uma tarefa tão simples, requer cuidados que envolvem as escovações diárias de maneira adequada e eficiente e a utilização do fio dental como complemento regularmente. Porém, alguns hábitos alimentares podem prejudicar a higienização e se tornar verdadeiras ameaças a saúde bucal.

Os piores inimigos do dente e de um sorriso saudável são o açúcar e o tabaco.

Açúcar

O açúcar alimenta as muitas bactérias que vivem na nossa boca, e que produzem ácidos. Estes ácidos podem danificar os tecidos dos dentes e causar as cáries.

Essas bactérias podem causar a gengivite ou a periodontite, além de ocasionar muitas vezes processos inflamatórios que podem desencadear distúrbios cardiovasculares.

Os refrigerantes, bebidas açucaradas, doces ou balas de leite são grandes vilões para a saúde bucal e que podem contribuir para a desmineralização do esmalte do dente, além de se fixar à sua superfície dificultando a higienização.

Como proteger os dentes?

Para evitar os efeitos negativos nos seus dentes, diminua o consumo de açúcar. Escove os dentes após cada uma das refeições e evite os lanches com alimentos e bebidas que contenham açúcar durante os intervalos entre uma refeição e outra.

Tabaco (cigarros)

O fumo provoca a falta de saliva, contribui para o mau hálito, danifica as gengivas e os tecidos de suporte dos dentes, provoca manchas e dentes amarelados, entre inúmeros problemas bucais, pode ocasionar até a perda dos dentes em longo prazo ou aumentar os riscos de câncer oral.

O tabagismo ainda atrapalha e muito a cicatrização de feridas na boca e pode aumentar o risco de complicações após procedimentos mais delicados como implantes ou cirurgias na boca.

Como se proteger?

Não fume! Cuide da sua saúde bucal escovando os dentes após cada refeição e visite o seu dentista regularmente.

Alguns alimentos que também podem ser muito prejudiciais a saúde bucal:

Alimentos ácidos

Os alimentos ácidos são os responsáveis pelas erosões ácidas que resultam no desgaste dos dentes e de toda a área em volta da gengiva. Exemplo de frutos ácidos: limão, kiwi, laranja, ananás, entre outros. Você não precisa abolir esses alimentos da sua dieta, apenas consumi-los moderadamente e assim que terminar de ingeri-los procure escovar bem os dentes.

Alimentos ricos em amido

Alimentos como os pães, bolachas, biscoitos, batatas e massas se transformam rapidamente em açúcar, que é o alimento preferido das bactérias que provocam as cáries, além disso, eles costumam grudar nos dentes dificultando a higiene bucal.

Frutos secos

A consistência pegajosa, aliada ao açúcar que os frutos secos como, as nozes, amêndoas, amendoins ou avelãs possuem, tornam os resíduos desses

Dentes desalinhados, suas consequências e tratamento

Dentes desalinhados dificultam a higienização bucal, causam um aspecto estético desagradável e podem ocasionar uma série de consequências negativas para o corpo, tais como, dificuldades na função mastigatória, que acabam afetando a digestão, devido ao tamanho dos alimentos que passam pelo estômago. Podem resultar ainda, no aparecimento de bruxismo, os atritos indesejáveis aumentam o risco de fratura e abrasão da coroa do dente em pacientes que necessitam de tratamento ortodôntico.

A posição dos dentes também pode desempenhar um papel no aparecimento de apneia do sono, aumentando a probabilidade de fechar a obstrução das vias aéreas.

Dentes desalinhados e suas consequências

Como solucionar o problema dos dentes desalinhados?

A ortodontia é a especialidade responsável pela correção da posição e alinhamento dos dentes. O paciente deverá visitar um profissional ortodontista e ele fará a avaliação do quadro clínico e indicará o tratamento mais adequado para o caso.

Dentes desalinhados e suas consequências

 

Quais as principais opções de tratamento?

Após a avaliação da arcada dentária do paciente realizada pelo profissional especializado em ortodontia, ele apresentará todas as possíveis formas de tratamento para corrigir o problema, indicará a mais adequada para o caso e levará em consideração as expectativas do paciente quanto ao resultado e a duração do tratamento.

Existem vários tipos de tratamentos, porém em muitos casos a opção mais viável é a colocação de um aparelho ortodôntico. Alguns dos principais modelos são: os móveis, os fixos (metálicos), os estéticos feitos de resina composta, cerâmica, safira, e ainda os alinhadores invisíveis que tornam o tratamento mais discreto, entre outros.

Dentes desalinhados e suas consequências

Como funcionam os alinhadores chamados de invisíveis? E porque eles vêm sendo a opção mais procurada por adultos?

Os alinhadores são praticamente invisíveis e vão reposicionando gradativamente os dentes. Eles são removíveis e podem ser retirados para comer, escovar os dentes, para passar o fio dental e ainda, em ocasiões especiais. Costumam ser mais confortáveis e agradáveis, pois não possuem fios ou metais que irritam a boca.

A opção conquista cada vez mais adultos, por conta do conforto, praticidade e pela discrição. A maioria das pessoas nem nota que o paciente está em tratamento, pelo fato dos alinhadores serem quase imperceptíveis, o que não prejudica e nem influencia a rotina ou estilo de vida do paciente. A troca dos alinhadores é realizada a cada duas semanas.

Qual a duração do tratamento?

A duração do tratamento varia de paciente para paciente dependendo de seu quadro clínico. Porém, a previsão mais aproximada para o tratamento de alinhamento dos dentes é de 12 a 36 meses dependendo da complexidade do caso.

Os aparelhos contribuem para o alinhamento dos dentes, pois aplicam uma pressão contínua sobre eles por períodos de tempo pré-determinado. Então, os dentes se movem lentamente, o osso modifica o seu formato reabsorvendo a raiz do dente na sua nova posição.

O alinhamento dos dentes ajuda a dar um aspecto estético mais bonito que é a cada dia mais almejado pelas pessoas, além de melhorar a função mastigatória, a prevenção de cáries, problemas periodontais e proporcionar um sorriso mais bonito e harmônico.

De onde vem o tártaro nos dentes?

Após cada uma das refeições diárias, restos de alimentos se misturam a outros componentes da saliva e se depositam sobre a superfície dos dentes, o que atrai as bactérias já presentes na boca. Este conjunto se multiplica formando a placa bacteriana que é coberta por uma espécie de película branca, o chamado tártaro.

Quando a escovação não é realizada de maneira adequada e não consegue remover a placa, ela endurece por conta da mineralização. Esta transformação ocorre devido aos cristais de cálcio e magnésio que são produzidos pelas glândulas salivares.

O tártaro é, portanto, a placa calcificada ou endurecida que se liga ao esmalte do dente e abaixo da margem gengival. Por vezes, é facilmente visível e seu sinal mais comum é apresentar uma cor marrom ou amarela nos dentes na região da margem gengival. Como o tártaro é poroso, ele absorve bactérias e manchas provenientes, por exemplo, do consumo de café, chá ou tabaco.

Como evitar a formação do tártaro nos dentes?

Sua formação pode ser evitada com uma correta higienização bucal que pode contar com a ajuda de um creme dental anti-tártaro e o uso do fio dental diariamente.

O que fazer para removê-lo?

Uma vez formado, o tártaro não pode ser removido com uma escovação simples e o seu acúmulo excessivo pode acabar pressionando e irritando a gengiva que fica mais vulnerável a inflamações, sangramentos, gengivites, o surgimento de cáries e outras doenças. É necessária uma limpeza mais profunda com instrumentos específicos, conhecida como raspagem e que deve ser realizada somente pelo seu dentista.

O controle do tártaro é essencial para manter os seus dentes e gengivas sempre saudáveis. Portanto, realize uma higienização bucal adequada após cada uma das refeições diárias, evite alimentos muito ácidos ou doces e visite o dentista regularmente.

Respirar pela boca pode influenciar sua saúde bucal?

A respiração deve ser realizada através do nariz. A boca deve permanecer fechada, mas sem esforço e os lábios relaxados e em contato um com o outro. Quando o ar passa pelas narinas, ele é filtrado, aquecido e umedecido até chegar aos pulmões.

Porém, quando ocorre algum tipo de obstrução nasal, como um nariz entupido, e ainda, adenóides ou amígdalas proeminentes, a respiração pela boca pode parecer uma boa alternativa. Contudo, o ar ao passar pela boca não realiza o mesmo processo, comprometendo a qualidade do ar captado, além disso, pode ocasionar diversos problemas por conta desta prática que parece tão simples. A respiração oral pode deixar o céu da boca mais profundo, os dentes tortos, causar gengivite e mastigação inadequada.

Respirar pela boca pode influenciar sua saúde bucal

Quem mais sofre com os distúrbios respiratórios?

Os distúrbios respiratórios costumam ser mais frequentes durante a infância e em pessoas que têm rinite, sinusite, desvio de septo ou outras alergias.

Como identificar possíveis sintomas de privação da respiração nasal?

Alguns sinais costumam aparecer quando o corpo é privado dos benefícios da respiração nasal e adota a respiração bucal, como por exemplo, boca aberta, olheiras, sono inquieto, roncos, sede noturna, fadiga, dificuldade de concentração, entre outros.

Respirar pela boca pode influenciar sua saúde bucal

Distúrbios do sono e comportamentais

A respiração bucal é uma disfunção que muitas vezes aparece no início da infância e pode ter muitas consequências. Uma delas, a perturbação do sono. A respiração pela boca impede a entrada na fase do sono profundo causando noites inquietas. O resultado é o cansaço diurno que ocasiona distúrbios comportamentais: irritabilidade, hiperatividade, dificuldades de concentração etc.

Consequências da Respiração Bucal: Infecções

As potenciais consequências da respiração bucal são: Resfriados, dores de garganta, infecções de ouvido etc. Isso porque, normalmente, o nariz aquece, umedece o ar e filtra partículas maiores através dos cabelos na entrada das narinas. Este sistema é a primeira barreira imune. Já a respiração oral, deixa o indivíduo exposto a um número maior de infecções, visto que o ar de entrada é frio e ainda carregado com bactérias.

Outra das principais consequências negativas da respiração bucal é um crescimento patológico dos maxilares e da face.

 

Por que todo CEOs deveria aprender a surfar?

surfe é um esporte de aventura, classificado até como radical. Exige equilíbrio, força, disposição e atenção diante da imprevisível movimentação do mar. O desafio é se manter o maior tempo possível de pé na prancha, enquanto desliza e pratica manobras sobre as ondas. Mais do que isso: é saber entender seus limites e se projetar ao desconhecido com a vontade de viver aquela experiência.

O exercício é individual – o surfista pensa, calcula e age sozinho em uma imensidão de águas. Ao se colocar no mar, ele não sabe o que esperar. Por todas essas características, o surfe pode ser usado como uma excelente metáfora para os negócios. Assim como no mundo corporativo, empreendedores se veem diante de incertezas e agarram oportunidades sem saber o destino ao certo. Eles se aventuram e procuram atingir o topo da onda.

Um CEO e um surfista têm objetivos – estão em busca de algo – e, diante de surpresas, usam da criatividade e testam novas abordagens em manobras para manter a estabilidade e não cair.

1. É preciso saber lidar com a natureza

A natureza é um elemento poderoso. Assim como acontece nos mares, os líderes empresariais criam cenários imaginários com todas as possíveis variáveis, mas o mercado age e reage sem que seja possível antever todos os fatores. Deste modo, a capacidade de se adaptar e entender o meio é mais do que necessária.

2. Não há como ser um grande surfista em um mar seguro e sem ondas

O surfe exige que o mar esteja mais agitado e com ondas para acontecer – ou seja, com riscos. O bom surfista vê na oscilação e na incerteza a oportunidade, mesmo que isso o assuste. Diante de constantes transformações no mercado e nos negócios, o líder precisa ser capaz de enxergar oportunidades nestas ondas e ter a coragem de aproveitar o que possa vir de bom delas.

3. É papel do surfista – e do líder – saber dosar e assumir os riscos

O autoconhecimento é indispensável para saber o quanto é possível aproveitar uma oportunidade e quando é a hora de deixar passar e apenas se proteger. Há grandes ondas, as chances únicas, e outras que são mais do que se pode administrar – o que pode ser muito arriscado e até fatal. É imprescindível que o líder saiba quando a oscilação é boa e quando o excesso dela pode ser prejudicial.

4. O esporte exige que a pessoa reconheça suas limitações

O surfe exige muito e expõe a integridade física daqueles que não estão aptos. No mundo dos negócios, é necessário conhecer bem suas virtudes e limitações: um indivíduo pode ser o melhor surfista em ondas rápidas e péssimo em oscilações grandes. Ao compreender isto, será mais fácil se dedicar a algo com um maior potencial de sucesso.

5. O melhor surfista é aquele que sabe usar suas habilidades para aproveitar as forças que não controla

Não há como controlar tudo. Humildade diante do mundo ainda é uma virtude. Esta é uma lição aos CEOs também: não é o mais forte que vence, mas o que melhor se adapta às novas circunstâncias e diferentes variáveis.

 

Gengivite e Periodontite são problemas recorrentes

A doença periodontal é um problema bucal presente na vida de muitos pacientes devido à falta de uma higienização bucal apropriada e acompanhamento com um profissional qualificado. Por ser um problema recorrente, trazemos o artigo dessa semana para explicar o que é a doença, quais são seus sintomas e os tratamentos adequados para o caso.

Gengivite e Periodontite são problemas recorrentes

O que é a doença periodontal?

A doença periodontal é uma infecção bacteriana que afeta desde a gengiva até o osso que dá suporte aos dentes e é causada pelo acúmulo de placa bacteriana entre os dentes e a gengiva, devido a uma limpeza bucal incorreta. Com o costume de procurar um profissional odontológico apenas em casos de dor e incômodo, muitos pacientes afetados por este problema não buscam atendimento já que, no início, ela não causa dor à pessoa.

Saiba quais são os três estágios da doença periodontal

Gengivite e Periodontite são problemas recorrentes

Gengivite

É o primeiro estágio da doença periodontal. Devido ao acúmulo de placa bacteriana, a gengiva apresenta vermelhidão e inchaço, e sangramentos durante a escovação e o uso do fio dental tornam-se frequentes. É de suma importância buscar ajuda de um dentista ainda nesse estágio para tratamento e evitar a evolução da doença para uma periodontite.

Periodontite

Nesse segundo estágio, a inflamação bacteriana afeta definitivamente o osso de sustentação e as fibras que dão apoio e suporte aos dentes. Apesar de não ter como reverter o efeito da periodontite, os dentistas podem indicar os melhores cuidados para o paciente realizar a higiene bucal para evitar outros danos ao quadro.

Periodontite avançada

Durante o estágio mais severo da doença periodontal, o dente pode ficar mole porque o osso de sustentação e as fibras necessárias para dar sustentação aos dentes estão seriamente afetados. O amolecimento dos dentes também leva a mordida do paciente a sofrer mudanças.

Se o tratamento nesse estágio não demonstrar resultados, é necessário extrair os dentes afetados.

Quais são os sintomas desse problema bucal?

Os sintomas da doença periodontal são:

  • Gengiva inchada, avermelhada, dolorida ou até retraída;
  • Sangramento da gengiva durante escovação e uso do fio dental;
  • Mau hálito persistente;
  • Gosto ruim na boca;
  • Dentes amolecidos ou com espaços entre eles;
  • Dores ao mastigar.

Mas afinal, há tratamento para a doença periodontal?

Como explicado acima, a doença periodontal é provocada pelo acúmulo de placa bacteriana na margem do dente (região entre dente e gengiva). O tratamento ideal para a doença periodontal é a prevenção, bastando realizar uma higienização bucal eficiente com uma boa escovação, uso correto do fio dental e acompanhamento com um dentista. Outros tratamentos viáveis para remover a placa bacteriana acumulada rente à gengiva são a raspagem e o alisamento radicular – vale ressaltar que, para saber qual o melhor tratamento periodontal para cada caso, deve-se visitar um dentista que esteja preparado para analisar, diagnosticar e orientar o paciente de acordo com sua situação.

Implantes dentários: tire suas dúvidas sobre o procedimento que restabelece o sorriso do paciente

Os implantes dentários são uma excelente opção para quem precisa repor um ou mais dentes na boca. Além de restabelecer a estética do sorriso, o tratamento ainda devolve a capacidade de mastigação e a autoestima do paciente.

O tratamento está cada vez mais acessível e por isso, o implante é um dos procedimentos mais procurados dentro dos consultórios. No entanto, há muitas dúvidas em relação ao tratamento, gerando informações equivocadas em relação ao procedimento. Neste post, citaremos os principais mitos em relação ao implante dentário. Confira!

Os implantes dentários são mais indicados apenas para idosos?

Qualquer adulto pode se submeter ao tratamento com implantes dentários, desde que estejam com a saúde bucal em dia. Na realidade, o procedimento é indicado para pessoas que já tenham o crescimento ósseo completo.

Os implantes podem ser rejeitados pelo organismo?

Os implantes são confeccionados em titânio, que é um material biocompatível com o corpo humano, por isso, integra-se facilmente ao osso. Casos de insucesso são bastante raros e acontecem devido a problemas na cirurgia, no pós-operatório, na qualidade do osso do paciente ou a falhas mecânicas relacionadas à prótese — dente artificial.

Quem tem implante dentária não precisa se preocupar muito com a higiene bucal?

Esse talvez seja um dos maiores mitos relacionados aos implantes dentários. Mesmo pacientes que tenham implantado todos os dentes precisam ter os mesmos cuidados com a higiene que tinham com os dentes naturais.

Isso porque o acúmulo de resíduos alimentares causa inflamações nas gengivas, que podem prejudicar o osso. Lembrando que o osso serve de suporte para o implante e, se houver desgaste dele, o implante fica comprometido.

Quem faz implante dentário pode fumar, normalmente?

 

Quem faz implante dentário pode fumar, normalmente?

Quando o paciente é um fumante assíduo, as chances de insucesso no implante são maiores, pois isso, o tabaco prejudica o processo de cicatrização. Nesse caso, o paciente é orientado a parar de fumar para que o sucesso do procedimento não seja afetado. Se o paciente insistir no hábito, ele pode perder os implantes.

Qualquer dentista pode colocar o implante

Apesar de ser um tratamento seguro, o implante dentário é um procedimento cirúrgico, que exige conhecimentos técnicos específicos. Por isso, ele só pode ser realizado por profissionais devidamente qualificados, com cursos de especialização na área.

Dentistas mal preparados ou não capacitados para realizar o implante, podem causar danos à saúde bucal do paciente.

É possível fazer implante sem nenhum corte na gengiva

Os implantes dentários sem corte, tão divulgados pelos dentistas, são uma técnica menos invasiva do que o procedimento tradicional. Na realidade, nesse tipo de tratamento, todo o planejamento é feito por computador. Então, não há necessidade de o profissional cortar toda a extensão da gengiva para examinar o osso.

Mas para colocar os implantes dentários é necessário fazer uma perfuração na gengiva. Essa incisão é pequena, pois deve ter apenas o tamanho suficiente para inserir o pino de titânio.

As causas da sensibilidade nos dentes

Não é difícil conhecer uma pessoa que sofra de sensibilidade nos dentes. Este problema comum provoca bastante incômodo e pode indicar a existência de doenças bem sérias. Por isso, antes da realização de qualquer tratamento caseiro, a ida ao odontologista é recomendada. Por ora, fique com esta explicação sobre as causas da sensibilidade e formas de evitá-la.

As causas da sensibilidade nos dentes

As causas da sensibilidade nos dentes

A sensibilidade nos dentes ocorre quando a raiz do dente fica exposta. Isso pode acontecer se há retração da gengiva, desgaste do esmalte, fissura no dente ou cárie. O consumo de alimentos ácidos, a má escovação e a existência de problemas como a bulimia e o refluxo gástrico contribuem para o surgimento do quadro de sensibilidade e para o agravamento dele.

Formas de evitar a sensibilidade nos dentes

Para evitar a sensibilidade nos dentes, você pode tomar algumas providências imediatas. Ainda assim, é fundamental ir ao odontologista para que ele investigue o problema e aponte a causa.

Formas de evitar o problema a sensibilidade nos dentes

Das medidas que ajudam a combater este incômodo, a realização da escovação correta promove mudanças importantes. Assim, na hora de escovar os dentes, lembre-se de realizar movimentos circulares, a fim de massagear a gengiva. Não faça movimentos de cima para baixo, pois empurra a gengiva e leva à retração gengival.

Também tenha o cuidado de não aplicar força enquanto higieniza os dentes. A frequência e os movimentos corretos são os elementos determinantes para que toda a sujeira seja eliminada.

Opte por alimentos saudáveis e, caso consuma algum que seja corrosivo, escove os dentes ou realize um bochecho com água assim que comê-lo, para evitar que resíduos ajam no esmalte.

Por fim, se você sofre de algum distúrbio alimentar ou de refluxo, consulte um profissional para realizar o tratamento adequado.

As causas da sensibilidade nos dentes

O diagnóstico do dentista faz toda a diferença

Dado que a sensibilidade nos dentes tem várias causas, a ida ao dentista é indispensável. A tendência é que o problema piore, exigindo a necessidade de procedimentos mais invasivos. Por isso, assim que notar desconforto para consumir alimentos muito quentes ou muito frios, marque uma visita ao seu dentista de confiança e siga suas orientações.