Ter um sono tranquilo pode garantir um dia produtivo

Sono tranquilo 2017

Brian Rashid, especialista em comunicação e promoção da imagem de grandes marcas, costumava enxergar o sono como um fardo. Ele sempre soube que era algo que ele precisava, mas não imaginava o quanto a falta dele diminuía sua produtividade.

 

Com o tempo, Rashid foi percebendo que boas horas de sono melhoravam o seu desempenho. Entretanto, o modo como ele consegue dormir de seis a oito horas não segue sempre um padrão.

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O especialista conta que não tem um horário estabelecido para dormir. Existem muitas coisas em seu dia que acabam impedindo a definição de uma rotina regrada. Porém, ele encontrou um método que considera eficiente para garantir sua produtividade.

1. É tudo uma questão de gerenciamento

Pense no seu sono como um banco. Você tem uma certa quantia que precisa para sobreviver e estar confortável, mas entrar no negativo seria muito prejudicial. Todo mundo sabe que são necessárias entre seis e oito horas de sono, mas ninguém falou que elas precisavam ocorrer durante a noite. Na verdade, muita gente dorme em outros horários.

2. Estabeleça uma rotina relativa

Rashid usa o termo “rotina relativa” porque, atualmente, é quase impossível ter uma rotina no dia a dia. Entretanto, até uma agenda mais flexível precisa acomodar uma quantidade razoável de expectativas. Para ele, é vital ter, pelo menos, entre quatro e seis horas de sono seguidas. O ciclo dos sonos REM (“movimento rápido dos olhos”) dá ao cérebro um tempo para descansar, o que é crucial para otimizar a produtividade. Mas como, às vezes, sua ida à cama é adiada, Rashid costuma ajustar seu dia seguinte para encaixar pelo menos uma ou duas horas de descanso. Pense um ou dois dias adiante para se planejar.

As facetas laminadas e lentes de contato têm um altíssimo
poder de transformação: quando cimentadas sobre os dentes
naturais, modificam sua cor, formato, textura e brilho,
trazendo uma aparência completamente renovada. Leia mais 

Rashid diz que mesmo sendo mais flexível com seu cronograma de sono, é importante estabelecer certas restrições. Mudanças drásticas podem fazer você perder a produtividade ao mesmo tempo em que seu corpo perde a noção de que está cansado. Além disso, você pode se despedir de finais de semana em que dorme o dia inteiro, já que isso pode desregular todo o seu relógio biológico.

Outra sugestão é que você, constantemente, tente reduzir o tempo que leva para conseguir ficar confortável o suficiente para adormecer. Rashid percebeu que levava de duas a três horas só para conseguir isso. Para diminuir esse tempo, ele se dedicou a desenvolver a mesma rotina noturna diariamente.

Faça uma lista de músicas relaxantes, prepare um chá ou qualquer outra coisa que ajude a encontrar o seu ritmo noturno. Uma vez que conseguir, você irá ganhar de volta horas preciosas durante a noite.

3. Otimize as partes mais produtivas do seu dia

Vivemos em uma era na qual as pessoas experimentam seus auges em diferentes momentos do dia. Algumas delas são mais criativas à noite, enquanto outras conseguem dar o seu melhor no começo da manhã. Qualquer que seja o caso, utilize o tempo em que se sente melhor. Você não apenas vai notar um aumento no foco, criatividade e produtividade, como ainda vai se libertar da pressão de tentar realizar alguma coisa apenas porque é a “hora normal para fazer aquilo”. Não existe uma hora certa, mas sim a sua hora.

Outra boa sugestão é trabalhar nas coisas que você faz e que ajudam na sua produtividade. Algumas pessoas, por exemplo, sentem que trabalham melhor depois de malhar, mas só podem ir à academia durante a tarde. É normal adotar um método não-convencional, desde que ele produza resultados eficientes.

4. Invista em tornar o ambiente no qual dorme o melhor possível

Esta é uma dica realmente simples – e uma das partes vitais da regulagem do sono. Se você vai mudar a sua rotina, vai precisar de um ambiente sólido para fazer isso, então invista em coisas que vão te ajudar a dormir o mais rápido possível.

Werner afirma que tinha isso em mente quando criou a GhostBed. “Como um atleta, eu sou muito consciente das qualidades de um colchão que oferece um sono de qualidade. Nesta indústria há mais de 15 anos, eu criei e vendi colchões de todos os tipos. Entretanto, hoje eu acredito que o colchão ‘memory foam’ (feito de espuma viscoelástica) é o melhor. Ele consegue “respirar” e manter a pessoa com uma temperatura agradável a noite toda.”

Protegendo a saúde bucal de erros comuns

proteger saude bucal

Mau hálito? Grandes contas no dentista? Esses podem ser seus menores problemas caso você tenha maus hábitos de saúde bucal.

O dr. Matthew Messina, porta-voz da American Dental Association, disse à Newsweek que enquanto os mecanismos exatos não são claros, estudos mostram vínculos entre bactérias bucais e doenças cardíacas, diabetes e crianças prematuras nascidas com baixo peso.

A Newsweek especificou os seis erros prejudiciais aos dentes que as pessoas cometem regularmente:

  • Cafezinhos frequentes: os americanos, especialmente aqueles que trabalham em escritórios, têm tendência em “beliscar” durante o dia. O consumo de carboidratos, principalmente açúcares, ativa a bactéria produtora de ácido que vive na superfície dental, produzindo a cárie dentária.
  • Sobremesa sem jantar: muitas pessoas comem doces e bolos como petiscos, ao invés de fazê-lo após as refeições. Se você não tem força de vontade para cortar doces e refrigerantes da sua dieta, o artigo sugere que você os consuma como parte da refeição principal, quando a bactéria causadora da cárie dentária já está em atividade. Dessa forma, você limita a exposição das bactérias aos horários das refeições, ao invés de mantê-las ativas.
  • Carência de água: uma das melhores horas para se beber água é após as refeições. Isso irá “lavar” os resíduos de comida e bactérias, limpando a boca.
  • Doces duros: se você adora guloseimas mascáveis ou pegajosas, ou ainda pipoca e gelo, tenha cuidado. Essas estão entre as melhores maneiras de levar as bactérias para um ponto de difícil higienização ou até quebrar um dente.
  • Aversão a alimentos: evitar frutas e legumes traz conseqüências à boca. Eles contêm vitaminas que são importantes para as gengivas e previnem infecções que podem levar a gengiva a inflamar ou sangrar. Segundo o dr. Messina, o efeito da má nutrição sobre as gengivas pode ser notado quase que imediatamente.
  • Goma de Mascar: se você não consegue resistir a uma goma de mascar com açúcar, tente um pouco mais. Mascar gomas sem açúcar tem uma série de benefícios, inclusive o aumento da produção de saliva, que é o mecanismo natural do corpo para lavar a boca e neutralizar os ácidos.

 

Fonte: Minha Vida

 

Sinais de que já passou da hora de visitar o consultório do dentista

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Além de causar desconforto e comprometer a saúde bucal, os problemas orais e infecções iniciadas na boca podem afetar o bem estar do corpo inteiro e acarretar disfunções sérias, tais como complicações cardiovasculares e do diabetes, distúrbios renais e respiratórios, hepatite e outras. Mesmo assim, muitas pessoas ainda ignoram os sintomas e passam anos sem visitar o dentista.

Existem alguns sinais que indicam que já passou da hora de você ir ao dentista.

1 – Dor de dente

Um levantamento do Departamento de Saúde Pública dos Estados Unidos revelou que as crianças perdem mais de 51 milhões de horas-aula por ano por causa de problemas dentais. A dor de dente costuma ser tão pouco suportada por jovens que, quando não faltam à escola, também não conseguem prestar atenção na matéria. A cárie é a causa mais comum da dor de dente, que aumenta à medida que o nervo do dente fica mais exposto.

2 – Sangramento

Todo sangramento bucal deve ser investigado se persistir por mais de dois ou três dias. O problema pode ocorrer se a pessoa escovar os dentes com muita força, mas as principais causas são gengivite, traumas, distúrbios hemorrágicos, doenças como a leucemia e o escorbuto e próteses móveis mal ajustadas.

3 – Feridas

Elas podem ter várias causas: desde as mais simples, como quando a pessoa morde acidentalmente a parte interna da boca, passa a língua em um dente quebrado ou apresenta aftas ou herpes labial, até as que implicam em uma investigação mais complexa, que é o caso das infecções por bactérias, vírus ou fungos e das leucoplasias.

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4 – Sensibilidade nos dentes

Bebidas quentes ou geladas podem causar dor em pessoas com dentes hipersensíveis. Isso pode ser resultado de cáries dentárias, dentes fraturados, esmalte desgastado, doenças na gengiva ou ainda raiz exposta. O tratamento levará em conta a causa do problema e o  grau de sensibilidade.

5 – Dor na mastigação

Se for persistente, a recomendação é que o paciente procure um cirurgião-dentista o mais rápido possível para obter o diagnóstico correto. Esse tipo de sintoma pode estar associado a doenças como sinusite, artrite, gengivite, bruxismo ou, ainda, a uma disfunção da articulação temporomandibular.

6 – Fratura

Com o aumento da expectativa de vida e a incorporação de novos hábitos alimentares, os dentes vêm sendo cada vez mais exigidos. Como os dentes trincados ou fraturados apresentam diversos sintomas, é importante procurar um especialista na presença de dor ao mastigar, dor ao entrar em contato com bebidas muito quentes ou muito frias ou dor localizada. Recomenda-se ainda visitas frequentes ao dentista para um diagnóstico preciso, uma vez que este tipo de problema nem sempre aparece no raio-X.

7 – Abcesso

O abcesso surge pelo acúmulo de pus em torno da raiz do dente causado por infecção bacteriana. O tratamento consiste em drenar o pus e limpar e desinfetar a área. Nos casos graves, a extração do dente é necessária. Mas, como a Odontologia segue cada vez mais na direção de conservar os dentes, é mais comum procurar uma forma de tratar o dente doente e prescrever antibióticos para o paciente.

Como os implantes dentários podem agir na sua saúde

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Todos queremos um sorriso perfeito, com dentes alinhados, brancos e sem falhas. Porém a estética nunca deve ser dissociada da função principal da dentição, a mastigação dos alimentos. A reabilitação através de implantes é um grande avanço para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que perderam um ou mais dentes. Permite-lhes readquirir, não só uma boa imagem, como também uma boa função mastigatória, que favorece a absorção de nutrientes.

As causas para a perda de dentes podem ser diversas, desde cárie dentária, traumatismos, doença periodontal (dos tecidos que circundam ao dente), doenças sistêmicas e também a idade.

Mas o problema vai muito além da simples perda de dentes. Nas zonas sem dentes vai existir reabsorção óssea e, consequentemente, perda de volume facial na zona, conferindo ao rosto um aspeto mais envelhecido. A colocação de implantes é a melhor solução para este problema, mas ainda levanta algumas dúvidas.

1. O que são os implantes dentários e para que servem?

Os implantes dentários são estruturas metálicas em titânio (material com elevada biocompatibilidade) que são colocados cirurgicamente nas arcadas dentárias e vão servir de pilar ou suporte para coroas unitárias ou suporte de próteses dentárias com vários dentes, no caso de reabilitações orais extensas. No fundo, o implante assume a função da raiz de um dente. Pode ser usado para substituir um ou mais dentes, sempre que a técnica o permita e de acordo com os critérios para a sua colocação.

2. Em que consiste o tratamento?

Depois de um bom diagnóstico e planejamento, o tratamento decorre em duas fases distintas. A primeira fase é a cirúrgica e a segunda é protética (colocação das coroas). Considera-se como elementos habituais de diagnóstico a radiografia panorâmica e a TAC , para avaliação da altura e largura óssea, bem como para a identificação de estruturas anatômicas relevantes para o ato cirúrgico.

3. Como decorre o tratamento?

A fase cirúrgica consiste na colocação do implante no osso, um procedimento relativamente simples (salvo algumas exceções) e indolor efetuado com anestesia local. A segunda fase, protética, ocorre mais tarde, após a osseointegração que, em média, acontece seis meses depois no maxilar superior e quatro meses depois no caso da mandíbula.

A osseointegração define a conexão direta entre o osso vivo e o implante endo-ósseo e, para ser bem sucedida, o material usado tem de ser biocompatível. O implante deve ficar perfeitamente adaptado no leito ósseo preparado, a cirurgia deve ser realizada de forma a minimizar os danos nos tecidos e a fase de cicatrização deverá decorrer sem distúrbios.

4. As coroas podem ser colocadas no próprio dia da cirurgia (implantes com carga imediata)?

Apesar de existirem alguns médicos a efetuar a técnica de colocação com função imediata, a maioria dos implantes dentários colocados atualmente ficam sem carga durante o período de cicatrização. Claro que ao tratar-se de dentes no setor anterior, onde a estética é um fator preponderante, são executadas próteses removíveis com carácter provisório a fim de restabelecer-se a componente estética de imediato.

5. O que acontece quando o paciente tem pouco osso na zona desdentada?

Hoje em dia, esse condicionalismo é mais fácil de ultrapassar porque nos últimos anos surgiram no mercado novos sistemas de implantes com múltiplos tamanhos, o que dá ao profissional maior capacidade de escolha em função da altura versus a largura do osso disponível. Existe também a possibilidade de recorrer aos enxertos ósseos autólogos, com osso do próprio doente.

6. Existe a possibilidade de rejeição?

Esse não é o termo mais adequado mas o tratamento poderá apresentar insucessos se algum dos procedimentos do diagnóstico e a sua execução não forem cumpridos. Além disso, o doente deve cumprir as recomendações pós-cirúrgicas, como moderação com o tabaco.

7. Existe alguma contra-indicação relacionada à colocação de implantes dentários?

Existem patologias sistêmicas que contraindicam a colocação de implantes, tais como, história recente (menos de um ano) de AVC (acidente vascular cerebral) ou infarte agudo do miocárdio, imunossupressão acentuada, alterações graves da  coagulação, neoplasias em tratamento, toxicodependência, perturbações psíquicas graves ou medicação com bifosfonatos.

implantes dentarios

8. É possível colocar implantes dentários em idosos e crianças?

Nos idosos, grupo etário com mais ausências dentárias, sim. A idade por si só não afeta a osseointegração nem a resistência dos implantes. Nas crianças, uma vez que os implantes não cumprem a regra da erupção natural, a sua colocação deverá ser adiada para uma fase em que já não haja crescimento.

9. Os fumadores e os doentes diabéticos podem colocar implantes dentários?

Em alguns estudos concluiu-se que os fumantes apresentam um risco 2,25 vezes superior de insucesso. Quanto aos diabéticos, apenas poderão colocar-se objeções à sua colocação quando a doença não está controlada.

10. É possível colocar implantes em doentes com osteoporose?

Não é uma contraindicação. A menos que o paciente esteja tomando algum medicamento de bifosfonatos. Para que o implante possa ser realizado, deve-se suspender o tratamento, pelo menos, três meses antes da intervenção. Todavia, o fato dos implantes se realizarem sobre os ossos moles, pode desaconselhar a função imediata.

11. Para que servem os fatores de crescimento, os concentrados de plaquetas ou o plasma rico em plaquetas nos implantes dentários?

São técnicas ou produtos utilizados para acelerar a regeneração óssea mas a sua  eficácia tem sido discutida e a sua utilização tem caído em desuso.

12. O que fazer no caso de se perder um implante?

Deverá recorrer com urgência ao médico que o operou a fim de solucionar a questão. É possível que possa ser colocado um outro no mesmo local ou, eventualmente, escolhida uma nova localização para o fazer.

Fonte: SAPO Lifestyle

Como evitar o câncer de boca na sua vida

cancer de boca

O nosso país tem uma estimativa alta de novos casos de câncer de boca. São aproximadamente 11140 casos em homens e 4350 em mulheres. Isso faz dele a quinta maior frequência de câncer entre os homens. Por isso vale a pena fazer o possível para não entrar nessas estatísticas.

Apesar do câncer de boca ter várias causas, algumas são mais perigosas que outras. O fumo, por exemplo, é um dos maiores fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de boca. Esse risco é ainda maior quando está associado ao consumo de bebidas alcoólicas, que potencializa a agressão.

Porém o cigarro não é o culpado em todos os casos. Uma higiene oral deficiente, traumas crônicos de baixa intensidade, como por exemplo próteses mal adaptadas, exposição solar sem proteção, fatores nutricionais (carência de alguma vitamina), infecção da boca por vírus como o HPV e a predisposição genética também colaboram para o aparecimento do problema.

Como percebê-lo
Qualquer lesão de boca que não cicatriza em 15 dias deve ser examinada por um dentista especializado no assunto. Os sintomas são muitos, mas geralmente não há dor na fase inicial. Quando aparecem podemos ver úlceras, aumento de volume, dificuldade de deglutir e/ou de mexer a língua e aumento da região cervical (pescoço). Mas ao menor sinal de alterações de cor, textura e volume a ferida deve ser avaliada.

Já a sua localização varia muito. Se a causa foi a infecção pelo vírus HPV, a lesão pode ser encontrada geralmente na língua ou na orofaringe. Já pessoas que trabalham diariamente sob o sol e sem proteção são mais suscetíveis ao câncer no lábio inferior.

O fumo pode gerar o desenvolvimento do câncer no palato, orofaringe e língua. Se for um fumo de mascar, como é costume em algumas regiões do país, o problema pode se desenvolver na região entre os dentes e a bochecha.

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Diagnóstico precoce
Com os fatores de risco devidamente listados, basta evitá-los para tentar se manter longe das estatísticas cruéis relacionadas a ele. No entanto, o diagnostico precoce também ajuda no combate a esse câncer.

Quanto mais cedo for detectada a lesão e confirmado o diagnóstico de câncer, menos agressivo é o tratamento, melhor é a qualidade de vida e maiores são as chances de cura.

O tratamento para o câncer oral depende da fase em que ele é detectado, podendo ser cirúrgico (se for mais no início) ou precisar de quimioterapia e radioterapia.

A grande questão desse tipo de tratamento é a preparação do paciente para recebê-lo, pois os efeitos colaterais que eles causam são bem invasivos. A radioterapia, por exemplo, é bastante eficiente, porém agressiva aos tecidos sadios da região comprometendo, a depender da localização e dose, o fluxo salivar, a vascularização sanguínea nos ossos da face atingidos pela radiação, a musculatura e a articulação temporomandibular (ATM).

Fonte: Terra

Os benefícios da escovação da língua

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Limpar a língua é tão importante quanto escovar os dentes. A língua ajuda em todo processo de mastigação e, assim como o dente, precisa ser limpa. Muita gente que esquece desse detalhe na hora do ritual higiênico, mas mal sabem a quantidade de benefícios que esse ato pode trazer para o sorriso.

1- ACABA COM A SABURRA

Aquela camada branca que às vezes teima em aparecer na sua língua é chamada de saburra. Uma massa composta por células descamadas da boca, bactérias e muco, responsável em grande parte pelos casos de halitose. Existe um meio super simples de acabar com ela: escovando a língua. Praticando a escovação removemos restos alimentares e impedimos a formação da saburra.

2- COMBATE A HALITOSE

Um cheiro ruim vindo da boca pode significar muito mais que um simples mau hálito. A halitose é um problema sério e uma de suas causas é o acúmulo da saburra. Com o hábito de escovar a língua combatemos a halitose, favorecemos a redução do surgimento de novas lesões de cárie, além de diminuir o risco de infecções fúngicas orais.

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3- PREVINE A DIMINUIÇÃO DO FLUXO SALIVAR

De repente você até lembra de escovar a língua, mas se não fizer isso direito, a tendência é acumular mais sujeira. Isso leva a uma maior descamação do epitélio da mucosa bucal e consequentemente diminuição do fluxo salivar. A saliva tem uma função super importante na boca por manter os dentes superficialmente limpos e protegidos de forma natural. Quando esse processo diminui, os problemas realmente começam.

4- EVITA O SURGIMENTO DE CÁRIE

O fato é que se você não escovar a língua, o acúmulo de saburra pode se tornar cada vez maior e isso não é nada bom para a sua boca. A produção de saliva diminui e, consequentemente, o surgimento de cárie se torna inevitável. Para não chegar a esse ponto, que tal aprender como escovar corretamente? Coloque a língua para fora e “morder” suavemente a fim de firmar uma barreira e a partir daí escovar a língua desse ponto para frente.

5- A LÍNGUA FICA ROSADA

Sabe quando você sente aquele gostinho de saúde? Isso quer dizer que sua língua tá muito bem cuidada e limpa. Você consegue perceber isso não só pelo paladar, como também pela cor que ela apresenta. A língua saudável tem aspecto rosado, uma superfície lisa e homogênea e é recoberta por uma secreção fina o que a torna constantemente úmida. Com todos esses benefícios, praticar uma boa escovação da língua só traz vantagens.

Fonte: Oral B

A falta de um dente pode trazer riscos à saúde geral do organismo

falta de um dente
Quando o dente da frente quebra ou você o perde, a preocupação estética pode te levar rapidamente a um dentista. Porém, quando a ausência não é visível no sorriso, geralmente costuma-se evitar a ida ao dentista. Porém, a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, divulgado em 2010, mostra que mais de 3 milhões de idosos necessitam de prótese total (nas duas arcadas dentárias) e outros 4 milhões precisam de prótese parcial (em uma das arcadas).
Quando um dente é perdido, a integridade da cavidade bucal é afetada com consequências graves do ponto de vista funcional, estético e emocional. A mastigação se torna comprometida e isso pode afetar as escolhas alimentares, contribuindo para déficits nutricionais ou até mesmo o aparecimento de outras doenças.
E não é apenas isso. Frequentemente observa-se o movimento dentário através de inclinações que provocam desajustes da mordida (oclusão) e prejudicam o funcionamento normal do sistema mastigatório. A oclusão é que vai guiar todo o processo mastigatório, se falta um elemento essa ausência afeta toda a mordida e podem surgir questões ligadas à articulação temporomandibular, identificada por ruídos quando a pessoa abre muito a boca.

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A falta de dentes também dificulta a comunicação interpessoal e favorece o isolamento das pessoas. É bom reforçar que é relativamente comum a existência de dores de cabeça, ouvidos, tonturas e até alterações posturais em decorrência de problemas dentários/músculo-articulares, que muitas vezes só são diagnosticados pelo dentista após a passagem por diversas especialidades e a realização de múltiplos exames.

Além disso há também a interferência na ingestão do bolo alimentar e implica em problemas estomacais ou intestinais já que pode sobrecarregar o estômago e todo desdobramento do processo digestivo até o trajeto para o intestino. A articulação da mandíbula tem que estar sintonizada com o organismo todo. As repercussões são em menores ou maiores graus, mas podem até afetar o equilíbrio da pessoa. O maxilar superior e mandíbula fazem parte do equilíbrio harmonioso de todo o corpo.

Prevenção é o melhor remédio
A perda dos dentes dos brasileiros ainda se deve a cáries e às doenças da gengiva. A Pesquisa Nacional de Saúde Bucal mostrou que essas são as principais doenças bucais da população brasileira. A falta de prevenção é o maior problema da causa de perda dos dentes atualmente.
Opções
As próteses parciais removíveis (as quais substituem a ausência desde um a vários dentes); próteses totais (substituem a perda total de dentes de um arco dentário); próteses fixas unitárias ou múltiplas e até a reabilitações com implantes associadas ou não com enxertos ósseos e plásticas gengivais.


Fonte: Uai Saude

Mudanças alimentares para viver com mais saúde e qualidade de vida

mudanças alimentares para sua saúde

Se a sua proposta de ano novo foi viver com mais saúde é bom notar os benefícios de uma alimentação mais natural, rica em vitaminas e minerais. É importante variar ao máximo nos ingredientes da sua alimentação e checar os itens que entram na composição dos produtos.

1. Ingira bactérias do bem

Quando o intestino está saudável, seu organismo absorve melhor os nutrientes e fica mais resistente a doenças. Manter o equilíbrio da microbiota – o conjunto de bactérias protetoras e outros seres microscópicos – ainda evita a formação de gases, o que é estratégico não só para seu bem-estar como favorável para a redução das medidas no abdomen. Mas, se as bactérias inimigas ultrapassam o número das probióticas, consideradas aliadas, até o nível de serotonina fica prejudicado, já que 90% da produção desse neurotransmissor acontece no intestino. Resultado: mau humor e até depressão. E você ainda tem mais dificuldade de controlar o peso. Para evitar esse risco, invista em iogurtes e outros alimentos probióticos (legumes e bebidas fermentadas como kefir e kombucha). Melhor: pergunte ao seu médico ou nutricionista qual é a medida e as cepas adequadas para seu organismo. Elas também podem ser manipuladas em cápsulas ou pó.

2. Não tenha medo de consumir gorduras boas

Apesar de ela ter a fama de ser o mais calórico dos nutrientes, não deve ser dispensada nem mesmo numa dieta de emagrecimento – é só moderar na porção. A gordura favorece a absorção das vitaminas e a produção de hormônios. Além disso, reduz a carga glicêmica das refeições (diminui o risco de engordar) e sacia com facilidade. O óleo de coco é uma das opções. Por ser um triglicerídeo de cadeia média (gordura fonte rápida de energia, 10% menos calórica que o de cadeia longa), não é totalmente absorvido pelo organismo e ainda ajuda a mobilizar (e eliminar!) a gordura acumulada no organismo. O ideal é consumir o óleo in natura, batido no suco, na vitamina e até no café. O óleo também pode ser usado em receitas de bolo, muffin, panqueca ou em refogados rápidos. A dose ideal: até 2 colheres de sopa por dia. Abacate, castanhas, sementes e azeite extravirgem são outras fontes de gordura boa e, por isso, merecem entrar no seu cardápio.

 

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3. Aposte nas especiarias termogênicas

O gengibre e a canela sugeridos na primeira etapa para ajudar na queima das gordurinhas, não só aceleram o metabolismo como aumentam a energia. As pimentas vermelhas entram nessa lista – inclua no seu cardápio diário ou quando precisar de um up para os exercícios. Pode ser a dedo-de-moça (1 pedacinho pequeno com as sementes, a parte que concentra a capsaicina) ou a caiena (1 ponta da colher de café) batida no suco, polvilhada nas frutas, misturada na água aromatizada e até no bulletproof coffee.

 

4. Fuja do açúcar

Se for impossível viver sem, pelo menos diminua a quantidade, especialmente do branco, que não acrescenta nada além de calorias. Sem falar que vicia: O açúcar aciona a mesma área do cérebro que a cocaína e, assim como uma droga, você precisa aguentar um tempo sem ele para se livrar da dependência. Aprenda a apreciar o sabor natural das frutas e evite adoçar os sucos, os chás e até mesmo o café. Já a vontade de doce pode ser driblada com frutas secas ou uma sobremesa feita sem tanto açúcar. Experimente bater 1 banana congelada com 1 col. (sobremesa) de cacau e 2 tâmaras. É só uma questão de reeducar o paladar, o que não demora muito tempo: Depois de duas ou três semanas tomando o cafezinho puro, você se acostuma.

Fonte: Boa Forma

Cuidados com o corpo no verão também influenciam a saúde bucal

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A temperatura nas alturas, é muito comum que as pessoas relaxem e deixem de lado cuidados básicos com a saúde bucal. Aquela comidinha na praia, o refrigerante geladinho e outras tentações de verão são irresistíveis, mas podem interferir na saúde bucal. Aqui estão algumas orientações para manter hábitos saudáveis e dar um chega pra lá nas caries e outros problemas bucais mesmo nos dias quentes.

Coma frutas “limpantes”

Na praia nem sempre é possível escovar os dentes logo após as refeições. Por isso, a especialista indica bochecho com água e o consumo de frutas que ajudem na limpeza dos dentes, como é o caso do morango, que tem vitamina C, que auxilia no combate ao acúmulo de placa, e ácido málico, que ajuda a remover manchas e clarear os dentes.

Fuja dos refrigerantes

O refrigerante contém ácido fosfórico e pode destruir o esmalte do dente. Além disso, tem alta concentração de açúcar, o que contribui bastante para o surgimento da cárie. Para a saúde do corpo, a bebida também atua como vilã, porque facilita o ganho de peso e contribui para o aparecimento de diabetes. O ideal é substituir  o refrigerante por suco de fruta natural, água de coco ou água mineral.

 

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Cuidado com o limão

Sabe-se que a exposição ao sol associada ao limão pode provocar manchas na pele. Mas você sabia que limão também mancha os dentes? Isso acontece porque o alto teor de ácido cítrico do limão pode desmineralizar o esmalte e até causar sensibilidade. Dê preferência ao canudinho para evitar o contato direto do limão com os dentes. Lembrando que isso vale para sucos e caipirinhas.

Aplique protetor solar labial

Proteger os lábios é a melhor prevenção contra o câncer bucal, que na maioria das vezes se dá pela exposição crônica aos raios solares. Use um filtro solar especifico para os lábios, além de chapéus e bonés. Muita gente só se preocupa com o corpo e esquece que a boca também precisa de proteção.

Cinco problemas de saúde que podem começar pela boca

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Quando se fala de saúde bucal, logo se pensa em cárie, gengivite, mau hálito. Mas a lista de doenças ligadas à boca vai muito além disso, afeta, inclusive, outras partes do corpo. Doenças cardiovasculares; partos prematuros e nascimentos de baixo peso; descontrole da diabete, são algumas das enfermidades que podem ser associadas à saúde bucal já estudadas por pesquisadores.

Diabetes

Diabéticos podem apresentar, entre outros sinais, hálito de “acetona”, inflamações das gengivas e perda óssea ao redor dos dentes, feridas bucais e boca seca. Falando em números, os portadores da doença têm, aproximadamente, quatro vezes mais chances de ter inflamações das gengivas e perdas do suporte ósseo dos dentes.

O agravamento desses quadros também pode se relacionar com complicações da diabetes. É uma via de mão dupla em que uma doença pode afetar o curso da outra, ou seja, a diabetes dificulta o tratamento das doenças periodontais que, por sua vez, agravam a diabetes.

A boa notícia é que é possível restabelecer a saúde bucal depois que as doenças periodontais se instalam. O primeiro passo é se informar sobre a diabetes e, principalmente, como controlá-la. Em seguida, fazer um tratamento bucal sério, além de ter cuidado diário com a boca, conforme a instrução do dentista. Pessoas com bons hábitos de higiene bucal, visitas regulares ao dentista e providos de cuidados no controle do diabete podem ter vida normal e reabilitar-se em termos de qualidade de vida.

Doenças do coração

Um estudo realizado pela Unicamp com 180 pacientes cardíacos constatou que as pessoas com cardiopatia tinham de duas a três vezes mais problemas periodontais do que o grupo que não tinha doença coronariana. Os pesquisadores analisaram fragmentos arteriais desses pacientes e fizeram a detecção do DNA bacteriano. Quase 60% dos pacientes tinham a bactéria bucal nas artérias coronárias.

O que ocorre é que o ferimento na gengiva causado pela periodontite é a porta de entrada para a bactéria cair na corrente sanguínea. Quando isso acontece há o risco de parar no coração, o que provoca inflamação nas artérias. Esse processo pode aumentar, inclusive, os níveis de colesterol de um indivíduo.

Impotência

Um estudo feito pela Universidade Inonu, na Turquia, concluiu que pessoas com gengivas inflamadas são três vezes mais propensas a ter problemas de ereção. Participaram da pesquisa 80 homens com disfunção erétil, entre 30 e 40 anos, e 82 homens sem problemas de impotência. No grupo dos que tinham a disfunção, 53% apresentavam gengivas inflamadas, contra 23% no grupo de controle.

A explicação para isso ocorrer é parecida com a endocardite – as bactérias que ficam na boca podem entrar na corrente sanguínea pela gengiva. Esses micro-organismos criam placas nos vasos sanguíneos, entupindo-os. Assim, a ereção fica mais difícil. Adicionalmente, a periodontite também bloqueia uma enzima chamada eNOS, que ajuda os homens a conseguir uma ereção.

Estudos mostram que metade dos homens na faixa etária entre 40 e 70 anos sofrem de algum grau de disfunção erétil que é classificada em leve, moderada ou severa. O estudo MMAS realizado nos Estados Unidos mostrou uma incidência de 52%, sendo que a ocorrência aumenta com a idade e também está relacionada a fatores de risco.

HPV

Segundo uma pesquisa feita pela Faculdade de Saúde Pública da USP com 1.475 pacientes, 72% dos casos de câncer de cabeça e pescoço apresentou o vírus HPV do tipo 16 – o mais relacionado ao desenvolvimento de câncer de cabeça e pescoço.
Nas avaliações mais antiga, feitas entre os anos 1998 e 2003, o índice encontrado foi de 55%, um aumento de 17 pontos porcentuais.

Um trabalho científico realizado na Unifesp, onde foram estudados 50 casos de câncer de boca, indicou a presença de HPV em 74% dos casos.

Parto Prematuro

A doença periodontal pode trazer inúmeros malefícios tanto à gestante, pelo desconforto e dor típicos desta alteração, quanto ao feto em formação. Há fortes evidências de que mães com doença periodontal têm mais chance de ter filhos prematuros (abaixo de 37 semanas de gestação) e com baixo peso (inferior a 2500 g).

Os pesquisadores acreditam que os estímulos inflamatórios podem induzir uma hiperirritabilidade da musculatura lisa uterina, provocando contração do útero e dilatação cervical, atuando como gatilho para o parto prematuro.

Ao avaliar saliva e gengiva de mais de 300 grávidas e comparar com os dados de seus partos, pesquisadores da Universidade de Nova York verificaram que quanto maior a incidência da bactéria actinomyces, principalmente no terceiro trimestre da gestação, maior o risco. Ou seja, para um aumento de 10 vezes na presença da bactéria, notou-se uma redução de até 60 gramas no peso do bebê e antecipação de até dois dias no parto.

Fonte: Terra