Por que não se come carne na Semana Santa

Pais e avós ensinam que não deve-se comer carne vermelha nesta dia. Acredito que muitos se perguntam o porquê. Aqui no Blog da Clínica Branemark, vamos tentar responder esta pergunta.

É preciso buscar lá atrás, na história, a resposta. Mais especificamente na Idade Média, a partir do século V d.C., época em que o cristianismo começa a se fortalecer na Europa e a igreja se torna uma instituição de grande influência no poder. Tempos em que os sacrifícios em louvor a Deus eram comuns e uma das práticas mais habituais era jejuar em datas religiosas.

Na Quaresma e na Semana Santa, a igreja proibia o consumo de carne vermelha. Dizia que fazia alusão ao sangue derramado por Cristo para nos salvar dos pecados. Abstendo-nos desse alimento estaríamos nos unindo ao sacrifício e ao amor de Cristo.

Substituía-se, então, a carne por peixe. Este, aliás, foi o símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Ichthys, em grego, significa peixe e ao mesmo tempo são as iniciais da expressão “Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador”, usada nos primeiros tempos do cristianismo quando os fiéis eram perseguidos.

Os mais apreciados eram o salmão, a truta, o bacalhau, o esturjão e o arenque. Também se substituía a carne por queijo, frutas secas, ovos, e a gordura, por azeite.

Consumir peixe ou outro tipo de proteína no lugar da carne vermelha, hoje, não é problema por aqui. Temos inúmeras opções no mercado e muitas receitas em que o peixe é o protagonista – caso da tainha recheada, do litoral de Santa Catarina, o peixe azul marinho, do litoral Sudeste, a moqueca de peixe, seja ela capixaba ou baiana e, ainda, o cuscuz paulista. Isso sem falra nos peixes de rio, como pirarucu, servido grelhado, e filé de pintado, com purê de banana-da-terra. Escolha a sua receita preferida e prepare um belo banquete nessa Páscoa!

Fonte: IG

Fibras evitam o aparecimento de tumores

À primeira vista, alimentos como goiaba, cebolinha, cenoura, tangerina, soja, arroz integral e aveia não têm nada em comum. Mas, perdoe-nos pelo clichê, as aparências enganam. É que esses itens — e muitos outros — são carregados de fibras, substâncias valiosas. Entre seus feitos estão o estímulo da saciedade, a melhora do funcionamento do intestino e a proteção contra câncer nesse órgão. Agora a ciência acaba de apontar, veja só, que elas também previnem tumores no pâncreas e na mama. No mínimo.

Vem do Colégio Imperial de Londres e da Universidade de Leeds, na Inglaterra, o estudo que associou o consumo de fibras a uma menor incidência de tumores mamários. Para realizá-lo, os pesquisadores esmiuçaram 16 trabalhos sobre o tema. “Notamos que a ingestão diária de 10 gramas de fibras solúveis derruba em 26% o risco de o mal se desenvolver. Ainda não sabemos por que as insolúveis não promoveram o mesmo benefício”, conta Dagfinn Aune, líder do projeto.

Uma das hipóteses levantadas para explicar tal façanha é que as fibras reduziriam o estrogênio que perambula pelo sangue. É que elas prejudicam a ação de uma enzima responsável por quebrar o hormônio para facilitar sua absorção. Assim, boa parte dele vai embora junto com as fezes. Mas há um mistério: “Em pesquisas com cobaias, tanto as fibras solúveis como as insolúveis causaram esse efeito”, pondera a nutricionista oncológica Thais Manfrinato Miola, do Hospital A.C. Camargo, na capital paulista.

Se você está se perguntando por que é importante evitar picos de estrogênio, fique sabendo que ele incita a proliferação das células mamárias, independentemente de serem normais ou cancerosas. “Sabe-se que outros hormônios agem assim, ou seja, estimulam a multiplicação celular. Então, quando eles estão controlados, o risco de desenvolver câncer diminui”, explica Fábio Gomes, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Mais fibras, menos insulina
Só para constar, outro hormônio intimamente relacionado ao câncer de mama é a insulina, responsável por botar a glicose dentro das células. E as fibras dão um jeito nela também. Afinal, retardam o esvaziamento gástrico — em outras palavras, você fica com o estômago cheio por mais tempo —, o que torna a absorção de açúcar mais lenta. Diante disso, não há necessidade de ter um monte de insulina circulando.

E, por falar em barriga bem forrada, está aí outro fator que, indiretamente, é capaz de afastar a ameaça do câncer mamário. É que a obesidade e essa doença caminham lado a lado. Quando a dieta é rica em fibras, fica mais fácil escapar dos ataques à geladeira e, dessa forma, administrar o ponteiro da balança. “Mas, se uma mulher está 40 quilos acima do peso, não adianta só apostar nas fibras. O consumo isolado da substância não contrabalançará todos os outros problemas”, avisa Artur Katz, coordenador do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Já no Centro de Referência Oncológico de Aviano, na Itália, os cientistas voltaram suas atenções para a relação entre uma dieta campeã em fibras e o aparecimento de câncer no pâncreas. Para explorá-la, eles avaliaram a dieta de 326 pacientes diagnosticados com a doença e 652 indivíduos saudáveis. Foi quando notaram que o consumo da versão solúvel fez despencar em 60% a probabilidade de tumores surgirem no órgão. A insolúvel, por sua vez, diminuiu o perigo em 50%.

Ao que tudo indica, a partir do momento em que tais substâncias passam a controlar a produção e a liberação desenfreada de insulina, evitam não só o boom de células malignas nas mamas como também no pâncreas. “Isso não está 100% comprovado, mas é uma teoria que ganha força”, avalia Paulo Hoff, diretor do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês. “E esse mecanismo provavelmente garante proteção contra vários outros tipos de tumores”, completa Fábio Gomes, do Inca.

Fonte:  Revista Saúde

Por que comemos ovos de chocolate na Páscoa?

No mundo todo, é difícil encontrar quem não se renda ao sabor de uma barra de chocolate. E quando a Páscoa vem chegando, pronto! É época de passear por supermercados com tetos abarrotados de embrulhos coloridos, de encomendar doces caseiros ou uma versão mais bacana, com cara de presente de aniversário. Mas por que será que comemos ovos de chocolate na Páscoa?

“O costume de presentear com ovos vem desde a antiguidade”, afirma Karen Bressan, professora do Centro Universitário SENAC, Campus Águas de São Pedro. Segundo ela, fazia parte dos festejos europeus de fim do inverno, estação que dificultava a produção de alimentos. “Na cultura chinesa, o costume de dar ovos de galinha cozidos e decorados, nas festas de primavera, também simboliza a valorização da vida, o renascimento e a ressurreição”, diz. Isso porque, de acordo com a especialista, esse ingrediente representa a renovação periódica da natureza.

Acontece que, na Quaresma, o consumo de carne é proibido, e ovo, durante um período, também foi. “Uma teoria que podemos adotar pela escolha do chocolate para substituir os ovos de galinha é o fato de o produto ser considerado um alimento dos deuses, com grande valor entre os povos desde a sua descoberta”, afirma Karen.

Coelho no Brasil, peixe na França, galinha na Espanha
A festa de Páscoa foi oficializada no ano 325 d.C. e tem vários símbolos. “Todos em homenagem à ressurreição de Cristo, à vida”, explica Karen. O coelho reina na cesta de Páscoa brasileira e na imaginação da garotada. Entre os significados, está a reprodução e a fertilidade associada a ele. Mas outros animais também fazem parte das tradições de outros países. Sempre feitos de chocolate.

Na França, por exemplo, nesta época do ano podem ser encontrados chocolates em formato de peixe. “Ele representando a fé das pessoas em Cristo ressuscitado”, diz a professora. “A pomba, por sua vez, apresentada em forma de colomba, simboliza a paz de Cristo e a presença do Espírito Santo.” Uma possível justificativa para o símbolo é que, desde a antiguidade, os espanhóis costumam dar ovos de galinha decorados para comemorar a vida nesta data.
Mas, animais à parte, o importante, no mundo todo, é celebrar. Se possível com um chocolate irresistível, no formato que for.

Fonte: IG

A Saúde Bucal dos Idosos

É importante saber que a boa higiene bucal evita o aparecimento de enfermidades gengivais.

 

Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?

Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.

Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?

Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.

– As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista

– A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.

– As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.

– Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.

– As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.

– A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:

1- Má alimentação.
2- Higiene bucal inadequada.
3- Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
4- Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
5- Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.

– Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.

– As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.

Com todos esses cuidados, e com a Clinica Branemark do seu lado, sua saúde bucal certamente estará em boas condições.

 

Semana Santa – Origem e Alimentação

A páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo, que de acordo com a Bíblia ocorreu três dias após a sua crucificação. É comum em todas as igrejas cristãs, o domingo ser um dia destinado à comemoração da ressurreição de Cristo, realizada através de Eucaristia, porém o domingo de páscoa é diferenciado dos outros, neste é celebrado o aniversário da ressurreição, a festa da vida.


A festa da páscoa faz referência à última ceia de Jesus com os discípulos, sua prisão, julgamento, condenação, crucificação e ressurreição. A celebração inicia no domingo de Ramos e termina no domingo de páscoa, período compreendido como Semana Santa.

O domingo de Páscoa se aproxima e com ele o delicioso almoço em família, além dos calóricos ovos de Páscoa. Como não cair em tentação? Veja algumas dicas para que você comemore essa data com seus familiares, saboreie as delícias, mas não fique fora de forma.

 

  • Primeiro é importante se conscientizar do significado da Páscoa – sentido de renovação, mudança. O principal motivo desse dia é a confraternização com os familiares de um novo ciclo que se inicia;
  • Faça o café da manhã normalmente, tenha uma refeição balanceada, não fique sem comer até o almoço, pensando já nos possíveis abusos que terá no dia. Se você não tiver com fome, conseguirá se controlar com as quantidades;
  • No almoço, se você for cozinhar para família, escolha preparações saudáveis, o peixe é uma ótima pedida, prepare-o assado, grelhado ou cozido. Faça uma salada bem variada, com bastante ingredientes: folhas, legumes e frutas, e escolha um acompanhamento que não seja fritura, exemplo: purê, creme, arroz, legumes cozidos, massa, etc. Se você for almoçar na casa de alguém, dentro do possível escolha o que for mais saudável e nutritivo, e o mais importante, não exagere na quantidade;
  • Quanto aos ovos de páscoa, o chocolate meio amargo é uma boa escolha, já que é mais saudável do que os outros por conter propriedades funcionais à saúde;
  • Evite o chocolate branco e os recheados com nozes, amendoim, castanha-de-caju, trufados, pois são bem mais calóricos do que o chocolate ao leite;
  • Se você não for diabético, o chocolate diet não é uma boa opção. O chocolate diet é isento de açúcar, mas possui grande quantidade de gordura e por isso não é indicado para quem quer emagrecer;
  • Se você gosta de colomba, cuidado com a quantidade que vai comer, pois também é bem calórica, não consuma mais que uma fatia por vez;
  • Os chocolates que sobrarem divida com seus amigos, distribua para crianças e guarde somente um pouco para você comer de vez em quando um pedacinho. Vamos, faça um esforço, assim não terá arrependimentos.
Fontes: CyberDiet, Mundo Educação.

Homens usam mais multimídia em smartphones

Os brasileiros são mais adeptos aos recursos multimídia dos smartphones do que as brasileiras: a conclusão é de um estudo do ConsumerLab, divisão de pesquisa e comportamento da Ericsson, que identificou peculiaridades de gênero no uso desses dispositivos no País.

Por exemplo, enquanto as mulheres utilizam mais os serviços de comunicação, como voz, e-mail e SMS, os homens preferem recursos de entretenimento e estão mais dispostos a experimentar novos serviços, como o VoIP. Segundo o estudo, 36% dos homens pesquisados utilizam seus smartphones para jogar, entre as mulheres esse número cai para 16%.

São os homens também os que assistem mais TV, vídeos e escutam mais música pelo celular. Além disso, eles dominam o download de aplicativos com mais do que o dobro da frequência em relação ao público feminino.

O quadro se inverte em relação à atividade de tirar fotos. Enquanto aproximadamente 80% das brasileiras participantes da pesquisa afirmam utilizar o dispositivo para esta função, somente 60% dos homens fazem uso do mecanismo. Porém, são eles os líderes no envio e recebimento de imagens, MMS e fotos.

Para o acesso das redes sociais, o aparelho é mais utilizado entre os homens, que preferem realizar o acesso quando em trânsito, no período da tarde e no final do dia. As mulheres lideram os acessos das redes sociais no período da manhã, antes mesmo de sair da cama, durante o almoço e novamente na cama antes de dormir. Dessa maneira, os smartphones têm impactado diretamente na frequência com que os serviços são utilizados, em comparação ao uso de computadores e celulares comuns.

A Branemark já entrou na onda das redes sociais, podendo ser acessado direto do seu smartphones. Fique de olho sempre para ficar atento as nossas novidades, e mais uma porção de conteúdo interessante.

Fonte: exame.abril.com

Calendário aulas Professor Dr. Laércio Vasconcelos

O Professor Dr. Laércio Vasconcelos participou em outubro dos congressos da Abross(Academia Brasileira de Osseointegração) em São Paulo e do Sindiodon em Santos.

Em dezembro, particiou do Congresso da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE). O congresso foi realizado no Rio de Janeiro.

 

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ABROSS – São Paulo – 20/10/2011

 

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ABROSS – São Paulo – 20/10/2011

Gentileza fotos: VM Comunicação

 

 

Sindiodon em Santos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Reabilitação oral complexa envolvendo várias especialidades da Odontologia

Existem casos, em que se torna necessário a realização de um planejamento muito bem elaborado e que envolve várias especialidades da odontologia. O caso a seguir é um exemplo disso. Com um cronograma bem definido do início ao fim do tratamento, foram envolvidos periodontistas, implantodontistas,  protesistas e esteticistas. O paciente passou  cirurgia periodontal, coroas transitórias, restaurações, cirurgia para implantes e por fim as coroas definitivas sobre dentes e sobre implantes. Todas elas individualizadas

Foto inicial
Foto final do caso com coroas individualizadas
Vista oclusal inicial
Vista oclusal final

IN 2011 – Latin American Osseointegration Congress

IN 2011 chega ao fim fazendo história na Odontologia

O IN 2011 – Latin American Osseointegration Congress, entra para a história da Implantodontia como um dos maiores eventos já vistos dedicados a uma especialidade odontológica. Mais abrangente, de sede nova e com uma programação científica de primeira, o evento estabeleceu um novo marco de integração para a comunidade latino-americana: nas dependências do Expo Center Norte, em São Paulo, cerca de 5 mil participantes, de 623 municípios brasileiros e de outros 11 países (Alemanha, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela).

Sob a presidência de honra de Per Ingvar Brånemark, o descobridor do princípio da Osseointegração, a base da Implantodontia moderna, o IN 2011 contou com uma mensagem de saudação ao público gravada especialmente por ele para o evento: “Sejam bem-vindos a este congresso singular e pioneiro de Osseointegração da América Latina. De acordo com o programa deste congresso, teremos muitos tópicos excitantes. Por favor, apreciem em compartilhar a experiência de algo que tem sido aplicado há mais de 50 anos, mas que é muito novo”, disse o professor sueco. “Se nos lembrarmos que existem milhões de pacientes esperando pelas reconstruções osseointegradas, isso significa que estamos apenas no estágio inicial de testar novas possibilidades”.
Hugo Nary Filho, presidente do IN 2011, fez um balanço do encontro. “Tivemos um número muito grande de ministradores de alta qualidade do Brasil e do exterior, discutindo os temas mais recentes da Implantodontia de uma forma bastante objetiva e conclusiva. Esses temas vão desde novos sistemas de implante até materiais e substâncias que promovem crescimento ósseo e a reconstrução óssea do complexo maxilofacial”.
Na Solenidade de Abertura Oficial, realizada no dia 2 de julho, grandes autoridades da Odontologia nacional e estrangeira estiveram presentes para prestigiar o evento. O IN 2011 teve como patrono Waldyr Janson, especialista em Prótese, Periodontia e Implantodontia, que foi homenageado de forma emocionante durante a cerimônia.
O primeiro dia do evento foi dedicado ao Corporate Session – Ciclo de Conferências sobre Tecnologia Aplicada, no qual as maiores empresas do segmento puderam apresentar suas tecnologias, produtos e soluções no contexto da reabilitação oral com implantes. “Para elaborar a programação do IN 2011, tivemos o cuidado de limitar muito bem a informação apresentada pelas indústrias no primeiro dia. Dessa forma, o congressista pôde observar de maneira crítica as apresentações de cunho comercial”, disse Laércio Vasconcelos, presidente da comissão científica.

Nos três dias seguintes, realizaram-se os cursos de imersão nacionais e internacionais, as mesas-redondas consensus, as conferências especiais, além de outras atividades, como o plantão de dúvidas e as atividades premium. Os temas que se destacaram na programação científica foram regeneração tecidual estética, enxertos ósseos, regeneração óssea, biomateriais, peri-implantite, tratamento de superfícies de implantes, reabilitação pós-exodontia, reabilitação em maxilas atróficas, implantes curtos e inclinados, cirurgia guiada e planejamento em reabilitação oral.
Entre os ministradores internacionais, estavam Franck Renouard, Joseph Kan, Markus Hüzeler, Massimo Del Fabbro, Moshe Goldstein, Paolo Trisi, Sascha Jovanovic, Stephen Chu, Ulf Wikesjö, Zvi Artzi e dezenas de outros renomados professores estrangeiros. Na equipe brasileira, André Zétola, Antonio Carlos Cardoso, Carlos Eduardo de A. Ferreira, Carlos Eduardo Francischone, César Arita, Eduardo Ayub, Glécio Vaz de Campos, Guaracilei Maciel Vidigal Jr., Jan Peter Ilg, Júlio Cesar Joly, Laura Guimarães P. Paleckis, Luis Antonio Violin, Marco Aurélio Bianchini, Mário Groisman, Oswaldo Scopin, Paulo Fukashi Yamaguti, Ricardo Magini, Ronaldo Hirata, Sidney Kina, entre outros. Ao todo, 190 palestrantes deixaram sua contribuição para tornar o IN 2011 mais imponente.
Mais de 80 expositores estiveram presentes na ExpoIN 2011, trazendo ao grande público o que existe de mais novo no mercado, oferecendo cursos e palestras, concretizando bons negócios e estabelecendo novas parcerias.
Para Haroldo Vieira, coordenador executivo do IN 2011, “o encontro que realizamos no Expo Center Norte acabou no dia 5. No entanto, o conteúdo apresentado no IN 2011 continuará sendo debatido e repercutido por muitos meses nos núcleos acadêmicos de pós-graduação, nos centros de desenvolvimento de produtos das indústrias, nas dezenas de cursos que reproduzem as novidades apresentadas em primeira mão e, principalmente, no ambiente clínico, onde as ideias revolucionárias desses grandes pesquisadores se transformam em soluções efetivas para pacientes”.
O evento máximo da Implantodontia latino-americana chega ao seu fim deixando saudades. Vale a pena reservar espaço na agenda para o IN 2013, que vai acontecer na última semana de setembro.

Protesistas do Branemark Osseointegration Center que ministraram cursos no Congresso:

Dr. Daniel Hiramatsu
Graduado e mestre em Reabilitação Oral – Faculdade de Odontologia de Bauru, USP; Membro Adjunto – Clínica Brånemark Osseointegration Center, Santos e São Paulo.
Tema: Planejamento cirúrgico e protético para individualizações múltiplas com implantes pós-enxerto e pós extração
Abordagem: a reabilitação de dentes perdidos por coroas individualizadas sobre implantes é uma tendência que exige um cuidadoso planejamento cirúrgico-protético para sua execução. O objetivo da apresentação será conceituar as etapas e procedimentos das fases cirúrgica e protética que possibilitem, ao final do caso, a individualização das coroas sobreimplantes tanto para casos onde é indicada extração com carga imediata, quanto para casos de restabelecimento da anatomia do rebordo ósseo com enxertos previamente à instalação de implantes.


CN-08
Paulo Fukashi Yamaguti
Especialista e mestre em Prótese Dentária – Faculdade de Odontologia de Araçatuba – Unesp; Doutor em Reabilitação Oral – Faculdade de Odontologia de Bauru – USP; Membro adjunto – Clínica Brånemark Osseointegration Center de São Paulo.
Tema: Reabilitação oral complexa: das próteses transitórias à reabilitação com implantes
Abordagem: as próteses transitórias são executadas na fase do preparo inicial de uma reabilitação oral, na qual se cria o modelo para a reabilitação definitiva com estabilidade da dimensão vertical de oclusão e estética melhorada. As próteses transitórias podem servir também para identificar a real condição de suporte de dentes duvidosos, principalmente em pacientes comprometidos periodontalmente. Nestas situações, o mesmo pode ser compensado por implantes osseointegrados que, no planejamento protético, pode beneficiar o paciente com maior estabilidade, prognóstico favorável e conforto.

Para maiores informações visite o site: www.implantnews.com.br/in2011/

Reabilitação Oral com Próteses Convencionais e Sobre Implantes.

Em casos mais complexos, como nas Reabilitações Orais, são restabelecidos vários elementos do sistema que compõem a mastigação. Dentes que apresentam-se fraturados, com grandes restaurações ou perdidos são repostos. A estética e a oclusão também são reestruturados. Nestes casos, os implantes atuam como importantes complementos no planejamento da Reabilitação, possibilitando por exemplo a individualização dos dentes, como no caso a seguir.
Foto Inicial: notar deficiência estética e funcional. Ausência de dentes na região posterior causava dificuldades na mastigação.
Foto Inicial: notar deficiência estética e funcional. Ausência de dentes na região posterior causava dificuldades na mastigação.
Radiografia panorâmica inicial evidenciando a boa condição óssea para colocação de implantes nos espaços edêntulos.
Radiografia panorâmica inicial evidenciando a boa condição óssea para colocação de implantes nos espaços edêntulos.
Caso finalizado: restabelecimento da estética e da função com coroas de porcelana e individualização de todos os dentes graças a utilização dos implantes. Notar a boa condição gengival e a estabilidade da oclusão.
Caso finalizado: restabelecimento da estética e da função com coroas de porcelana e individualização de todos os dentes graças a utilização dos implantes. Notar a boa condição gengival e a estabilidade da oclusão.
Radiografia do caso finalizado, notar a posição dos implantes nos locais correspondentes aos dentes perdidos possibilitando a individualização dos dentes.
Radiografia do caso finalizado, notar a posição dos implantes nos locais correspondentes aos dentes perdidos possibilitando a individualização dos dentes.

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